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“Pokémon Go Plus”: Primeiras impressões… Você realmente precisa da pulseira?


Em alguns momentos ter a sorte de estar em países que fazem parte de lançamentos mundias é muito bom, eu não fiz parte da geração Pokémon quando ‘aborrecente’ já havia passado por uns dois ou três anos, mas sempre curti os “bichinhos” e sei lá por que sempre curti o Raichu, bom resumindo desde que a febre Pokémon Go começou eu resolvi embalar nela e posso dizer que fui envolvido pelo jogo, que até de certa forma é simples, em suma o objetivo é capturar os 151 monstrinhos (ok não estão todos disponíveis ainda) e também duelar, claro que a parte de duelos não é o que os jogadores “profissionais de Pokémon gostam” mas serve. Voltando ao tema deste texto, hoje por sorte tive o prazer de receber a pulseira Pokémon Go Plus isso mesmo dia 15/09/2016 e eu já pude testar e por isso posso dizer que:

pokemon-go-plus-marketing-gamesA primeira impressão foi “i lascou” na caixa do produto diz que só funciona para IOS ai pensei bom já comprei e paguei vamos ver no que dá e para minha surpresa funcionou no meu Android 6.0.1 o que já me fez muito mais feliz, mas ai veio logo em seguida a preocupação do tipo como funciona?! Será que tenho que configurar algo no celular e no App!?

A resposta é sincronizar com celular abrir o App e no alto esquerdo da tela to jogo clicar no icone do Pokémon Go Plus e clicar uma vez no próprio Pokémon Go Plus, feito isso o App sinaliza que está tudo ok. Ai vem a parte boa, celular no bolso e pulseira na mão e é só andar…

Só que ai andando vem as questões de captura, pokestops e KMs rodados para os Eggs e o seu Buddy.

Vamos por partes, basicamente vc não precisa ficar mais o tempo todo olhando para o celular, que no meu caso foi um certo alivio. Então vamos aos pokestops, quanto a esse ponto é bem tranquilo a pulseira vibra e pisca em azul você clica e pronto, ele pisca varias vezes todas as cores em forma de celebração que funcionou, ótimo!

Na parte de captura que começam os problemas que de certa forma são até aceitáveis mas que são coisas a serem pensadas pela desenvolvedora Niantic, quando o danado do bichinho entra no radar acende a luz verde na pulseira e você clica uma vez dizendo que quer que ela tente pegar o pokémon, feito isso a pulseira pisca em branco uma ou mais vezes como se fossem as pokebolas sendo lançadas e no fim te informa (da mesma maneira dos Pokestop) se pegou, ou caso não tenho pego pisca em vermelho.

pokemon-go-plusMas no meu caso e acho que de muitas pessoas, é ai que começam os problemas, não vamos considerar novos Pokémon s, porque segundo as informações, os novos não serão capturados você terá que abrir o App no celular e fazer você mesmo, sem você ver qual Pokémon está lá a decisão de capturar ou não fica até mais difícil porque você não quer perder Pokebolas em Pidgeys com CP alto que são de captura difícil e não valem as bolas e fogem muito, então deveria m ter de repente um menu dizendo os que queremos capturar ou não!? A taxa de captura no meu caso ficou em torno de 35% á 40% claro que tentei pegar tudo toda vez que a pulseira vibrava, mas ai tem outro porém não existe seleção de tipo de Pokebolas sempre usando a Poké Ball e sem a utilização do Razz Berry o que quando o CP do Pokémon é dificulta a captura.

Acredito que a ideia da pulseira Pokémon Go Plus é ajudar e não acabar com a utilização do celular é algo para momentos onde você não pode usar o celular ou mesmo para quem curte fazer corrida para entrar em forma, ai sim vai ajudar, porque não precisa parar para abrir o app e tentar capturar Pokémon, o que nesse ponto vai ser um alívio.

Alívio também porque com ela os seu KMs continuam sendo contados mesmo com o celular no bolso o que é melhor ainda e diga-se de passagem a nova atualização 0.37.0 e 1.7.0 fez a parte de KM funcionar muito, mas muito melhor e lembra do meu Raichu lá no começo graças ao sitema Buddy e 15km com Pikachu, hoje tenho ele!!!

