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O concerto musical Vídeo Game Show – The Witcher 3: Wild Hunt está disponível em formato digital


A CD PROJEKT RED, criadora da série de jogos The Witcher, anuncia o lançamento do concerto Vídeo Game Show — Witcher 3: Wild Hunt do 9º Festival de Música de Cinema em Cracóvia. O vídeo está agora disponível para aquisição no YouTube.

O final da 9ª edição do Festival de Música de Cinema foi realizado na Arena TAURON, em Cracóvia. O público teve uma rara oportunidade de ouvir arranjos orquestrais das músicas de The Witcher 3: Wild Hunt, bem como suas expansões – Hearts of Stone e Blood and Wine. No total, o concerto possui mais de 2 horas de duração com a mais premiada trilha da aventura final do bruxo Geralt de Rivia.

Marcin Przybyłowicz, Diretor musical de Witcher 3
“Ver 12.000 pessoas ouvindo ao vivo algo que trabalhamos tantos anos com Mikolai Stroinski e Piotr Musiał – é algo mágico. Com o concerto agora disponível pelo YouTube, os jogadores, os fãs da fantasia e os amantes da música podem se juntar a nós e sentir as emoções desses momentos”, acrescenta Przybyłowicz.

Em cena, estão a AUKSO Chamber Orchestra da cidade de Tychy, o coro do Pro Musica Mundi, a banda folclórica Percival Schuttenbach e os solistas – Wioletta Chodowicz (soprano), Rafał Grząka (acordeão), Robert Jaworski (viela de roda, alaúde, violino) e Amir Yaghamai (mestre de instrumentos populares persas). O concerto foi realizado pelo fundador e diretor artístico da AUKSO, Marek Moś. O concerto também possui um arranjo especial de Lullaby of Woe, conhecido pelo trailer de A Night to Remember (Uma Noite para Lembrar), interpretado pela artista alternativa e vencedora de vários prêmios Fryderyk, BRODKA.

O Video Game Show – The Witcher 3: Wild Hunt foi realizado durante a 9ª edição do Festival de Música de Cinema em Cracóvia e organizado pela CD PROJEKT RED em cooperação com o Kraków Festival Office.


Transformando o ambiente: Minorias marcam presença na Campus Party 2017


No início desse mês, entre os dias 31 a 5, aconteceu a 10ª edição da Campus Party Brasil. Para os que não conhecem, a Campus é a maior experiência tecnológica do mundo que une jovens geeks em torno de um festival de inovação, criatividade, ciências, empreendedorismo e universo digital. Nesta edição foram mais de 700 horas de conteúdo, 09 palcos temáticos, uma internet cabeada de 40GB de velocidade e 6500 mil barracas na área de camping. (fonte) Dá pra imaginar o tamanho disso?

Neste ano, pela segunda vez como voluntário, primeira em São Paulo, pude perceber para quais direções o maior evento de tecnologia aponta. E elas são interessantes, animadoras. Começarei pela área freeplay, área dos consoles e computadores à disposição dos campuseiros e com campeonatos todos os dias. Para surpresa e constatação pessoal, havia apenas DOIS CONSOLES, em mais de 10 disponíveis, com jogos de futebol (adeus clube do bolinha!). Logo, a área dos “homens” estava aberta à qualquer um que quisesse jogar jogos de luta, plataforma e aventura. Durante os seis dias percebi várias garotas jogando e fiquei bem feliz, mesmo que ainda escutasse aqueles comentários idiotas do tipo: “você perdeu para uma menina. Que é isso!?”. (NEXT!) Dentro dessa área ainda havia campeonatos de LoL, Dota, CS, Just Dance e outros, e para aumentar minha felicidade, o segundo lugar de LoL teve uma menina na equipe! Sambou na cara dos “machões” no maior campeonato de moba do evento.

