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Retornando a uma Arkham renovada! Uma coletânea de jogos indispensáveis para os fãs do homem-morcego


A história de Batman nos consoles é longa, e com inúmeros jogos ao longo dela, entretanto foi na geração Playstation 3, Xbox 360 e Pc Windows que a legião de fãs do homem morcego recebeu finalmente os dois grandes jogos que são considerados dos maiores jogos de heróis da geração pelas competentes mãos da Rocksteady. Batman: Arkham Asylum chegou aos consoles em agosto de 2009 e no mês seguinte ao PC, trouxe a ousadia de redefinir jogos de super-heróis inventando a sua fórmula. Apresentou uma experiência inédita até então, com gráficos de ponta e gameplay exemplar, copiado por muitas franquias a partir dali; com gráficos maravilhosos providos pela Unreal Engine 3, estilo de combate inovador, história empolgante e ambiente atrativos em destaque. Em Outubro de 2011 a seqüência Batman: Arkham City chegou alcançando a Big-N chegando ao Nintendo WiiU, com uma proposta maior e mais agressiva o jogo teve ótima recepção aprimorando e expandindo o que se viu no seu antecessor e sempre deixando a dúvida de qual destas maravilhosas obras é a melhor.

Recém chegado ao Playstation 4 e Xbox One, Batman: Return to Arkham trás para nosso deleite Batman: Arkham Asylum e Batman: Arkham City, com todos os seus DLCs já lançados. Você terá Harley Quinn’s Revenge que se passa ao final de Arkham City, Saga da Mulher-Gato e muito conteúdo extra, como as skins alternativas em City, os mapas extras acrescidos dos mapas do Coringa (que foram exclusivos no PS3 quando do lançamento) em Asylum, tudo isto prolonga prazerosamente a jogatina.

O jogo recebeu um tratamento gráfico lindo devido a atualização da Engine Unreal 3 usada nos jogos anteriores, para a Engine Unreal 4, um trabalho muito bom que ficou a cargo da empresa Virtuos (conhecida pelos remasters de Final Fantasy XX-2 HD). Impossível para quem jogou na geração anterior não se surpreender com a evolução que é notória, por exemplo, na capa do Batman, que mostra texturas novas reagindo ao ambiente, nos efeitos de chuva, nas gotas de água escorregando, as roupas acumulando orvalho e umidade condensada, lembrando muito o que deixou muita gente boquiaberta em Batman: Arkham Knight. Texturas novas invadem os cenários, novas relações de luz e sombra, renovam totalmente os ambientes e mudam muito a percepção no que se refere ao tom sombrio na geração anterior, temos um jogo mais “claro e colorido”. O fator principal em tanta “claridade” deve-se a mudança da Unreal Engine 3 para o Unreal Engine 4, de início é desconfortável esta “alegria” das cores e luzes na tela que aos poucos você se habitua, os jogos ganharam sim melhoramentos incríveis com o novo tratamento, mas perderam o tom sombrio pelo fato de estarem mais vivos aos olhos, os dois jogos rodam em resolução de 1080p, o que não ocorria em Arkham Asylum original.

O gráfico recebeu upgrades notáveis.

O gráfico recebeu upgrades notáveis.

A jogabilidade é plenamente respeitada, fluída e maravilhosa, os controles de ambas as versões foram perfeitamente ajustados e atualizados, embora a experiência de jogabilidade tenha evoluído muito, dentro da série nestes sete anos, se mostra extremamente confortável. Quem estava imerso no mundo de Arkham Knight vai sentir inicialmente uma ausência de combate Stealth, o que não prejudica de forma alguma a jogatina, os combates são intensos e empolgantes mesmo depois de tanto tempo. Somando os dois jogos facilmente temos cerca de 13 horas de gameplay, claro que se você é um obstinado na busca por conquistas o tempo aumenta sensivelmente pois, diversos troféus do Charada,  vão te deixar de cabelo em pé, com quebra-cabeças sofisticados e colecionáveis espalhados em muita exploração e as missões secundárias merecem destaque nesta parte.

Infelizmente nem tudo são flores. Além dos pontos positivos do passado, traz velhos problemas com a “Desinteligência” artificial, câmeras mudando para ângulos bizarros em alguns momentos e ainda temos novos problemas. As quedas de framerate são notados quase constantemente, desde as falhas na transição de cenários ou momentos de muita ação em tela até cenas abertas mostrando o caminho a ser percorrido, momentos desconfortáveis providos talvez pelo uso da resolução dinâmica aplicada nestas versões, entretanto o que realmente desaponta nem são os problemas citados, mas sim uma notável ausência… 

 

É Batman nós também ficamos tristes com a ausência de Batman Arkham Origins...

É Batman nós também ficamos tristes com a ausência de Batman Arkham Origins…

A ausência de Batman Arkham Origins e Batman Arkham Origins Blackgate, ambos se passam anos antes dos eventos de Arkham Asylum. Não foram desenvolvidos pela Rocksteady (talvez este seja o motivo de estarem de fora) . Batman Arkham Origins foi produzido pela Warner Montreal sendo canônico e oficial da saga, lançado para PC, PS3, Xbox 360, e embora contestados em em relação a qualidade são uma ausência impactante na coleção Arkham, o próprio título Return to Arkham, sugere a saga toda.

Return to Arkham tem legendas em português, o que faz da imersão na história algo maravilhoso, pois o jogo conta com muitos diálogos complexos e necessários a trama. No seu box exclusivo para o Brasil, além dos dois títulos remasterizados, traz o desenho animado em Blu-Ray, Batman: Ataque ao Arkham.

Embora os problemas pontuais que podem ser corrigidos em algum futuro dlc, temos em ambas plataformas dois jogos incríveis, que certamente estão entre os maiores de sua geração. Fica a sensação de uma “coleção incompleta”, mas são jogos indispensáveis especialmente para quem é fã do homem-morcego, um trabalho de remasterização, na parte gráfica, excelente por parte da Virtuos, estando muito acima da média dos remasters atuais.