Conclusão, você realmente precisa da pulseira… claro que não, mas se você é um fã ou entusiasta do game, você com certeza vai querer testar ou até mesmo para mostrar aos demais que você é um treinador Pokémon!!! É claro que o preço especialmente no Brasil não dever ser dos mais convidativos mas que vale a pena a vale!!!


Almanaque de Games traz registros históricos de games que conquistaram milhares de fãs em todo o mundo


Dividido em capítulos que representam cada década, o Almanaque de Games faz um registro histórico dos games que conquistaram milhares de fãs de diferentes idades em todo o mundo. Dos anos 1970 até hoje, os maiores vilões, as musas e os “musos” dos games, os anti-heróis, as armas, os criadores dos personagens, as maiores franquias, os easter eggs, as trilhas sonoras, os jogos politicamente incorretos, as estatísticas, os melhores filmes sobre games, os consoles que foram sucesso e os que levaram as empresas à falência são apresentados em incríveis infográficos, rankings e páginas ricamente ilustradas.

Com infográficos e linhas do tempo o livro Almanaque de Games faz um registro histórico dos games

almanaque-dos-games-marketing-gamesO Almanaque de Games apresenta mais de duzentas páginas repletas de informações, números e curiosidades sobre os games e consoles favoritos de cada geração: Atari, Sega, Pac-Man, Super Mario, Pokémon, Lara Croft, Sony, Wii, Call of Duty, Nintendo, Angry Birds, Playstation, Xbox e muito mais.

Como é de praxe dos almanaques, não há ordem estabelecida para a leitura do livro, que pode ser feita de acordo com o interesse do leitor. Os mais curiosos vão se amarrar nos primeiros capítulos, repletos de infográficos e linhas do tempo com informações gerais sobre os videogames. Você sabia que a maior parte dos gamers ao redor do mundo tem mais de 36 anos de idade? Os jovens são minoria: apenas 26% tem menos de 18 anos. No total, há 1,98 bilhão de gamers no mundo! A maioria deles está na Ásia e na Oceania, mas o brasileiros também representam bem: somos 61 milhões de gamers, ou seja, 30% de toda a população nacional. O país fica em 11o lugar no ranking dos que mais movimentam o mercado de games no mundo.

almanaque-dos-games-marketing-gamesCada jogo e console que fizeram parte da história do videogame têm seu espaço no livro. Com 523,6 milhões de unidades vendidas, a franquia Super Mario, da Nintendo, lançado em 1985, é o grande campeão em vendas do mercado de games. Mas o jogo mais lucrativo da história é o Pac-Man, de 1980 – pena que seu criador, Toru Iwatani, só tenha levado um bônus de 3.500 dólares. O japonês se inspirou em um pedaço de pizza para criar o inconfundível personagem amarelo. Outro ícone, o Sonic, lançado pela Sega em 1991, é capaz de atingir até 300 mil km/s, nada menos do que a velocidade da luz! Essa marca é alcançada toda vez que o porco-espinho se transforma em Super Sonic.

Por meio de leitura leve, divertida e descompromissada, descobrem-se surpresas do mundo dos games a cada página do Almanaque de Games. Tem até uma linha do tempo dedicada aos personagens LGBT. O primeiro da história é Eagle, de Street Fighter (1981), feito em homenagem a Freddie Mercury. São tantos jogos, consoles e personagens envolventes que é difícil encontrar tempo para explorar todo esse universo. Mas gamer que é gamer dá um jeito. Está no almanaque: a maioria dos usuários adultos gasta, em média, 15 anos da vida jogando videogames.

Confira abaixo a capa do Almanaque de Games logo abaixo e para adquirir o seu exemplar é  clicar aquiou se quiser saber mais informações acesse: www.almanaquedegames.com.br

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Confira as seis funções essenciais de um Monitor Gamer


O mercado gamer, tanto no âmbito profissional quanto no amador, cresce exponencialmente no Brasil. Isso é o que mostra uma pesquisa realizada pela Newzoo, consultoria global especializada na indústria de games: o país já figura na 11ª colocação na lista com os maiores mercados do mundo e 56% dos 33,6 milhões de brasileiros do segmento investem dinheiro em jogos.