Ainda não parando por aí, pela primeira vez tivemos, oficialmente, um grupo LGBT fazendo parte desse mega evento: o Campus Pride. Segundo um dos responsáveis, Marcio Brito, a ideia é promover o que a Estela Camargo e o Renato Massaro (idealizadores do grupo) desejaram: formar um grupo com interesses em comum, no qual todos sejam ou tenham afinidades com o tema LGBT. (fonte) O grupo está no facebook, confira aqui. Completando esse espaço, tivemos diversas palestras (algumas sobre representatividade) e a presença de Lorelay Fox (Canal Para Tudo), Débora Baldin (Canal das Bee), Maicon Santini (Canal Maicon Santini) e Joely Nunes (Canal Afrontay).

As mulheres que desde o primeiro ano são minorias também marcaram presença. De acordo com a organização da Campus Party, cerca de 40% do total de 750 palestrantes eram mulheres – há alguns anos, o número chegava a apenas 5% do total. (fonte) Boa notícia não é mesmo? Espero que continue assim.

Infelizmente nem tudo são flores e o machismo é claro e reforçado tanto nos comentários como na postura dos campuseiros. No mesmo caminho, algumas empresas ainda estão longe de promover dignamente um evento de tecnologia para um público misto. Exemplo disso foi a marca Gillete, que presenteou os participantes com welcome packs. Nesses kits havia alguns itens e um barbeador masculino, item que causou desconforto às mulheres presentes. Tal reação repercutiu fazendo com que, em nota enviada ao Estado, a Gilette esclarecesse por que não foram todos os participantes da Campus Party que receberam o produto Mach3 no kit de boas vindas dos campuseiros. “Reconhecemos, no entanto, que a mecânica do sorteio foi equivocada e a participação deveria ser aberta a todos os participantes, por isso estamos modificando a mesma. Nos desculpamos com aqueles que se sentiram prejudicados”, afirmou a marca.” (fonte)

De qualquer modo, a presença de mulheres e minorias em eventos de tecnologia é crescente. Assim, torna-se cada vez mais necessário discutir esse cenário para termos ambientes mais humanos e justos. Quanto mais pontos de vista no mesmo ambiente, mais oportunidade de crescermos, tanto profissionalmente como pessoalmente.

Ps1: não morri.

Ps2: surpresas em breve.

Ps3: acreditem em mim!

Ps4: #paz.


A importância das Game Jams para o mercado de desenvolvimento de Jogos Digitais


 

Olá pessoal tudo bem? Vamos iniciar nossos conteúdos aqui no Marketing & Games falando de Game Jams! A dias atrás tive a oportunidade de conferir e participar da Global Game Jam 2017, onde em cada um dos três dias, estive acompanhando as atividades em 3 cidades diferentes onde também realizei palestras em desenvolvimento com a Lumberyard Engine e Amazon Game Lift ambos da AWS, e com base em uma análise minuciosa que fiz ao perceber a dimensão das game jams, compartilho com vocês minhas considerações sobre a importância destas  no cenário desenvolvedor de games.

Durante o resto do ano, várias outras  Game Jams e Play Testes são realizados pelas IGDAS, studios desenvolvedores, comunidades indies e até pelas instituições de ensino que oferecem formações na área de Jogos Digitais.

O Global Game Jam é o maior evento de desenvolvimento de jogos do mundo, é gratuito e aberto para toda a sociedade e simultaneamente em mais de 70 países, inspirando vários desenvolvedores de todo o planeta a trazer incríveis criações à vida. Geralmente o Global Game Jam sempre ocorre no mês de Janeiro e o considero um excelente evento para você iniciar o ano participando, criando networks, aprendendo e produzindo seu jogo, ou melhor o seu protótipo nas 48 horas do evento. Sem dúvida é uma oportunidade impar na vida de quem já está no mercado e de quem está entrando, seja você estudante ou não.

Gerando Oportunidades

As game jams não são apenas uma corrida para você desenvolver um jogo às pressas, nem tão menos uma competição, podemos considerar como oportunidades onde você possa testar as suas habilidades, trocar experiências e conhecer diversos profissionais do mercado de jogos, o que pode levar a ainda mais oportunidades através do network gerado. Sem falar que em um evento deste nós aprendemos muito!

