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O Nintendo Switch chegou e agora José?


Agora é fato, o novo console da Nintendo, o Switch veio para ficar e, aproveitar, matar de vez o Wii U, um videogame que viu todo um mercado debandar do seu terreiro de uma forma quase nunca vista antes.

A Grande aposta

O novo console da Nintendo é uma grande aposta da gigante japonesa no mercado do entretenimento, talvez, até mesmo, sendo a última neste quesito caso este videogame não vender o que é preciso para pagar todo o seu desenvolvimento.

Está mais do que claro que a Nintendo ao optar pela solução da Nvidia – baseada no projeto Shield – dá a entender que o console receberá tanto jogos de third parties acostumadas com um hardware robusto como, também, títulos indies advindos dos dispositivos mobile, visto que o processador ARM está presente em quase todos estes dispositivos, possibilitando uma maior compatibilidade e um menor custo de portar jogos de uma plataforma a outra.

Depois do relativo fracasso que foi o Wii U, a Nintendo vê se obrigada a trazer o seu console com um valor cheio e, relativamente, caro. Na sua marca de US$ 299,00 é vendido ao preço de um Playstation 4 e/ou um XBoX One S, tendo de bater de frente com dois consoles que, juntos, já somam mais de 80 milhões de compradores.

E este poderia ser um grande complicador, caso a Nintendo pensasse em competir diretamente com eles, coisa que, até onde pode ser visto, não parece ser a preocupação da gigante vermelha. O seu mercado mesmo está mais voltado para os mobiles em si e aí entra uma outra questão.

Rivais de berço

Conquanto que o Switch parece não ter sido criado para competir diretamente com as plataformas da Sony e da Microsoft, por outro parece que o produto está se focando em ser a verdadeira plataforma de jogatina mobile, trazendo o que há de melhor em tablets, smartphones e afins com a expertise da empresa nos portáteis e, aí, onde mora o perigo.

A competição acirrada entre a Samsung e a Apple para ver quem é a empresa que vai dominar o mercado de smartphones e Tablets, deixa as outras empresas comendo pelas beiradas, como uma LG, HTC, Motorola entre tantas outras, tendo assim espaço para todo mundo, mas e quando uma empresa lança um híbrido de console de mesa com muitas características de seu atual portátil, como os donos deveriam se comportar?

O Nintendo 3DS, o portátil da empresa japonesa, foi lançado já há algum tempo e se encontra em processo de envelhecimento tardio e as possibilidades de haver um sucessor para o console pareciam altas antes do anúncio do Switch. Só que, agora, o plano e o foco mudaram e, neste ponto, será que a Nintendo poderá abandonar também o 3DS?

Escolhas de mercado

Certamente que a Nintendo tem a faca e o queijo na mão. A questão é saber se ela terá capacidade de gerir dois consoles onde os mesmos podem se tornar rivais entre si ao ponto de se ter, numa possibilidade remota, um racha entre os donos do Switch e os donos do 3DS, onde estes consumidores analisarão se haverá mais jogos para um console ou para outro.

Um sucessor mais robusto dos consoles portáteis apareciam em media após 5 anos do videogame original, no caso do 3DS, isto se deu no ano seguinte, será que não há planos da Nintendo de seguir em frente no mercado portátil e apostar realmente tudo no mercado híbrido?

De um artigo recente do site tecmundo diz que a previsão mais favorável de vendas do console até o final do ano será em torno de 5 milhões de unidades, mas será que estes números serão o suficiente para chamar a atenção de thirds para investir no console? Pelo menos com este número já existe uma demonstração que os consumidores querem esquecer o Wii U e apostar na Nintendo mais uma vez.

As cartas estão jogadas na mesa, está na hora da Nintendo mostrar o seu jogo.

Fonte: Blast Processing


Killer Instinct Edição Definitiva traz todas as temporadas e novo modo Shadow Lords


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Jago não estará sozinho em sua derradeira batalha para proteger a humanidade.

Em sua edição derradeira, o jogo de luta da Microsoft Studios desenvolvido juntamente com a Iron Galaxy Studios, lançado no dia 20 deste mês, para Xbox One, e Windows 10, Killer Instinct chega trazendo excelente custo benefício.