Quem leva os jogos a sério quer sempre estar em alto nível. Para isso, não basta só o jogador ter qualidade, é preciso possuir equipamentos com tecnologia de ponta para estar equiparado aos adversários. A AOC, que recentemente trouxe ao Brasil a linha de monitores Hero, Sniper e Speed, explica o que esse tipo de produto precisa ter para ser considerado gamer.

Os consumidores que desejam entrar no segmento, mas não sabem qual monitor gamer comprar, podem se atentar às seguintes funções: 

1 – Taxa de atualização

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A taxa de atualização indica qual o número de vezes que uma imagem é renovada na tela de um monitor a cada segundo. Aparelhos convencionais utilizam a taxa de 60Hz, o que pode causar borrões na imagem e prejudicar a experiência em jogos com movimentos rápidos.

Os produtos voltados ao mercado gamer possuem números mais elevados, chegando até a 144 Hz, nível que garante uma perceptível melhora na imagem e deixa o jogo sem tremores – até 2,4 vezes mais rápido que um monitor comum. Para os consumidores que não podem adquirir um produto com essa taxa, existem opções com 75 Hz, que são superiores aos aparelhos convencionais.

2 – Tempo de resposta

Uma das funções mais importantes que define se um monitor pode ser considerado gamer é o tempo de resposta. Essa característica define a velocidade em que a luz é capaz de passar pelo painel. A medida é feita em milissegundos (ms) e, quanto menor o valor indicado, melhor.

monitor-gamer-marketing-games-aocA tecnologia mais avançada atualmente é a de 1ms, e isso significa ter jogos em velocidade sem rastros na tela para uma experiência mais aprimorada. Desta forma, movimentos rápidos e transições bruscas podem ser processadas sem problemas, com imagens suaves e sem os “efeitos fantasma”.

Além disso, um monitor gamer com baixo tempo de resposta garante uma melhor performance do usuário no jogo, por proporcionar movimentos e comandos em tempo real – sem atrasos ou defeitos na imagem.

3 – Ergonomia

Cada tipo de jogo tem uma exigência diferente. O modo como o jogador se porta em frente ao computador é importante para que tenha a melhor visão e conforto. Por isso, a personalização da posição do monitor é muito importante.

Uma boa dica é que os consumidores se atentem à ergonomia do monitor gamer e o quanto ele pode se movimentar no próprio eixo. Há modelos em que é possível ajustar a altura, o ângulo, o giro e deixá-los na posição pivot (na vertical).

4.    Tecnologias anti fadiga visual

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Dificilmente um jogador consegue atingir um alto nível sem dedicar boas horas na frente da tela enquanto treina. Para que a atividade não prejudique a visão, o consumidor precisa checar se o monitor possui tecnologias anti fadiga visual.

O bem-estar de quem joga já se tornou um ponto essencial para quem fabrica os produtos. Há modelos disponíveis no mercado com muitas funções para aumentar o conforto visual dos gamers. A AOC, por exemplo, apresenta as tecnologias Anti-Blue Light, que reduz em mais de 90% as ondas curtas de luz azul que são prejudiciais ao olho humano (sem sacrificar as cores dos jogos), além daFlicker-free, que reduz a ondulação da tela para aliviar o desconforto durante longas horas de jogo.

5 – Conexões

Jogadores de alta performance buscam sempre o maior nível de conexão, o que melhora a qualidade de imagem e a velocidade da visualização das ações. 

Além das tradicionais entradas VGA e DVI, também é comum nos modelos mais recentes a HDMI. Entretanto, os últimos e mais tecnológicos lançamentos apresentam a conexão Display Port, a mais moderna do mercado.