O fato de as game jams terem prazos pequenos de tempo e pouco investimento financeiro a cada projeto evita que os interessados se desanimem facilmente. As Game jams possuem grande valor profissional que ajuda os desenvolvedores a melhorarem suas tomadas de decisões, sua autoconfiança, e fomenta o trabalho em equipe. Podem se gerar assim futuras startups com produtos focados em jogos digitais, o que só tem a contribuir com o cenário econômico do mercado de desenvolvimento de jogos digitais.

Seja você um programador, design, ilustrador, modelador 3D, músico, roteirista, business, não importa a sua área, o importante é você somar forças com a sua expertise e assim contribuir com a criação de novos games para o publico que só aumente e que está cada vez mais exigente por bons jogos.

Obrigado pela sua leitura, e até a próxima!


Carreiras profissionais no mercado de e-Sports


Assim como em qualquer outro esporte, as partidas de e-sports também precisam ser transmitidas com emoção para os espectadores. É aí que entram os famosos narradores e comentaristas. Porem nesta área de narrador para se destacar, é preciso muito esforço e, claro, praticar e cuidar da voz. Temos também o analista. O analista é o responsável por dissecar as partidas, tanto antes quanto depois. No pré-jogo, seu papel é destacar aquilo que julgar ser mais relevante para o espectador prestar atenção no jogo, qual é a história que existe até aquele momento: qual time vem melhor, qual jogador pode se destacar, qual estilo de fulano e por que isso é bom ou ruim contra o estilo de beltrano.

Neste mundo dos esportes eletrônicos, há espaço também para atuar nas próprias produtoras de games, é ai que entra o Gerente de comunidades, este é responsável por transmitir as mensagens da empresa para os jogadores e levar a voz da comunidade diretamente aos desenvolvedores. Também modera o fórum, atua nas redes sociais e participa de atividades com os jogadores, tanto online como presencialmente.

e-sportsOutras opções:

Treinador: As equipe profissionais de esportes eletrônicos cada vez mais buscam treinadores para auxiliarem nos treinamentos e até na mediação da convivência entre os cyber-atletas. No League of Legends, por exemplo, os times participantes do Campeonato Brasileiro (CBLoL) foram obrigados a ter um coach na temporada 2016.

Manager: Ser um manager de uma equipe de alto nível é uma profissão que requer muita atenção e dedicação, pois tem a missão de não deixar faltar nada aos jogadores e fazer com que eles se sintam sempre à vontade para jogar, e focar somente nisso. Organiza-se os horários, as agendas de entrevistas, as gravações, treinos, viagens…

Dono de organização:  Quem se desejar entrar no cenário de esportes eletrônicos e tem dinheiro para investir, a opção mais ousada é a criação de própria organização, porém é preciso um certo valor de dinheiro inicialmente para investir, mas que isso não é o que vai fazer uma organização ter sucesso.Além do dinheiro é necessário planejamento, trabalho em equipe, foco.
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Social media e produtor de vídeo: A exposição visual hoje no mercado de E-sport é o que ajuda as equipes a terem visibilidade e, com isso, conseguirem mais torcedores. Por isso, as organizações têm investido alto em profissionais para a produção de vídeos e fotos. Esse conteúdo é postado nas redes sociais das equipes, além de ser veiculado em propagandas, eventos e feiras gamers.

Para aqueles interessados em ser o chamado social media, recomendo estudar e ter conhecimento de publicidade e marketing, até porque o profissional precisa vender a imagem da organização para conquistar novos fãs. Porém, acima de tudo, é fundamental gostar de esportes eletrônicos.

Jornalista: Para quem gosta de escrever, tem um bom português, e  é antenado em tudo que acontece nos cenários nacional e internacional, uma boa opção de trabalho na área de esportes eletrônicos é ser repórter, redator ou editor de um site especializado. Há demanda no mercado. Ter o curso de jornalismo em andamento dará uma boa base das responsabilidades da profissão. O jornalista é aquele que reporta os acontecimentos com isenção, imparcialidade e correção.