Confira o vídeo abaixo com a comparação gráfica entre as versões originais e os remasters para atual geração, video este que você encontra no canal Batman Arkham Videos.


Após Pokémon Go perder mais de 10 milhões de jogadores, Niantic toma atitude ao ouvi-los


Perder 10 milhões de usuários em poucos tempo de sobrevida seria para alguns apps ou jogos a “morte” certa, para a Niantic e seu Pokémon Go,  que já foi no lançamento o jogo mais rentável da história, não é diferente. Muitos usuários reclamaram (e com razão) que o jogo estava um pouco esquecido, muitas funções aguardadas e apresentadas no conceito ainda não surgiram e o desinteresse já beira até os mais fãs da franquia, e a evasão de usuários diários já começa a ser sentida. Nas ruas e praças o volume de caçadores tem diminuído visivelmente, e os jogadores mais assíduos declaram que “os modinhas” (como são vulgarmente chamados os jogadores casuais que não são propriamente fãs da série) estão se afastando, se é isso ou não, parece que a desenvolvedora não quer pagar pra ver.

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Evento de Halloween em Pokémon GO

Desde o mês passado que vemos uma retomada das rédeas, que talvez tenha sido parte do seu planejamento, para tentar esquentar as coisas quando o jogo já estivesse em todas as praças previstas, o que já parece ter acontecido, com a chegada do Halloween tivemos o tão aguardado e aclamado primeiro evento do jogo, que garantiu bons bônus àqueles que participaram e puderam ter seus Candys multiplicados, Pokémon raros capturados, e uma enxurrada de notícias e compartilhamentos voltaram a acontecer, o que consequentemente trouxe de volta boa parte dos usuários que haviam deixado a plataforma, pelo menos nesse período festivo.

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Imagem: Bônus Diário Pokémon GO

Nessa semana foi anunciado que adotarão um sistema de bonificação diário, com certeza buscando maior adesão de jogadores em um único dia. Sendo assim, o primero pokémon capturado no dia e o primeiro pokestop visitado , darão mais XP , Candys e Stardusts.

 

Aproveitando a onda, e o buzz gerado , a Niantic acaba de anunciar por meio da conta oficial do jogo no Facebook, a seguinte novidade:

Professor Willow has conducted research and made some major discoveries! Trainers may notice fewer Pidgey, Rattata, and Zubat, and an increased variety of other Pokémon. It was also discovered that Pidgey and Rattata no longer hatch from Eggs and Eevee now hatches from 5 km Eggs only.

Captura de Tela Facebook Oficial Pokemon Go

Tradução: O Professor Willow realizou pesquisas e fez algumas grandes descobertas! Treinadores notarão menos Pidgey, Ratata, e Zubat, e uma maior variedade de outros Pokémon. Também descobriram que Pidgey e Ratata já não chocam de ovos e agora Eevee só saem de ovos de 5 km.

Parece que a estratégia da Niantic agora é ouvir seus jogadores e tentar melhorar o jogo, que mais parecia um beta que começa a tomar a forma que deveria ter exatamente. Ficamos felizes com essa nova leva de características reveladas e com esse repentino interesse em agradar, mas muito ainda precisa melhorar, coisas como:

  • Sistema de Nearby mais eficiente.
  • Alguma forma de radar oficial
  • Banir os diversos bots e hacks que ainda povoam os ginásios e impedem a boa jogabilidade.
  • Sistema de trocas e batalhas , o bom e velho PVP.
  • Resolver a falta de pokestops em diversas regiões , assim como estádios , principalmente em locais mais afastados de grandes centros urbanos.

E talvez o mais esperado agora, liberar ou fazer evento para os raros semi-lendários e lendários.

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos, como diriam os maiores e melhores episódios … TO BE CONTINUED.


XCOM 2 A estratégia em defesa da humanidade


Fugindo da costumeira “receita que dá certo”, XCOM 2 “reinventa” a jogabilidade em relação ao seu antecessor (XCOM: Enemy Unknown) fazendo quem jogou a versão anterior sentir-se desafiado com as mudanças, melhorando muito a customização, expandindo e evoluindo tudo que vimos no último jogo. A jogabilidade é maravilhosa e a evolução gráfica é notável nesta sequência que foi lançada no PC em fevereiro deste ano e agora chega aos consoles Playstation 4 e Xbox One.

Alienígenas "pagando de bonzinhos".

Alienígenas manipulando a sociedade em um regime opressor de falsa bondade.

A história de XCOM 2 se passa 20 anos após o ataque alienígena a terra visto no primeiro jogo, e surpreendentemente mostra um planeta terra dominado pelos alienígenas, manipulando a sociedade através de uma falsa agência que atua no mundo inteiro, auxiliando as pessoas e melhorando o planeta, entretanto, executa uma silenciosa ditadura a raça humana de forma opressora, executando, sequestrando e realizando experimentos diversos com finalidade obscura. Desta vez é mais complicado combater os aliens, pois não somos a agência de governo global com recursos ilimitados a disposição como no passado, mas um pequeno grupo de resistência. Na luta pela libertação da humanidade você será visto como vilão pela sociedade manipulada, um membro da resistência que utilizará de muita estratégia na luta contra os alienígenas dominadores.

A cobertura nos cenários é peça chave para vitória.

A cobertura nos cenários é peça chave para vitória.

Nos jogos anteriores a estratégia era essencial e neste sentido XCOM 2 eleva e melhora o desafio. Em combate existem muitas possibilidades e missões, desde interação com objetos até missões de escolta, espionagem, e roubo de equipamentos alienígenas. A mobilidade da nave (quartel general da resistência) é um diferencial na luta pela sobrevivência e na execução das missões citadas, é a partir dela que são elaboradas armas aperfeiçoadas, construção de novas bases e melhoramentos para seus soldados. Sua base não é fixa como no jogo anterior, mesmo por que você é caçado pelos alienígenas (incluindo recompensas pela sua cabeça). Ao iniciar suas missões sua equipe entra no campo de batalha em stealth e só sairá quando você atacar os inimigos ou entrar no campo de visão deles; a furtividade felizmente pode ser utilizada por toda a equipe no campo de batalha o que faz você realizar façanhas cinematográficas em armadilhas e missões.