6 – Diferentes modos de jogo

Um monitor que permite a troca rápida de configurações, como brilho e cor, possibilita ao usuário selecionar qual a função que mais lhe beneficia em cada momento, alterando as configurações do monitor para se adequar a diferentes tipos de jogos.

Há opções no mercado em que o jogador deixa as configurações de preferência salvas e pode trocá-las facilmente apenas pressionando um botão.

A escolha de um Monitor Gamer mais adequado, auxilia os consumidores a atingirem melhores resultados nas partidas, seja qual for o estilo de jogo!


Considerado um dos melhores headsets para gamers, HyperX supera a marca de 1 milhão de unidades vendidas


A HyperX acaba de anunciar a venda de mais de um milhão de headsets em todo o mundo. A marca foi alcançada apenas dois anos após o lançamento do HyperX Cloud, o primeiro headset gamer da divisão da Kingston que há 14 anos desenvolve produtos de alta performance para gamers, atletas de e-Sports, overclockers, casemodders e entusiastas de tecnologia, em geral. Sucesso de vendas e de crítica, já foi eleito duas vezes pela revista americana PC Gamer como o melhor headset gamer e também tem se mostrado o preferido de vários times profissionais de e-Sports de todo o mundo.

Lawrence Yang, gerente de negócios da HyperX
“Estamos muito animados por ter atingido a marca de 1 milhão de headsets vendidos em um período tão curto de tempo, e esse é só o começo! Com a popularidade dos jogos competitivos e casuais nos PCs, consoles e plataformas móveis, temos evoluído nosso design e trabalhado para colocar nossos produtos em um patamar ainda mais alto de conforto e engajamento de usuários”, afirmou.

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Desde a chegada do primeiro Cloud ao mercado, em abril de 2014, a HyperX vem expandindo a família que hoje tem mais de dez produtos e não para de crescer. Em junho lançou o HyperX CloudX, o primeiro headset da marca com a licença oficial do Xbox One, e outros devem ser lançados ainda esse ano. Atualmente, os headsets da HyperX estão à venda em mais de 10 mil lojas de 80 países.

Para saber mais acesse: www.hyperxgaming.com


Philips Android TV permite jogar games de Android usando a própria televisão


Visando o grande mercado de games, temos mais uma novidade que pode vir para somar na experiência de quem joga no celular Para os usuários que desejam produtos multifuncionais, sem a perda do nível de qualidade, a Philips indica os modelos Android TV das séries 6700 e 7100, que nos trazem diversas funções agregadas de outros dispositivos da mesma plataforma. Um dos exemplos é o de games, pois conectando-se com smartphones e tablets, a Android TV permite que o consumidor tenha acesso à uma ampla variedade de jogos na tela da sua televisão.

unnamedLuis Bianchi, gerente de marketing na TPV e fabricante responsável pela produção das TVs da Philips afirma que: ”o usuário tem acesso aos mais populares games da plataforma Android, desde os convencionais até os mais elaborados, sendo grande parte deles gratuita. Apenas conectando via Bluetooth ou cabo uma das diversas opções de joysticks compatíveis com o sistema, ou até mesmo pelo controle remoto, é possível obter uma ótima experiência que se assimila à obtida com um videogame’.

É possível fazer download do game pela Google Play Store, com jogos de grandes produtoras, como Eletronic Arts, Gameloft, entre outras, armazenando-o na memória interna do aparelho. A partir disso, é necessário o uso de internet para realizar o download dos games, sendo possível jogá-los mesmo quando desconectado.  Há a possibilidade também de começar os jogos em outros dispositivos quando estiver fora de casa, salvar o progresso e continuar de onde parou pela TV quando quiser.

8f06ae3c-722d-4682-8d9e-0ac0added494É interessante perceber que esse é mais um paradigma que vem para nos fazer refletir sobre até que ponto jogos em celulares devem estar centrados num movimento de nicho. Produtos como a Android TV se assemelham diretamente aos consoles, mas com jogos que foram pensados e produzidos para celulares. Com o preço gasto nesse tipo de produto, valeria mais a pena ter um console propriamente dito, com games feitos e pensados para uma tela grande, ou será os jogos mobiles podem se adequar perfeitamente nesse tipo de situação? É algo importante para se pensar. 