E por fim, Psicólogo: O psicólogo tem várias áreas possíveis de atuação dentro do e-sport. Desde organizacional, até educacional e esportivo. Este profissional pode atuar diretamente em questões que ajudam os jogadores a buscarem alto rendimento, através de técnicas que melhoram habilidades cognitivas e diminuem questões que atrapalham o desempenho, como ansiedade ou falta de foco.

Espero que este artigo possa contribuir com sua formação e opinião caso desejares atuar com E-sports.

Um abraço e até breve.


Final do Mundial de League of Legends bate recorde de audiência e duração


A Riot Games, produtora e distribuidora de League of Legends (LoL), divulgou os resultados de audiência da grande Final do Campeonato Mundial de League of Legends (Worlds), realizado entre 29 de setembro e 29 de outubro, nos Estados Unidos. A partida de 252 minutos (4 h 2 min) – a mais longa final da história do Worlds – consagrou vitoriosa a equipe da SKT T1, que levantou a taça pela terceira vez, assistida por 43 milhões de pessoas ao redor do mundo. A partida teve pico de audiência de 14.3 milhões de espectadores simultâneos e premiou a equipe coreana com o mais alto valor já pago em um Mundial: US$ 6,7 milhões (aproximadamente R$ 23 milhões).

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Roberto Iervolino – Gerente Geral da Riot Games no Brasil

Para garantir uma cobertura ainda melhor para os brasileiros, pela primeira vez, a Riot Games Brasil levou sua equipe completa de comentaristas e narradores para cobrir todas as partidas do campeonato durante um mês. “Acreditamos que levar nossa equipe para fazer, diretamente dos locais das partidas, toda a transmissão, dá mais qualidade à cobertura e possibilidade de geração de conteúdo para os fãs e torcedores brasileiros, que já acompanham e interagem com nossos casters durante todo o CBLOL”, afirma Roberto Iervolino, Gerente Geral da Riot Games no Brasil.

Pela primeira vez, casters brasileiros fizeram a cobertura integral do Campeonato in loco

No Brasil, a Riot Games também repetiu a parceria com os canais SporTV, que transmitiram a final do Worlds no SporTV3 e em seu site Sportv.com, atingindo cerca de 815.000 espectadores. Pelos canais digitais oficiais da Riot Games (YouTube, Twitch e Azubu), foram registrados 717 unique viewers na grande final e atingidos números até superiores em diversas partidas e momentos do Campeonato. “Estamos muito felizes com esse resultado, acreditamos que reunimos uma boa audiência considerando a predominância de times internacionais em um horário mais tarde do que o habitual para as transmissões do CBLOL”, acrescenta o gerente. “Cada vez mais, o fã brasileiro de League of Legends se integra ao cenário internacional, tendo acesso e dando valor ao conteúdo de grandes partidas, grandes equipes e eventos”, finaliza Iervolino.

Com o novo modelo de premiação, o Worlds também atingiu uma premiação recorde de US$ 6,7 milhões – foram adicionados à premiação original de US$ 2,1 milhões cerca de US$ 1,6 milhão com conteúdo in-game dos times (ícones) e mais US$ 3 milhões de contribuição dos fãs com conteúdos in-game.

Confira no link o infográfico com as principais informações sobre o Worlds 2016:


eSports continuará crescendo em 2017 podendo se aproximar dos esportes tradicionais em número de fãs


O faturamento anual do mercado de eSports é de aproximadamente US$ 194 milhões, informações segundo a Newzoo, uma das principais condutoras de pesquisas sobre a indústria dos games no Mundo. A empresa divulgou um relatório recentemente mostrando que, em um cenário bastante “conservador”, essa receita mais que dobrará, chegando a US$ 465 milhões anuais até 2017. Usando os esportes tradicionais como uma referência, a pesquisa também mostra como a economia dos eSports poderia facilmente gerar mais de US $ 1 bilhão em apenas alguns anos. Os dados fazem parte do relatório chamado “The Global Growth of Esports: Trends, Revenues and Audience Towards 2017″, segundo o qual as competições profissionais de games terão tantos espectadores quanto ligas esportivas americanas, como a NFL.