Esperar o momento certo para atacar é vital para o sucesso.

Esperar o momento certo para atacar é vital para o sucesso.

Espreitar os aliens até que eles se exponham é fundamental para o sucesso; em campo usamos um pequeno grupo com especialidades distintas. A cada batalha a experiência aumenta, e seus comandados podem ser promovidos e as promoções dão acesso a novos equipamentos e habilidades, além de que, receberá créditos ao completar as missões. Estes créditos exigem muito cuidado ao serem aplicados, pois sempre parecerão escassos, especialmente na construção de armas mais avançadas. Acoplando itens especiais as armas, você evoluí o equipamento equilibrando o poder de fogo da resistência em relação aos alienígenas (lembre-se de pegar itens dos aliens). Stress, ferimentos e claro a morte, tornarão muito trabalhoso manter o equilíbrio. Uma vez que um combatente esteja ferido vai levar certo tempo para se recuperar e corre o risco de ficar traumatizado. Se mesmo assim leva-lo ao combate ele tende a enlouquecer, não obedecerá os comandos e comprometerá a segurança do grupo e a execução da missão.

O adversário mais problemático contudo, é o misterioso projeto “Avatar”, representado por um relógio de doze horas em nosso mapa, aonde chegar ao zero representa o “game over” para a resistência. A Resistência global, por sinal, é chave para esta mortal luta contra o tempo, diversas bases ao redor do planeta formam uma rede de combate, trocando informações para que instalações alienígenas ligadas ao projeto Avatar sejam destruídas, parando ou até mesmo regredindo o relógio mortal. A variedade de inimigos se destaca, especialmente humanos híbridos da Advent (organização que tem humanos aliados aos alienígenas) e o comportamento dos inimigos é outro destaque, conhecidos do primeiro XCOM, os Sectoids, por exemplo, usam do controle da mente como sua principal arma, manipulando humanos e colocando sob seu comando.

O mapa global mostra o relógio "Apocalíptico" do projeto Avatar no topo ao centro.

O mapa global mostra o relógio “Apocalíptico” do projeto Avatar no topo ao centro.

Se você não tem preferência pelo gênero de estratégia, pode acabar se surpreendendo com este título, digamos que ele pode sim se encaixar em diversos gêneros, uma característica que reforça esta ideia é que aqui não temos tutoriais com textos cansativos, sendo os combates seus melhores professores, trazendo a sensação de jogos onde a experiência é adquirida de forma mais prática. As personalizações dos personagens também tiveram uma gigantesca melhora e são um diferencial em relação ao anterior, e vão prender sua atenção,  desde escolha do rosto, cicatrizes, pele e cabelo, pinturas de guerra, até adereços como tapa-olhos, bonés, máscaras etc.

A customização é um show a parte: Quem sabe o bruxo Geralt (The Witcher), ajude a por fim a dominação alienígena?

A customização é um show a parte: Quem sabe o Geralt de Rívia (The Witcher), ajude a por fim a dominação alienígena?

A versão avaliada aqui traz um sistema de comandos muito bem transportados para o controle do Xbox One com jogabilidade muito boa. Uma versão que não tem problemas de frame rate como no lançamento para PC, com soluções que dão um ritmo fluído trazendo a experiência completa neste excelente título onde as estratégias de combate são fundamentais.

XCOM 2 é certamente recomendado, um grande título que soube evoluir muito em relação a si mesmo, um grande trabalho da Firaxis, além de tudo já citado, traz incluso suas duas expansões “Alien Huntes” e “Shen’s Last Gift” lançadas no pc, com cenas cinemáticas muito bem elaboradas e apresentando uma fácil curva de aprendizado é um título fantástico e muito bem vindo!

O Trailer de lançamento de XCOM 2, pode ser conferido abaixo:


Cooperação ou Multiplayer!!! Você sabe a diferença?


O advento da internet, a globalização e a expansão das tecnologias de comunicação, ajudaram a criar novas interações no mundo dos jogos, principalmente quando falamos de jogar com um grupo de pessoas. Essa característica peculiar, traz duas modalidades de jogos bem distintas, mas que podem confundir os mais desavisados. A realidade é que a maioria dos jogos está trazendo uma interação entre múltiplos jogadores como diferencial, seja como escopo principal ou um extra muito bem-vindo.

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Imagem: Seleção de Team no League of Legends

Mas afinal, o que jogos como Counter- Strike e League of Legends têm em comum, você saberia responder?

Ambos são jogos que usam como alicerce da sua jogabilidade a interação cooperada, em outras palavras, você joga com “a galera” e precisa dela para terminar sua partida. Nesse tipo de jogatina, você é estimulado a estar sempre presente e a cooperar ativamente com sua equipe ou aliado, e sua inatividade em determinado espaço de tempo pode lhe custar banimento da partida, e outros ônus no processo de jogo.

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Modo Multiplayer + Co-op de CS Online

Isso não acontece no caso de jogos multiplayer , onde um ambiente pode ser compartilhado por diversos jogadores, que têm ou não o mesmo objetivo, sem que a interdependência seja uma regra ou determinante para a conclusão da missão , jogada ou trecho.

Ambas as estratégias podem ser utilizadas para dinamizar o modo de jogar, por exemplo jogos que oferecem o modo online em ambiente aberto como multiplayer e a adesão a clãs ou equipes como forma de co-op (abreviação de cooperação), o que podemos encontrar em diversos jogos como Call of Duty , GTA Online e Bloodburne por exemplo.