De um lado, temos a praticidade de transportar um jogo que está em seu bolso para uma televisão, mas em outro temos a questão do custo benefício e da qualidade das propriedades intelectuais em questão. Podemos também colocar o fato de que muitos jogos de consoles passados estão saindo para celular, também que há uma variedade grandiosa de títulos mobiles gratuitos, em contrapartida com um alto preço de jogos da atual geração de consoles.

Ainda é muito cedo para dizer o futuro de produtos como a Android TV, mas a discussão está aberta para falarmos sobre esse tipo de inovação e uma possível categoria de nicho para os gamers mobile que não estão mais no celular diretamente. E você, o que acha disso? Comente e vamos enriquecer a discussão.


Werewolves Within inova em Realidade Virtual trazendo análise de voz e posicionamento por movimento ocular


A Ubisoft acaba de anunciar Werewolves Within, um jogo de adivinhação que levará a diversão das noites de jogatina com os amigos para a realidade virtual. Um dos primeiros jogos multiplayer nesse formato, Werewolves Within captura a essência e o espirito competitivo dos jogos de tabuleiro e proporciona uma nova experiência com a realidade virtual (VR). O game estará disponível na maior parte das plataformas VR no segundo semestre de 2016.

unnamedDesenvolvido pela Red Storm Entertainment, um estúdio da Ubisoft, em colaboração com a Ubisoft Barcelona, Werewolves Within levará os jogadores para o vilarejo medieval de Gallowston, onde deverão descobrir quem são os lobisomens que aterrorizam a cidade. Ideal para ser jogado por cinco a oito pessoas juntas, o game determina aleatoriamente os papéis de cada jogador antes de cada partida e distribui habilidades especiais que irão ajudar os jogadores a distinguir quem são os lobisomens disfarçados. Para manter a experiência divertida, os jogos são rápidos e bastante dinâmicos. Em uma rodada o usuário poderá ser um cidadão pedindo clemência e no outro o lobisomem, blefando o tempo todo para chegar à vitória.

Graças a um sistema de matchmaking os jogadores poderão criar “Partidas Privadas” com seus amigos ou encontrar outras pessoas ao redor do mundo e jogar com elas. Via detecção de voz e a inovadora tecnologia da Red Storm de posicionamento a partir da movimentação ocular, as ações e os movimentos corporais do jogador na vida real serão refletidos no seu personagem dentro do jogo.

image003David Votypka, diretor criativo sênior da Red Storm Entertainment
“A realidade virtual está se mostrando uma plataforma incrível para interação social, fazendo o jogador se sentir como realmente estivesse na mesa com outras pessoas. Werewolves Within dará aos jogadores uma amostra de como a realidade virtual pode fortalecer laços sociais, permitindo às pessoas se juntarem com os amigos e terem grandes momentos de diversão, não importando quão perto ou longe estiverem”.

Além de Werewolves Within, a Ubisoft também anunciou recentemente outros dois projetos de realidade virtual, o jogo Eagle Flight e uma parceria com a empresa cinematográfica SpectreVision.

Para mais informações sobre Werewolves Within acesse www.WerewolvesWithin.com


Amazon cria game engine AAA gratuita e dá mais opções aos desenvolvedores


Cada dia que se passa, maior é a procura e interesse pelo desenvolvimento de games (o que, diga-se de passagem, é excelente), e para seguir e dar os primeiros passos na carreira, é essencial que se tenha um software que permita a criação de seus jogos, as chamadas game engines. 

Consolidando sua posição no mercado, visto que a mesma licenciou a CryEngine e adquiriu o Twitch, a Amazon anunciou a sua própria engine, chamada de Lumberyard.

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Como principal diferencial, a empresa nos apresenta o fato de que a engine será gratuita, assim como já podemos ver na “Unity 5” ou “Unreal Engine 4”, mas com o detalhe de que a forma como será distribuído o que for ganho será diferente. No caso da Lumberyard, o faturamento será vinculado ao Gamelift, que é o serviço que utiliza os servidores da companhia e dessa forma, cobrará o valor de U$1,50 para cada 1.000 pessoas que jogarem diariamente, fazendo com dependendo da quantidade de acesso, possa gerar uma quantia consideravelmente alta.