Com conteúdo completo de todas suas temporadas, os 26 lutadores disponíveis incluindo os personagens convidados mais que especiais Rash (Battletoads), Árbitro (Halo), General Raam (Gears of War), os cenários das três temporadas, diversos skins lançados até o momento,  trilha sonora oficial do jogo completa disponível em CD (em sua versão física) e código de acesso ao pacote extra de skins exclusivos da versão, como por exemplo Gargos dourado, ainda traz os dois jogos clássicos da franquia, mas o destaque principal está no modo Shadow Lords.

Assim como nas temporadas anteriores, já era aguardado o modo história da terceira temporada ganhar a luz do dia, cedo ou tarde, Shadow Lords se incorpora com com muito mais a oferecer que seus antecessores, a campanha de Shadow Lords ganha mais profundidade e já se destaca desde sua colocação na tela principal do game.

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Gargos chega com poder total para dominar a terra!

Gargos, personagem disponibilizado na terceira temporada do game, é o destaque do modo Shadow Lords, retornando com sua insaciável busca pelo domínio do planeta terra! A manipulação de portais interdimensionais possibilitou a Gargos a invasão e conquista da terra, para isto são enviados a terra cópias dos combatentes e diversos Omens (seu principal capanga também disponível desde a segunda temporada). A campanha deste modo se diferencia muito dos modos história da primeira e segunda temporada, deixando pra trás o jeitão arcade da campanha, e alternando entre batalhas e estratégia. Você forma uma equipe de três lutadores, que partirão em jornadas diretas ou indiretas de luta contra os clones e omens que cada vez que forem mortos enfraquecem Gargos na batalha final, ou seja, derrotas contra Omen podem significar aumento de força do chefe final. Derrotando os inimigos você libera itens diversos, desde itens para recuperar a energia, como melhoramento com equipamentos, e até o auxílio de Guardiões.

Visivelmente esta versão mostra evolução na estabilidade do game, melhorias gráficas de cenários e personagens, correções de pequenos erros, assim como na segunda temporada, e melhora no balanceamento dos lutadores. Para quem nunca jogou Killer Instinct desde seu lançamento em 2013, saiba que esta versão é uma excelente pedida em um jogo de luta para o console da Microsoft e disponível também para Windows 10, onde você terá tudo o que foi lançado para o jogo em todas as temporadas, a inclusão do modo Shadow Lords evoluí muito a forma de se ver o modo história dentro da franquia, além dos extras que divertem muito, todo este conteúdo completo e suas melhorias tornam o jogo um título excelente e que certamente vale muito a pena.

O trailer de lançamento oficial de Killer Instinct Edição Definitiva você confere aqui:


BGS na visão de uma não Gamer – Observações de um mundo desconhecido!


A BSG acabou já faz um tempo é bem verdade e como acontece todos os anos houve várias atrações interessantes, mas desta vez a BGS foi um pouco diferente para mim. Pela primeira vez fui a passeio e não a trabalho, logo tive tempo para observar as atrações com mais detalhes.

Justamente por estar lá, sem preocupação, resolvi levar a minha namorada, que não entende nada de videogame, com a intenção de observá-la nesse mundo que tanto lhe é desconhecido. Alguns elementos que conversamos eu já conhecia das edições passadas e foi muito interessante ser questionado com perguntas que nem sempre fazemos, justamente, por estarmos dentro desse mundo.

bgsA primeira coisa que chamou a sua atenção foi o fato da BGS possuir muitos cadeirantes auxiliando a entrada dos visitantes e dentro do evento informando as pessoas com dúvidas sobre onde se localizava determinado stand, a praça de alimentação e banheiros. Comentei que sempre vi a organização do evento ter essa linda iniciativa desde quando comecei a frequentá-lo, ou seja, a partir de 2012.

Quando, enfim, entramos no local e começamos a andar, reparei o quão impressionada ela ficou com relação o espaço interno. Os corredores eram largos, o que facilitava a locomoção. Esse foi o primeiro elogio que ela comentou comigo sobre a feira: a possibilidade de se locomover sem dificuldades.