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GTA – San Andreas

Tudo que falamos até agora exige que os jogadores estejam utilizando servidores na internet para que a “mágica” aconteça, porém é possível também que jogos ofereçam o multiplayer offline, ou em lan, ou até o modo co-op local. Esse último modo lembra bastante o “jogar de dois” das primeiras gerações de consoles , que vêm se perdendo ao decorrer de novos lançamentos, nele é possível estar em modo cooperativo jogando com seus amigos , na mesma sala , conectados ao mesmo PC ou Console, com múltiplos controles.

 

Um bom exemplo dessa forma de jogo é o Legend of Dungeon, da Robots Love Kitty, uma divertido RPG  em 2.5D , com personagens em gráficos que lembram o Nintendinho 8 bits, onde é possível jogar solo ou com até 3 amigos, a fim de vencerem as 26 fases e o desafio final.

 

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Bloodborne

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Cooperação offline local no Legend of Dungeon

Não é raro encontrarmos pela internet , definições bem simplificadas sobre a diferença básica do que é multiplayer e cooperação , onde muitos se prendem ao fato de que no primeiro se joga versus e no segundo jogam na mesma equipe, mas já vimos que essas explicações são bem superficiais, cabe aos desenvolvedores encontrarem os caminhos de diferenciar ou misturar os dois de forma que a diversão seja o alvo, afinal em um jogo antes de tudo é o que mais importa , se divertir.


Killer Instinct Edição Definitiva traz todas as temporadas e novo modo Shadow Lords


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Jago não estará sozinho em sua derradeira batalha para proteger a humanidade.

Em sua edição derradeira, o jogo de luta da Microsoft Studios desenvolvido juntamente com a Iron Galaxy Studios, lançado no dia 20 deste mês, para Xbox One, e Windows 10, Killer Instinct chega trazendo excelente custo benefício.

Com conteúdo completo de todas suas temporadas, os 26 lutadores disponíveis incluindo os personagens convidados mais que especiais Rash (Battletoads), Árbitro (Halo), General Raam (Gears of War), os cenários das três temporadas, diversos skins lançados até o momento,  trilha sonora oficial do jogo completa disponível em CD (em sua versão física) e código de acesso ao pacote extra de skins exclusivos da versão, como por exemplo Gargos dourado, ainda traz os dois jogos clássicos da franquia, mas o destaque principal está no modo Shadow Lords.

Assim como nas temporadas anteriores, já era aguardado o modo história da terceira temporada ganhar a luz do dia, cedo ou tarde, Shadow Lords se incorpora com com muito mais a oferecer que seus antecessores, a campanha de Shadow Lords ganha mais profundidade e já se destaca desde sua colocação na tela principal do game.

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Gargos chega com poder total para dominar a terra!

Gargos, personagem disponibilizado na terceira temporada do game, é o destaque do modo Shadow Lords, retornando com sua insaciável busca pelo domínio do planeta terra! A manipulação de portais interdimensionais possibilitou a Gargos a invasão e conquista da terra, para isto são enviados a terra cópias dos combatentes e diversos Omens (seu principal capanga também disponível desde a segunda temporada). A campanha deste modo se diferencia muito dos modos história da primeira e segunda temporada, deixando pra trás o jeitão arcade da campanha, e alternando entre batalhas e estratégia. Você forma uma equipe de três lutadores, que partirão em jornadas diretas ou indiretas de luta contra os clones e omens que cada vez que forem mortos enfraquecem Gargos na batalha final, ou seja, derrotas contra Omen podem significar aumento de força do chefe final. Derrotando os inimigos você libera itens diversos, desde itens para recuperar a energia, como melhoramento com equipamentos, e até o auxílio de Guardiões.

Visivelmente esta versão mostra evolução na estabilidade do game, melhorias gráficas de cenários e personagens, correções de pequenos erros, assim como na segunda temporada, e melhora no balanceamento dos lutadores. Para quem nunca jogou Killer Instinct desde seu lançamento em 2013, saiba que esta versão é uma excelente pedida em um jogo de luta para o console da Microsoft e disponível também para Windows 10, onde você terá tudo o que foi lançado para o jogo em todas as temporadas, a inclusão do modo Shadow Lords evoluí muito a forma de se ver o modo história dentro da franquia, além dos extras que divertem muito, todo este conteúdo completo e suas melhorias tornam o jogo um título excelente e que certamente vale muito a pena.

O trailer de lançamento oficial de Killer Instinct Edição Definitiva você confere aqui:


Amor e ódio por Pokémon Go


Estamos, já cansados (ou não) de ver e ouvir sobre a febre mundial que Pokémon Go se tornou, mas também é notável que nem tudo são boas notícias para os usuários e fãs da franquia dos “monstrinhos de bolso”.

Hoje ao fazer minha leitura diária sobre o mundo dos games em sites por todo o globo, me deparei com uma cena no mínimo interessante, um dos veículos visitados exibia nada menos que 6 (seis) matérias consecutivas sobre o famigerado jogo da Niantic Labs. Até aí tudo bem, sendo o “jogo do momento”, é natural que receba tamanha atenção, mas o que torna esse fato considerável, é o tipo de ocorrências registradas em vários países, que pairam entre os dois extremos e beiram o absurdo.

Notícias que vão desde cidades que construíram estátuas em homenagem aos PokeStops , passando pela possibilidade de gerar panes elétricas em usinas, até pessoas indo a cidades inóspitas para caçar monstrinhos e além de bispos “demonizando”o jogo. Todo esse reboliço geram opiniões diversas na população que não compreende ou simpatiza com o jogo, construindo um preconceito que pode até dificultar as relações dos adeptos ao jogo, com os “não-jogadores”.

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Monumento em cidade norueguesa que reivindica PokeStops.

Porém… O que será que causa esse fenômeno?

Se analisarmos de forma ampla, veremos que esse fator não é , nem nunca foi exclusivo de Pokémon Go, talvez seu engajamento muito rápido e sem precedentes para um jogo mobile tenha tornado seu julgamento público mais facilmente verificável , mas não é difícil encontrarmos casos de pessoas, artistas, produtos que tiveram a mesma ascensão meteórica, terem seus trunfos atribuídos à magia negra e/ou ceitas ocultas , bem como sua consagração a dominação mundial promovida pelos Illuminnati (serious?).