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Os resultados da pesquisa

Apesar de ter comparado a atividade esportiva profissional as atividades eSports em vários pontos, a pesquisa da Newzoo aponta que o fluxo de capital ainda é diverso, embora isso deva mudar. Enquanto nos eSports a maior parte da renda venha de vendas de jogos e produtos relacionados a eles, nos esportes tradicionais quase 60% vem da venda dos direitos de mídia e de patrocínios. Os números também são bem diferentes – os esportes faturam US$ 124 bilhões no ano, mais que toda a indústria de games (US$ 107 bilhões).

Além disso, existe uma grande diferença no dinheiro gasto pelos fãs. O relatório mostrou que cada espectador de eSports contribuiu com US$ 2,20 durante todo o ano para esse montante, enquanto o fã de esportes tradicionais gastou uma média de US$ 20 durante o ano.

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A Newzoo nota que os eSports devem se aproximar dos esportes tradicionais em número de fãs e espectadores, não em renda. Ainda assim, as diferenças também diminuem nesse âmbito, uma vez que equipes e empresas de eSports têm se profissionalizado e buscado modelos de negócios próximos do futebol e de outras modalidades, como patrocínios e contratos de “celebridades” e grandes “atletas”. Vale lembrar que a ESPN, o mais conhecido canal esportivo do mundo, transmitiu em julho de 2014 o International 4, um dos mais importantes eventos de Dota 2, e, devido aos resultados, planeja expandir sua cobertura de eSports como fez neste ano de 2016, assim como também fizeram os canais Esporte Interativo e Sport TV aqui no Brasil.

Bom para o mercado, bom para a indústria, bom para nós gamers e desenvolvedores. Até breve! Obrigado pela sua leitura e pelos comentários 😉


Torneio EA SPORTS FIFA 17 Hero League acontece pela primeira vez no Brasil


A Warner Bros. Games e a Electronic Arts anunciaram a primeira edição do torneio brasileiro EA Sports FIFA 17 Hero League. O torneio faz parte da EA SPORTS FIFA 17 Ultimate Team Championship Series, classificado como etapa Qualifier nacional e valerá uma vaga para a disputa regional das Américas que acontecerá em fevereiro de 2017 em Miami, EUA.

seloPara participar, basta residir em território nacional, ter mais de 16 anos, um console PlayStation 4 ou Xbox One e sua respectiva versão de FIFA 17, possuir conexão à internet e ser assinante da PSN/XBOX LIVE.

As inscrições serão gratuitas e podem ser realizadas no site www.fifa17heroleague.com.br entre os dias 09 e 17 de novembro. Ao se cadastrarem, os participantes deverão escolher uma das chaves, que serão representadas pelos 23 times brasileiros presentes no game EA Sports FIFA 17. Os participantes utilizarão suas equipes montadas no modo FUT para disputar uma vaga para a próxima fase.

A primeira etapa será realizada totalmente online durante dois finais de semana de novembro, seguindo o cronograma abaixo:

  • Sábado 19/11/2016 às 11hs: Grêmio, Atlético-MG, América-MG, Atlético-PR, Botafogo e Chapecoense.
  • Domingo 20/11/2016 às 11hs: São Paulo, Avaí, Coritiba, Internacional, Criciúma e Cruzeiro.
  • Sábado 26/11/2016 às 11hs: Palmeiras, Figueirense, Fluminense, Vasco, Goiás e Joinville.
  • Domingo 27/11/2016 às 11hs: Santos, Ponte Preta, Santa Cruz, Sport e Vitória.

Outras três etapas classificatórias serão realizadas pelas comunidades FIFAMania News, Arte Virtual e Liga Sorocabana. Mais informações e detalhes poderão ser encontrados no site em breve.