Com relação aos stands das empresas, ela não deu tanta importância, afinal ela não conhecia nada ou quase nada. Sabendo disso fiz questão de levá-la para o stand do Playstation, X-Box, Ubisoft, Warner/FIFA e CD Red Project. Em todos os stands seus comentários giraram em relação aos jogos que “eram muito parecidos”, como por exemplo os “jogos de futebol”. Para ela era tudo a mesma coisa, nesse momento tive que explicar um pouco a diferença entra PES e FIFA.

capa_bgsApesar das similaridades entre os jogos, Just Dance e Gwent foram o que chamaram a sua atenção, principalmente pela curiosidade. Afinal ela ficou surpresa com um “jogo de dança” e me questionou dizendo: “mas desde quando nerd sabe dançar?”. Já o Gwent sua surpresa foi o fato de ser um jogo de carta e como tinha muita gente jogando, então expliquei que o Gwent é um jogo dentro de outro jogo, no caso estava me referindo ao The Witcher 3, que fez bastante sucesso e então resolveram lança-lo em uma versão solo. Também resumi o quanto vem crescendo os jogos de cartas digitais como Hearthstone.

Agora entre todos os jogos que lá estavam sendo exibidos o que mais a deixou interessada e quis saber mais, quase ao ponto de jogar o demo, foi Horizon: Zero Dawn. E o motivo foi muito simples: O fato do protagonista ser uma mulher. Nesse comento, ela estava realmente interessada em conversar sobre jogos, mais especificamente sobre um jogo ter uma mulher como personagem principal. Ela abordou a questão da representatividade feminina no mundo dos games, que é praticamente dominado pelos homens.

Para resumir essa minha (mini) pesquisa por observação, é interessante destacar dois pontos: 1) Que a BGS consegue surpreender pessoas que não estão relacionadas ao mundo dos games e 2) O fato de nem todos os jogos se resumem a futebol, tiro e explosão. Como citei, a Laura, minha namorada ficou surpresa ao encontrar um jogo de dança e de carta.

Agora só preciso esperar a próxima edição da BGS e conhecer as novas atrações.


Palavras Duras, conselhos de um empreendedor da área de games


Controle Aritana

Controle dado pela Microsoft para a Duaik

As palavras mais duras virão daqueles que mais se preocupam com você. Maturidade é uma palavra que pode ser aplicada a diversos momentos da vida. O empreendedorismo é um deles. Amadurecer neste caminho significa entender o quanto a nossa ideia de mundo é falha. Percebemos que a intransigência é um fator disruptivo e que uma equipe engajada pode alcançar qualquer objetivo.

Se olharmos bem, a equipe de um empreendedor vai muito além dos colaboradores da empresa. Quantas histórias de startups de fundo de quintal não existem por ai? São pessoas que tiveram o apoio familiar para seguir o seu sonho e que, invariavelmente, lembram desse fator como algo determinante para o sucesso da empresa. 

Eu Tu Eles
Sempre observei os empreendedores com uma certa curiosidade obstinada. O que os diferencia de um empresário?
De uma maneira direta, o empresário é o indivíduo que aplica seus conhecimentos para manter o funcionamento de uma empresa: geralmente a sua. O empreendedor, por sua vez, é aquele que busca inovar e redesenhar seu ambiente de acordo com as suas convicções. É possível empreender sem ter empresa, mas é impossível empreender sem arriscar.

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Phil Spencer e Pérsis Duaik

Trago comigo os que estão à minha volta

Separar a vida pessoal do risco inerente às nossas escolhas profissionais é uma tarefa impossível. Existe uma ligação espontânea do que fazemos com aqueles que nos querem bem. Isto é, as pessoas à nossa volta torcem pelo sucesso dos nossos projetos e empregam uma boa carga emocional no processo.

Em outras palavras, dividimos a nossa vida com pessoas que se ligam emocionalmente aos desdobramentos da empresa e que serão impactadas diretamente pelos resultados. Por isso, estas mesmas pessoas, que gostam muito pouco do risco, serão arrastadas para o incerto e sua reação será uma grande explosão de emoções.