Em contrapartida vemos diversas histórias inspiradoras, que utilizam o fator jogo como plano de fundo para promover , a educação , a inclusão, ajudar na recuperação de crianças e jovens com câncer e outras doenças , além de despertar o hábito “da caça”, tornando algumas pessoas (inclusive eu) menos sedentárias. Os dois lados têm representações muito fortes de casos contra e a favor desse sucesso.

Assim como todos os outros que passaram, e bem como, os que virão, Pokemon Go será “esquecido” , ou pelo menos o deixarão em paz , e os jogadores poderão ter seu entretenimento garantido sem grandes problemas, mas, enquanto isso não ocorre, novos casos bizarros continuarão sendo notícia na imprensa internacional.

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Alertas dentro do jogo Pokémon GO.

A desenvolvedora tem feito sua parte, ao alertar sobre o melhor uso do aplicativo, tais como: Não utilizá-lo ao dirigir , não se aventurar em locais perigosos , dentre outros, cabe a nós treinadores e candidatos à mestres Pokémon, não entrarmos em encrencas (principalmente as em dobro) e acabar virando notícia em algum meio sensacionalista.

No mais, preparem as pokebolas e vamos à rua , por que ovos não se chocam sozinhos e pokémons não tocam campainhas!!!

Se você quer ser um mestre… Ser de todos o melhor … Vamos lá!!!


Guia de Etiqueta e Segurança para jogadores de “Pokémon GO”, Sim, nós precisamos de um!


Se você vive em Marte e ainda não conhece Pokémon Go, fique sabendo que o mais recente game mobile da Nintendo está fazendo um sucesso absurdo, despontando como primeiro colocado em praticamente todas as lojas de apps em que está disponível desde o lançamento. O jogo de realidade aumentada para smartphones que utiliza seu seu GPS permite que você se transforme em um (quase) verdadeiro mestre Pokémon capturando Pokémons no mundo real.

Desde seu lançamento, Pokémon Go tem gerado histórias pra lá de bizarras, desde casos inusitados, como pessoas que encontraram cadáveres enquanto tentavam capturar um Pokémon, outras que sofreram acidentes ou ataques enquanto caminhavam distraídas, até aglomerações em lugares públicos, indivíduos que burlaram a lei para entrar em locais proibidos e tumultos chegaram a causar desordem entre moradores.

“Como assim Bruna, o jogo ainda nem saiu no Brasil!” Mas nós sabemos que quando sair será o maior alvoroço, então, vamos lá.

Conhecendo bem o público gamer Brasileiro e pensando na segurança do mesmo, após uma breve pesquisa selecionei as dicas mais primorosas de como não morrer, não matar alguém acidentalmente e nem ser assaltado jogando Pokémon Go.

Guia de Etiqueta e Segurança:

  1. Sua segurança deve ser sua principal preocupação
    Não vá a lugares nos quais você não se sente completamente seguro, confie nos seus instintos e tenha bom senso. De acordo com Revescraft, os Pokemons em si são gerados aleatoriamente, o que significa que podem aparecer em qualquer lugar. O jogo não é capaz de definir qual lugar é seguro e qual não é, mas você tem essa capacidade, então tenha sempre muita atenção a pessoas e a todo movimento ao seu redor. Isso inclui locais como áreas com perigo de deslizamento ou o meio de uma avenida movimentada.


  2. Não jogue em eventos sérios
    40154e50ce3f004e1956ddb9bcf26dcdb3b63d7424c5191bc9d034c0ea1ca6f8_1Funerais, formaturas, jantares em família, uma visita a um museu, casamento ou aniversário de quinze anos da priminha. Controle-se campeão, algumas situações exigem um pouquinho mais de decoro, se você estiver em uma situação onde você normalmente estaria longe do seu telefone, então você deve continuar a estar longe do seu telefone.


  3. Não jogue enquanto dirige ou anda de bicicleta, skate, patins, patinete, andando a cavalo, de lambreta…
    Lembre-se que existem leis que limitam o uso de telefone celular ao volante e mesmo que não esteja escrito que é proibido capturar um Mewtwo enquanto se está parado no trânsito, você é responsável pela sua segurança, dos seus passageiros e os pedestres ao seu redor, e que ao utilizar o celular enquanto dirige você está inclusive sujeito a uma multa e das pesadas. Mesmo que não existam leis que proíbam o uso de celular enquanto se anda de skate, ao se movimentar em alta velocidade distraído, as chances de você provocar um acidente colocando a sua vida e de outras pessoas em risco é enorme.


  4. Prepare-se quando sair para longas caminhadas
    Pokémon Go exige que você saia por aí caminhando e explorando localidades o que pode ser muito bom. É aconselhável levar água sempre que você vá percorrer caminhos mais longos, também vale planejar sua rota antes de percorrê-la e procurar um lugar onde você possa parar para um descanso.


  5. Não seja tonto – respeite a lei
    Se é um há um Pikachu na vizinhança na qual você está andando, Pokemon-Policemas é no quintal de alguém, faça o que fizer, NÃO INVADA PROPRIEDADE ALHEIA. “Eu estava só jogando um jogo” não vai colar como uma desculpa para violar a lei de invasão de propriedade privada. Se você quiser muito pegar aquele Pokémon raríssimo no quintal da vizinha, peça permissão. Não fique se esgueirando em torno da casa dos outros, você está sujeito a arrumar uma bela confusão se dono da casa não gosta de pessoas suspeitas em torno de sua propriedade. Realmente não pega bem ter no obituário “levou um tiro porque estava tentando capturar um Charmander no quintal de alguém”.