Outro aspecto que promete ser o diferencial da engine é no quesito de partidas multiplayer, onde segundo os criadores, terá todos os componentes necessários para criar uma boa experiência utilizando o recurso. Esse é um fato que provavelmente atrairá muitas empresas pequenas e desenvolvedores, pelo fato de ser um processo trabalhoso e nem sempre recompensador de inserir esse modo de jogo.

A Amazon e por consequência, a Lumberyard, terá muito caminho pela frente para bater de frente com as outras empresas já estabelecidas do mercado, mas vemos diferenciais interessantes no que se diz ao lançamento do produto, o que é importante durante essa fase de introdução do mesmo no mercado. Vamos esperar o que virá para o futuro da Lumberyard.

Você, jogador ou desenvolvedor, deixe nos comentários as expectativas sobre a nova engine, mas se você já fez o download comente suas impressões, queremos muito saber! 

Fonte: MeioBit


Perfume de Assassin’s Creed é lançado exclusivamente para o Brasil


A Ubisoft Brasil anunciou o lançamento do perfume Hidden Blade, em edição limitada. Desenvolvido em parceria com a Firmenich, líder perfumista global baseada na Suíça, Hidden Blade reflete a personalidade destemida dos fãs da série. Combinando toques de absinto, madeira agarwood, ylang da Indonésia e a sensação da pimenta sichuan, Hidden Blade tem lançamento exclusivo no Brasil marcado para o dia 4 de outubro, onde custará R$149,90.


unnamed (2)Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft na América Latina

“A Ubisoft é uma empresa que cria universos lúdicos e multimídia. Obviamente, nossa intenção não é entrar no mercado de perfumes, mas celebrar a marca e presentear os fãs da série com um item de prestígio único no mundo. Esperamos que essa essência masculina os acompanhe nos momentos especiais de suas vidas. O Brasil tem uma conexão muito forte com os ingredientes de Assassin’s Creed, que misturam aventura, diversidade cultural, equilíbrio entre ordem e progresso, combate à corrupção etc.. Mais de 2 milhões de jogos e 1,5 milhão de livros da série Assassin’s Creed foram vendidos no Brasil. O perfume em edição superlimitada é a homenagem que fazemos a todos os brasileiros que, desde 2007, participam de tantas aventuras através dos séculos e dos continentes.”

Sua pirâmide olfativa – ou seja, a estrutura do perfume – foi desenvolvida com as melhores matérias primas do mundo, garantindo aroma único, exclusivo e de grande fixação. As notas de fundo ou base, responsáveis por cerca de 50% do perfume, foram desenvolvidas com aromas de café, couro, cumaru e as madeiras agarwood e gaiac, e definem o cheiro fixado na pele. Já as notas de coração ou corpo, encarregadas de personificar o caráter do perfume, foram desenvolvidas em jasmin, canela, rosas e ylang da Indonésia. Por fim, as notas de cabeça, topo da pirâmide olfativa, são as principais matérias-primas do produto e, desenvolvidas com lavanda, limão sisciliano, absitno e pimenta sichuan, garantem a primeira impressão olfativa.


unnamed (1)Marc Jourdan, VP da Firmenich.

“Hidden Blade foi especialmente desenvolvido para o mercado brasileiro e principalmente para o público gamer. Nos inspiramos na coragem dos personagens masculinos da série Assassin’s Creed. Mesmo cada um vindo de um século diferente e de uma cultura distinta,  todos mostram seu lado corajoso, guerreiro e de valentia. É muito interessante trazer um personagem que existe no mundo dos games para o mundo dos perfumes. É como se traduzíssemos todas as características tão fortes desses guerreiros por meio de cada matéria prima escolhida e e assim construíssemos um homem valente, que os gamers admirem.”