O resultado será uma reação adversa ao risco que, para o empreendedor desavisado, pode significar uma crítica às escolhas feitas. No fundo, são pessoas que torcem pelo projeto e que usam suas ferramentas para dar conselhos. Por isso, não fique chateado se alguém perguntar quando você vai arranjar um emprego. São apenas pessoas lidando com o risco; dando conselhos que, se entendidos da forma correta, podem realmente ajudar a sua empresa.


Game Experience Brazil reúne diversos especialistas em evento online gratuito de desenvolvimento de jogos


Já estão abertas as inscrições para o maior evento online de desenvolvimento de jogos do país: o Game Experience Brazil 2016 (GX Brazil 2016). A maratona de palestras e eventos acontecerá de 26 a 30 de março e será transmitida pela internet para todo o mundo. No ano passado o evento teve ao todo mais de cinco mil participantes e um deles levou para casa um Xbox One novinho em folha.

GameExperienceLogopeqAs inscrições podem ser feitas no site www.gxbrazil.com. Neste endereço também estão todas as informações a respeito dos horários e conteúdos das palestras e sobre a distribuição de 15 celulares e vários outros prêmios para os participantes. Entre os brindes mais divertidos estão roupões do Pokémon, The Walking Dead e do Sub-Zero do Mortal Kombat.

Esse ano o GX será transmitido ao vivo pelo Channel 9, canal online da Microsoft que acompanha os maiores eventos da empresa. Serão três palestras por dia, com especialistas renomados de diversos países, como Marientina Gotsis, Research Assistant Professor of Interactive Media & Games da University of Southern California, e Kadri Ugand, co-founder da GameFounders, os dois já com as participações confirmadas.

A possibilidade de interação com esses grandes expoentes da indústria de games acontece durante todo o evento através de chats e perguntas no hot site do Game Experience. A tradução de perguntas e respostas é feita em real time pela equipe de organização. Os temas abordados contemplam vários aspectos do desenvolvimento de jogos, como arte, música, game design, e-learning e programação.
O GX Brazil é organizado pelo Centro de Inovação da Microsoft (MIC CWB) com apoio da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), com o patrocínio da Signum Game StudioMicrosoftUnity, Bradesco e Brasil Mais TI.


Primeira promoção do Xbox no Brasil leva o ganhador para a GamesCom 2015


desafio-xbox-marketing-gamesA Microsoft Brasil continua de olho no potencial do mercado brasileiro de games e segue investindo para que os fãs de Xbox recebam sempre novidades exclusivas. Durante o mês de junho, toda a comunidade brasileira de Xbox poderá participar do ‘Desafio Xbox’ e concorrer a jogos, consoles e a uma viagem para a GamesCom 2015 em Cologne, Alemanha.

A promoção acontece de 01/06 a 28/06 e durante essas 4 semanas, ilustrações serão disponibilizadas para que os participantes encontrem elementos de jogos escondidos. Apenas por ter realizado o cadastro, cada participante concorre a 1 jogo por dia e 1 console Xbox One por semana. No final da promoção aquele que encontrar o maior número de elementos escondidos no menor tempo ganha uma viagem para a GamesCom 2015, que acontece entre os dias 05 e 09 de agosto.

Durante o período da promoção, os consumidores que incluírem os códigos de suas compras de produtos Xbox no site, também terão uma chance extra de jogar e melhorar a pontuação para que possam brigar pelo primeiro prêmio.


Por dentro do evento “Boot Camp Halo Brasil” da Microsoft


O Boot Camp Halo Brasil aconteceu na última sexta (16/05) no Teatro Mars, na Bela Vista/SP. O evento foi organizado com o intuito de aproximar e reunir os fãs Halo, além de promover a marca Xbox entre os fãs brasileiros, estrategia que vem dado muito certo para a Microsoft que atualmente é líder de vendas em território nacional. Compareceram vários nomes conhecidos para os fãs de Xbox, como Nelson Alves e Thais Matsufugi, apresentadores do Inside Xbox, inclusive a nova apresentadora Mariana Ayres.