  6. Não deixe seus pertences por aí e se mantenha informado com relação a fraudes e crimes relativos ao jogo
    Às vezes é bom não confiar de cara nas pessoas. Qualquer um que tenha intenção de roubar ou sequestrar vai se aproveitar se houver uma chance e se você der bobeira, já era meu amigo.


  7. Evite aglomerações ou locais extremamente isolados
    Nã-nã-ni-nã-não. Nem pense em capturar Pokémons raros na linha vermelha do metrô às seis da tarde. Também vale evitar sair correndo feito um desembestado por aí em locais públicos como rodoviárias e aeroportos. “Olha lá um Snorlax do outro lado da linha azul – temos que pegar!” Segura essa emoção e vê se não derruba ninguém na frente do trem.


  8. Aproveite para conhecer umas gatinhas (ou gatinhos)
    Lembre-se de interagir com outros seres humanos, essa pode ser uma boa oportunidade de jogar em grupo, explorar a cidade, conhecer gente com gostos parecidos com o seu. Tente não se isolar ainda mais com seu Smartphone e olhe ao seu redor, quem sabe você não captura bem mais que um Snorlax?


Resumindo a história: quando Pokémon Go estiver disponível pra gente, tenha bom senso, respeite espaços e pessoas e mantenha-se seguro. E para não perder nada do mercado de games fique ligado no Facebook e Twitter do Marketing & Games!


Electronic Arts remove restrições de gênero em “The Sims 4”


A Eletronics Arts, querendo se certificar de que todos em sua comunidade diversificada se sintam incluídos e tenham a capacidade de se expressar na criação e edição de seus personagens dentro do jogo, pretende eliminar as restriçõs de gênero na criação de personagens em uma atualização do jogo que estará disponível em breve.

Todos os Sims poderão usar roupas e acessórios anteriormente disponíveis apenas para gêneros específicos. Mais de 700 opções de personalização que antes só podiam ser selecionadas para um gênero, estarão disponíveis para todos. Além de roupas, as opções de estilo de fala, corte de cabelo e postura também passaram a ser compartilhadas por ambos independente do gênero.

Quatro membros da equipe de The Sims: Rachel Franklin, Gerente Geral da Maxis, o Produtor Kevin Gibson, a Produtora Sênior Lyndsay Pearson e o Designer Lakshmi Howe se reuniram e responderam a diversas perguntas sobre como esta nova atualização surgiu e que novas escolhas teremos na criação dos nossos Sims.

Q: Como foi que a equipe começou a falar sobre expandir as opções de criação de personagem no The Sims?

RACHEL FRANKLIN: Nós sempre observamos os tipos de Sims que nossos jogadores querem criar e nos esforçamos para que o que eles vêem na vida cotidiana possa ser refletido dentro do jogo. Então nós fornecemos aos jogadores as ferramentas para criar qualquer Sim que eles escolherem.
KEVIN GIBSON: The Sims é um jogo de simulação que deve refletir a vida. Expandir a criação de um Sim para suportar uma ampla gama de histórias que incluem diversos personagens foi uma extensão natural. Todos nós sentimos que era definitivamente a hora de fazer esta adição.
LYNDSAY PEARSON: Nossa equipe começou a trabalhar em um protótipo legal baseado em torno de o que aconteceria se pudéssemos deixar qualquer Sim vestir qualquer coisa. Começamos a ver Sims do sexo feminino vestindo sweaters e Darth Vaders curvelíneos, e ficamos realmente animados sobre o potencial para desbloquear uma enorme quantidade de personalização adicional.
LAKSHMI HOWE: Foi muito legal ver a equipe se reunindo para encontrar soluções que nos permitiram fazer tantos Sims como nós nunca fomos capazes de fazer antes.

Q: Quanto tempo demorou esse processo de adicionar a atualização, do começo ao fim?

RF: Nós começamos a falar sobre a expansão de “Criar um Sim” a cerca de um ano atrás. Houve um esforço grande da arte envolvida, além de algumas prototipagens técnicas, como também queríamos ter certeza de que a manipulação do corpo estava ótima em qualquer tipo de corpo. Sem mencionar que, dada a variedade de histórias que esta atualização pode facilitar, a equipe também trabalhou muito para garantir que a atualização fosse autêntica e respeitosa com a comunidade transgênero.
LP: É algo que começamos a fazer em pequenas partes e começamos a trabalhar para valer cerca de seis meses atrás.

Q: Quão  importante para os jogadores é poder  ter escolhas em como eles representam seus Sims?

KG: The Sims é um jogo sobre o jogador. É um jogo sandbox, e nosso objetivo é dar tantas ferramentas quanto possível para jogar na areia. Sem escolha, não é uma caixa de areia. Não é The Sims.
RF: Exatamente – The Sims é questão de escolha e auto-expressão. A primeira coisa que a maioria das pessoas faz quando começa a jogar The Sims é fazer todos que eles conhecem. Então, se você não pode se relacionar com o Sim que você está criando, não fizemos justiça aos nossos jogadores sendo capazes de fornecer-lhes as ferramentas que precisam para jogar da maneira que eles querem.
LH: Estamos constantemente tentando pensar em maneiras de criar novos tipos de Sims, isso pode ser adicionando novos traços e roupas ou a criação de novos sistemas para expressar suas diferenças. Estamos sempre trabalhando para permitir aos jogadores a melhor forma de se criar, alguém que eles conhecem, ou alguém que tem uma grande história.

Q: Então, o que essa atualização significa para aqueles que jogam The Sims?

LH: Abrimos vestuário, maquiagem, acessórios, vozes e muito mais para o sexo oposto. Com essas mudanças, os jogadores têm a oportunidade de explorar com maior fluidez de gênero do que temos visto em The Sims antes.
RF: Agora você pode personalizar, criar ou modificar os seus Sims com qualquer tipo de tipo de corpo ou estilo de roupa.
LP: Os jogadores serão capazes de selecionar quase qualquer peça de roupa ou acessórios para os seus Sims, independente da configuração inicial de gênero. Eles também terão um controle ainda mais direto sobre a forma e o corpo de seus Sims.