A fase final contará com 64 classificados, divididos igualmente entre as plataformas Xbox One e PlayStation 4, e será realizada no dia 10 de dezembro de 2016 nos estúdios da ESPN em São Paulo. A disputa contará com cobertura ininterrupta que será transmitida no site ESPN.com.br e a grande final que selecionará um ganhador de cada plataforma será transmitida no canal de tv por assinatura ESPN no mesmo dia.

Os dois vencedores do torneio EA Sports FIFA 17 Hero League serão automaticamente classificados para a etapa regional das Américas da EA SPORTS FIFA 17 Ultimate Team Championship Series e viajarão para o local da disputa com todas as despesas pagas.

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Mais informações sobre o Torneio e seu regulamento podem ser encontradas no site oficial www.fifa17heroleague.com.br e nas páginas sociais www.facebook.com/easportsfifabrasil/ e twitter.com/EAFIFABR


ESL CS:GO Pro League 4ª Temporada termina em SP com ingressos esgotados e 16 milhões de views online


As grandes finais da quarta temporada da ESL CS:GO Pro League foram realizadas nos dias 28, 29 e 30 de Outubro, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Mais de 6.000 fãs participaram de cada dia do evento, torcendo por seus heróis locais, a SK Gaming, que chegou à final, mas acabou perdendo para a equipe norte-americana Cloud9.

esl-cs:goAs finais alcançaram um impressionante aumento de 18% no número total de sessões sobre a última temporada, com um aumento de 13% no número total de horas assistidas. O evento atingiu mais de 16 milhões de visualizações, com o pico de audiência simultânea atingindo mais de 400.000 espectadores. No geral, cerca de 5,5 milhões de horas de conteúdo foram consumidos pela audiência online.

As finais da ESL CS:GO também registraram um engajamento notável nas mídias sociais, garantindo mais de 74 milhões de impressões no Facebook e no Twitter, com as interações ultrapassando a marca de 12 milhões.

20161028_helena-kristiansson_eslpl-saopaulo_2521Ulrich Schulze, VP Pro Gaming da ESL
“São Paulo proporcionou um pano de fundo impressionante e um público muito entusiasmado para uma final que resultou em alguns jogos impressionantes. Nosso público global continua a crescer e consumir mais do nosso conteúdo a cada ano, e nós vimos quase  4 milhões de pessoas conectadas do Brasil nestas finais. Esse é um resultado pelo qual estamos incrivelmente orgulhosos.”

A próxima oportunidade de ver as melhores equipes CS:GO do mundo será de 19 a 20 de novembro na IEM Oakland. Visite o site oficial do evento para obter mais informações, equipes e credenciamento de imprensa.


eSports: Riot Games Brasil e SporTV transmitem a final do Campeonato Mundial de League of Legends


A Riot Games e os canais SporTV retomam a parceria que levou à televisão as partidas decisivas do Campeonato Brasileiro de League of Legends 2016 (CBLOL) e do International Wildcard Qualifier 2016 (IWCQ) para transmitir, ao vivo, a grande final do Campeonato Mundial de League of Legends 2016 (Worlds) no dia 29 de outubro. O palco da partida será o STAPLES Center, em Los Angeles, nos Estados Unidos. A transmissão deste grande evento dos eSports, com direito a Cerimônia de Abertura, terá início às 20h30 (horário de Brasília), no SporTV2 e sportv.com, e contará com a participação da equipe brasileira de apresentadores da Riot Games diretamente do ginásio. Os torcedores também poderão assistir o embate nos canais da Riot Games Brasil no YouTube, no Twitch TV e no Azubu TV.