Brasil recebe revista especializada em E-Sports e demonstra o crescimento desse mercado


Para quem é jogador e acompanha os E-Sports, em acompanhar e tudo mais, certamente sabe das inúmeras qualidades e poder de mercado que esses esportes possuem, mas muitos ainda possam achar que estamos falando de algo pequeno e superficial comparado aos outros esportes.

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Contribuindo para entendermos e quebrarmos esse pensamento, a Editora Europa, importante produtora de revistas de games, está se preparando para lançar uma revista inteiramente dedicada ao que gira em torno dos esportes digitais. 

A Revista eSport, como será chamada, tem por intenção cobrir desde os MOBAS (League of Legends, Dota) até jogos de luta e shooters. Percebemos a partir dai como tal segmento continua crescendo e mostrando que o interesse pelos E-Sports já é uma realidade concretizada e que as empresas já perceberam isso como possíveis investimentos.

Na primeira edição da revista, já podemos ver os garotos da PaiN Gaming já com a chamada: “A vitória da PaiN Gaming mostrou o eSport no Brasil. Entenda porque essa modalidade mudou o mundo”.

A revista será lançada oficialmente na Brasil Game Show, em Outubro deste ano e vai custar  R$ 12,50. Será possível ler a revista também em formato digital, sem pagamento, no site oficial da revista ou em aplicativos para Android e iOS. 

Desde já, é importante consumir tanto de forma paga ou digital, até para entendermos mais sobre o que acontece no mundo dos eSports e prestigiar esse mercado. Mas e vocês, o que acharam dessa iniciativa?


Splitplay celebra Revolução Cultural com mais de 30 games gratuitos


Hoje, 18 de agosto é o dia da Revolução Cultural. Simbolizando bem a temática, há pouco mais de um ano surgiu o Splitplay; o primeiro, e atualmente o maior, marketplace nacional de indie games. Para comemorar a data, a loja que vem revolucionando o mercado de jogos eletrônicos online, lançou uma super promoção – mais de 30 jogos brasileiros estarão totalmente gratuitos para baixar no Splitplay de 10h às 16h desta terça-feira.
 
A promoção
 
São seis horas de gratuidade. Nas seis horas seguintes ao período grátis, o pacote de jogos participantes permanecerá com valores promocionais R$ 1,99. Então, a cada ciclo de doze horas, o bundle de games recebe acréscimos progressivos, começando por R$ 4.99, 9.99, 19.99, 29,99 e 39.99 até finalmente chegar a 49.99. Este valor final será válido até a madrugada de domingo (23) paracapaSplit-670x350 segunda-feira.
 
O valor somado dos jogos participantes já ultrapassou R$120 (fora da promoção). Aqui estão alguns jogos confirmados até o momento:  
Guy vs the Wicked, Bernie Needs Love, Daily Espada, Balloon, Tales of The Orient, Dead Bits, Overcast, HTR+, Milford Heaven, A Vitima de Ouro, Jelly Dreams, Treeker: Os Óculos Perdidos, Porcunipine, The Box, I Need to Know More, Podcast99 Vidas – O Jogo:Demo.
 
A revolução
 
Há um ano, pouco se ouvia falar dos jogos eletrônicos produzidos no Brasil. Mas isso está mudando. Para se ter uma ideia do porte dessa revolução, somente neste ano, jogos nacionais apareceram 5 vezes nas novelas da Globo sendo jogados por atores da emissora.
 
Com produções de qualidade e competitividade internacional como Aritana e a Pena da Harpia, Tormenta: O Desafio dos Deuses e Chroma Squad, estúdios nacionais estão atraindo a atenção de milhões de jogadores no mundo todo e mostrando que o Brasil é uma potência quando se trata de jogos eletrônicos.
 
“O que estamos vendo acontecer, é verdadeiramente uma revolução cultural no mercado nacional de games. A média de 10 usuários novos por hora no Splitplay mostra que os brasileiros passaram a perceber como os jogos daqui são excelentes e sentem orgulho de jogar títulos do Brasil.”, afirmou Rodrigo Coelho, CEO do Splitplay.
Acesse site e confira: www.splitplay.com.br/pt