Q: De que formas os jogadores poderão tornar seus sims mais personalizados?

KG: Os jogadores podem modificar a sua voz e isso não está restrito ao conjunto original de três vozes, abrimos o catálogo de roupas, incluindo o cabelo, que é um enorme ganho para o jogador personalização pessoal.
LP: Eu pessoalmente gosto de experimentar todas as novas opções de cabelo! Cabelo pode acrescentar muita personalidade para o meu Sim.

Q: Com qual  parte da atualização a equipe Sims está mais orgulhosa e animada?

RF: Eu acho que esta é uma atualização que significa coisas diferentes para pessoas diferentes. Cada um de nós tem seus próprios recursos ou capacidades favoritas. Eu acho que é incrível que todos os jogadores possam usar o que quiserem no jogo.
KG: Tudo! Tem sido um trabalho de amor e nós queremos dar tudo aos jogadores e ver o que fazem com isso.
LP: A tecnologia necessária para fazer essa mudança – para permitir que recursos sejam usados em ambos os sexos – foi bastante profundo e fresco. Foi também muito experimental.
LH: Eu acho que estamos muito animados em dar aos jogadores mais flexibilidade na forma como os seus Sims aparecem, permitir a eles expressar essas diferentes histórias e personalidades dos Sims.

Q: O que significa para vocês ter essa atualização disponível para os jogadores?

RF: Temos um profundo respeito com os nossos jogadores, não importa quem são ou de onde vêm. Para nós, ser capaz de dar a eles mais controle e liberdade de expressão é o coração do que faz o jogo The Sims tão especial. E dar apoio a isso me faz pessoalmente me sentir honrada de trabalhar aqui.
LP: The Sims é um jogo extremamente pessoal. Nossos jogadores o usam para jogar fora desafios, experimentar coisas novas ou contar suas histórias. A razão pela qual eu estou tão feliz em fornecer essa atualização para criar um Sim é que estamos removendo algumas das barreiras que possam ter sido previamente colocadas sobre essas histórias.
LH: Eu estou realmente animado que nós ampliamos as histórias que os nossos jogadores podem contar dentro do jogo. Sempre foi importante para mim que permitimos uma grande variedade de maneiras de definir e brincar com seus Sims, por isso estou muito orgulhoso que conseguimos remover algumas barreiras para a criação de Sims que desafiam a definição de gênero estereotipadas.

Todos nós sabemos da importância da inclusão e representatividade e dentro dos jogos, esse passo que a EA está dando dentro do The Sims é simplesmente fantástico e só posso concluir dizendo, parabéns e obrigada, EA Games.

Fonte.


Participe do “Papo de Mestre” sobre diversidade de orientação/gênero sexual no RPG


Foi durante a transmissão da criação de personagens da mesa de Dungeon World que os caras do Roleplayers se depararam com a questão. A livestream rolava com o canal Perdidos no Play, e eles deixaram o público escolher algumas características de cada personagem por votação. Foi então que escolheram uma barda transgênero para o um dos participantes, Bruno Cobbi. Durante a stream, eles perceberam que tudo foi feito em tom de brincadeira fazendo o Bruno Cobbi representar tal personagem e, assim que fecharam a stream, perceberam o quanto isso seria difícil para eles: representar uma personagem com características que, infelizmente, ainda são vitima de tanto preconceito na sociedade e a qual eles não tinham  ideia de como retratar de forma correta e respeitosa.

Depois de refletir sobre o assunto, eles decidiram trazer duas convidadas para um papo, Thais AKA Khephra Terrance, e Cecilia Souza AKA Cecihoney,  mestres e jogadoras de RPG, que toparam falar abertamente com a galera durante o programa Papo de Mestre sobre como abordar este tema em uma mesa de RPG.

Embora eu, Bruna, ainda tenha muito o que aprender sobre RPG, essa galera  é mestre no assunto e vai promover hoje (04/04/16) uma livestream para falar sobre a diversidade de orientação/gênero sexual no RPG. O pessoal do Roleplayers faz hoje o Papo deMestre às 21h em seu canal da Hitbox e para quem já manja do assunto ou para quem quer aprender e expandir seus conhecimentos, a live é uma ótima oportunidade de debater o tema com quem entende de verdade.

O Leandro “Siegfried” Caldarelli explicou os detalhes em um post no blog Roleplayers que o motivo dessa edição especial foi, além desses os últimos acontecimentos em parceria com o canal Perdidos no Play, logicamente, todo o movimento que tem acontecido nas redes sociais e na sociedade contemporânea que nos faz questionar valores e juízos.

A inciativa é sem dúvida muito bacana e o assunto é muito importante então se você deseja participar e contribuir para a discussão, não deixe de acessar o canal Roleplayers na Hitbox hoje às 21h em hitbox.tv/vairoleplayers.


Dicas de Marketing para o seu Indie Game


Desde que comecei a me aventurar a estudar, aprender e escrever sobre jogos indie, percebi que muitos estúdios nacionais iniciantes cometem repetidamente erros muito semelhantes e que muitas vezes acabam prejudicando seriamente a divulgação e o sucesso do produto final. Pude observar, ao conhecer diversos jogos, que os estúdios nacionais de desenvolvimento possuem no geral uma capacidade incrível de produzir jogos de qualidade, com temáticas e estéticas inovadoras, mas que pouco se destacam dentro do mercado de games. Porque?

Acredito que em muitos desses casos, o pecado está na comunicação fraca ou inexistente. O marketing é de vital importância para o sucesso de um jogo e não pode ser desconsiderado na hora da criação do game, resolvi então consolidar algumas dicas para quem não sabe o que fazer ou por onde começar. Espero que as dicas básicas que seguem sirvam de alguma ajuda.