Parceria que fortalece os eSports leva ao canal de esportes a emoção da partida decisiva do Mundial de League of Legends que será realizada no STAPLES Center, em Los Angeles

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A Taça do Invocador posando junto ao Chicago Theater

O Worlds 2016 teve início em 29 de setembro, quando o Bill Graham Civic Auditorium, em São Francisco, recebeu as 16 melhores equipes do mundo para a disputa da Fase de Grupos. Em seguida, foi a vez de Chicago sediar as Quartas de Finais, no tradicional Chicago Theatre. Agora, 21 de outubro, Nova Iorque abre as portas do Madison Square Garden para as Semi-finais. Todas as partidas são transmitidas pelos canais da Riot Games Brasil e a cobertura completa do campeonato pode ser acompanhada em br.lolesports.com.

A parceria espera repetir o sucesso das transmissões anteriores, quando a Riot Games e o SporTV juntos tiveram audiência de 2,1 milhões de pessoas no CBLOL e 2,3 milhões no IWCQ. “O interesse dos brasileiros pelas partidas da Fase de Grupos do Worlds deste ano garantiu a média de audiência de 600 mil espectadores e o público acompanhou não só as partidas da INTZ, representante brasileiro, como dos demais times da elite do cenário profissional mundial”, diz Roberto Iervolino, Gerente Geral da Riot Games Brasil. Os fãs do jogo também acompanham as redes sociais e a cobertura da imprensa de eSports, demonstrando interesse pelo cenário internacional. “O Brasil apresenta não só equipes profissionais capazes de disputar campeonatos no exterior, como também uma torcida que vibra com as partidas entre as melhores equipes do mundo. Isso só reforça nossa crença e afirmação do esporte eletrônico como conteúdo relevante para o público”, completa o executivo.

Os fãs de eSports também poderão acompanhar a grande final por meio da Torcida LoL: uma série de eventos independentes espalhados pelo país que reúnem a comunidade de League of Legends durante partidas decisivas. Esse ano serão realizados 70 eventos com a expectativa de receber mais de 20 mil torcedores. Todos que comparecerem à Torcida LOL ganharão brindes e participarão de diversas atividades. Para mais detalhes e informações acesse aqui.


O potente e rico mercado de eSports


Não é de hoje que o mercado de eSports vem chamando a minha atenção e minhas primeiras investidas em jogos do gênero aconteceram com League of Legends (LoL para os mais íntimos), graças a ajuda de uma grande amiga.

Desde então, por ser muito noob em jogos de MOBA, tenho me empenhado em ficar mais antenado sobre esse mercado e suas novidades do que subir meu rank ou tentar um “Pentakill”. Lembro quando em 2015 eu li uma notícia dizendo que o eSport movimenta US$ 612 milhões em todo o mundo e conforme o tempo foi passando, o eSports foi ganhando mais adeptos e investimento.

O mercado só crescia e as notícias não mais eram publicadas somente em sites de games (especializados em eSports ou não), mas, também, em veículos de peso como o Estadão, ESPN e até mesmo no Globo.com.

Apesar do eSports ter chamado atenção da “grande mídia”, não acredito que isso seja uma moda passageira, pelo contrário, será uma tendência que influenciará muitas coisas. Uma prova de que eSports não é uma moda são seus campeonatos que conseguem atrair mais público do que um jogo de futebol e vale ressaltar que somos o “país do futebol”.

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Entretanto sei que vivemos em um mundo capitalista e isso significa ganhar dinheiro. Ciente disso, investidores e empresas olham para os jogadores e para os campeonatos como a nova “Mina de Ouro“. O número de equipes/jogadores patrocinados vem aumentando consideravelmente ao ponto de já haver polêmica no meio, tanto que tivemos a excelente reportagem da Barbara Gutierrez.

Para finalizar, acredito que o eSports tem muito a nos oferecer e o Brasil esta sempre se destacando nas competições. Esses elementos ajudam a quebrar certos dogmas como por exemplo não poder trabalhar com aquilo que gosta. Afinal vivemos novos tempos e não precisamos ser mais advogados ou médicos para “sermos alguém na vida.”.

Aproveitando o tema, sugiro que assistam dois documentários muito interessantes: All Work All Play que esta disponível na Netflix e Free to Play disponível na Steam.