Tenha um site

Sim, eu sei. Esta pode parecer uma dica básica demais e até bem boba, mas já me deparei (e não foram poucas as vezes) com jogos prontos ou em fase avançada de desenvolvimento que não possuíam nenhum site consolidando informações. Estúdios pequenos costumam cair muito nesse erro, mas para crescer é preciso investir, pelo menos, em um site organizado, apresentável e que reúna as principais informações do estúdio e do jogo em desenvolvimento. Precisa ter um site para cada? Não necessariamente, mas é preciso separar de maneira harmônica o local onde o visitante encontra informações do estúdio e onde ficam as informações do jogo (ou jogos e outros trabalhos) produzidos. Informações básicas de contato também são cruciais, no mínimo é preciso disponibilizar um telefone e um email e não vale esconder em uma sessão impossível de ser encontrada. A informação de contato tem que ser de fácil acesso, clara e objetiva. Muitos estúdios tem projetos em plataformas de financiamento coletivo e acreditam que ter uma sessão lá, ser suficiente, mas o site irá reunir todas as informações mais importantes em um só lugar e será um verdadeiro cartão de visitas para quem quiser conhecer o seu trabalho, portanto, prepare algo bem bonito que possa mostrar quem você é e a que veio.

Tenha Facebook, Twitter, Instagram, Youtube etc – e mantenha os canais atualizados

Ter perfis em redes sociais é de extrema importância para o seu estúdio e o seu jogo indie. Novamente, não é necessário, caso você não tenha uma equipe de social media, criar um perfil para cada jogo ou projeto, mas é importante pelo menos, que o estúdio tenha seus perfis nas redes e que sejam bem administrados e atualizados com frequência. Você pode criar sessões, listas, hashtags ou álbuns para cada um dos seus projetos, concentrando todo seu trabalho em um perfil do seu estúdio que servirá no futuro como um grande portfólio visual de tudo que você desenvolver. O ideal seria designar um profissional para cuidar disso exclusivamente, ter sempre publicações recentes a serem exibidas, interagir com quem falar com você nas redes sociais e manter uma identidade visual semelhante a utilizada no site. Na total impossibilidade de manter um profissional só para social media, a tarefa deve ser atribuída a alguém com conhecimento na área, o responsável por falar sobre o estúdio e os jogos nas redes sociais deve conhecer o trabalho que está sendo desenvolvido, jogar e ter tempo e desenvoltura suficiente para se comunicar em nome da empresa sem prejudicar sua imagem. Não sabe o que postar? Fuja do óbvio e da exclusividade dos diários de desenvolvimento. Falar do desenvolvimento do jogo é bacana sim, mas não precisa ficar só nisso, vale mostrar os bastidores do desenvolvimento, a galera do estúdio no dia a dia, artes, eventos, curiosidades. Bora colocar a cabeça para funcionar e a criatividade para fluir. Tem muitos posts em um único dia? Nada de fazer flood, programe postagens e distribua o conteúdo mantendo os canais atualizados sem saturar sua audiência.

Ter um Media Kit é bom e todo mundo gosta

Como eu apresento meu jogo para um blog, como o Marketing e Games, por exemplo? Entre em contato (sempre ou preferencialmente por email) com blogs, canais do Youtube, influenciadores e plataformas que possam te ajudar, mas tenha em mãos um media kit com as informações a serem apresentadas. Dá trabalho? Dá! Mas vale à pena. O media kit vai te ajudar (e muito) na hora de apresentar e distribuir seu trabalho pela internet, tenha descrições curtas e detalhas do jogo, imagens e toda informação que você gostaria que fosse compartilhada pela imprensa. Você pode também deixá-lo disponível no seu site para download, permitindo que qualquer pessoa que venha a conhecer o seu trabalho tenha acesso as informações necessárias para te ajudar a divulgar seu game. Uma vez que você puder começar a trabalhar com assessoria de imprensa, o media kit será simplesmente indispensável, lembre-se também de que o material deve ser compartilhável, leve e completo.

Se mantenha no hype

Trabalhar em uma comunidade e criar uma expectativa com relação ao jogo é uma estratégia muito bacana de crescimento, uma maneira interessante de gerar, aumentar e manter o interesse da audiência é fazer livestreams apresentando pequenas partes do jogo ou com um bate papo sobre desenvolvimento (a Hitbox é a plataforma ideal para isso, inclusive). Os bate papos ao vivo permitem responder perguntas, trocar ideias e sentir o feedback da comunidade com relação ao que está pronto podendo também atrair a atenção da imprensa e de outros streamers. Vale também, uma vez que tiver o jogo pronto, compartilhar chaves de acesso ao game com streamers, mas não se esqueça: não vale compartilhar uma chave de acesso com um streamer ou youtuber só porque ele tem um canal grande, procure por produtores de conteúdo cujo interesse seja em jogos parecidos, ou da mesma temática que o seu. Muitos estúdios (e aí, também entram estúdios grandes) caem no erro de mandar keys para grandes streamers e youtubers que ou cobram valores exorbitantes, ou produzem um material de baixa qualidade sobre seu jogo ou até nem sequer jogam. Neste caso vale muito mais ter vários youtuber e streamers menores que jogam, curtem e produzem bons reviews do seu jogo do que ter poucos que só falarão de você por dinheiro e sem nenhuma credibilidade.

Para que um estúdio indie tenha sucesso, o desenvolvimento  de um jogo de qualidade é crucial, mas é preciso também cuidar com carinho da imagem do estúdio, por menor que ele seja e trabalhar sim, fortemente o marketing. Dedique tempo as redes sociais, visite sites e redes de outros estúdios nacionais e internacionais e reserve uma verba de investimento para publicidade assim que puder. Se a verba demorar, vale trabalhar com o que tem e agarrar toda e qualquer chance de conseguir uma boa divulgação e essa chance pode vir sim, de uma rede social ou um blog.

De nada adianta ter um game maravilhoso se ninguém vai conhecê-lo e só existe uma maneira de mostrar sua capacidade e seu trabalho para todo mundo: e é através da comunicação. 😉 Não se esqueça disso!