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A recepção por parte da organização foi bem descontraída, com aperitivos e bebidas para os convidados, embalados ao som da trilha sonora dos jogos da franquia. Para criar um clima de campo de treinamento, fomos divididos em times de várias cores, e após feita a divisão uma especie de sargento (um ator) entrou e começou a gritar ordens e encaminhar as equipes para onde iria ocorrer as competições.

halo-boot-camp-microsoft-marketing-games-cortanaUma atriz no papel de Cortana(uma personagem muito popular na franquia) dava o briefing das missões enquanto um apresentador explicava com mais detalhes. Houve um jogo de perguntas e respostas sobre a franquia, um puzzle que devia ser resolvido para revelar uma frase chave e uma partida local com um representante de cada time de Halo 4. As premiações eram sempre muito generosas desde camisetas, jogos, moletons, pelúcias até consoles e uma estatua do Master Chief limitada com aproximadamente 75cm de altura.

halo-boot-camp-microsoft-marketing-games-02Ao final, todos ganharam uma camiseta exclusiva do evento, e uma surpresa: todos os convidados ganharam uma cópia de Halo 5 que receberão assim que for lançado, além de adesivos e uma dogtag personalizada com o nome do convidado e o emblema do evento. Ou seja um belo presente para os fiéis seguidores da série.

lion-wrecker-marketing-games-halo-boot-campAutor convidado:
Lion Wrecker


Conheça o óculos de realidade aumentada com hologramas da microsoft


Na quarta-feira, dia 21, a Microsoft realizou o evento do Windows 10 e apresentou seu mais novo produto: o Windows Holographic. Mas o que seria? Seria mais um produto de realidade aumentada semelhante ao Oculus Rift e o Projeto Morpheus da Sony? Parece que não.

microsoft-hololens-mixedworld-rgb (1)O Windows Holographic irá funcionar com o auxílio de um headset chamado HoloLens, onde este projeta informações para o usuário como uma projeção holográfica, mas com o detalhe de que apenas este irá visualizar as informações. Será possível, por exemplo, projetar o Skype na parede ou os próprios jogos. O novo produto da Microsoft utilizará do Windows 10 e aplicativos desenvolvidos especificamente para ele. 

Enquanto o Oculus Rift possui o objetivo de fornecer a experiência da realidade aumentada, permitindo a exploração de várias áreas e inúmeras possibilidades, o HoloLens utiliza dessa realidade aumentada produzindo conteúdo sobreposto ao que você já visualiza. 

Não se tem ainda especificações do aparelho, data de lançamento ou preço, mas a Microsoft está convidando desenvolvedores para conhecerem o novo produto, o que se pode esperar que muitas novidades possam chegar em termos de usabilidade. Um fato interessante também, é que a própria Microsoft já garantiu que o aparelho será utilizado para negócios e também para o usuário em casa.

Em suma, os aparelhos quescreen-shot-2015-01-21-at-10-49-04-am utilizam a realidade aumentada serão comuns no nosso dia a dia. Assim como ocorreu com o Oculus Rift e o Projeto Morpheus, o HoloLens apresenta sua proposta e demonstra como esse mercado é promissor e o mais importante: traz consigo características novas e uma proposta diferente. Isso, aliado ao interesse e uma utilização satisfatória desses aparelhos, poderá surgir uma boa competitividade que irá mover esse mercado.

E você, o que achou do anúncio do HoloLens?

Fonte:Techtudo


Nostalgia, uma nova fonte de Renda…


Desde o final da Sexta Geração – que consiste do Dreamcast, da SEGA; PS2, da Sony; GameCube, da Nintendo e o XBoX, da Microsoft – vemos um considerável aumento da nostalgia que cerca o mundo gamer. A Sexta Geração foi marcada pelo lançamento de várias franquias famosas, como Halo, God of War e outros, mas, no entanto, as velhas franquias das gerações anteriores sempre se mostraram presentes.

Uma nova fonte de renda para o mercado gamer começou a despontar aí. Cada vez mais víamos as marcas já consagradas por anos e anos de uso aparecerem nos consoles daquela geração. Virtua Fighter? Já estava na sua terceira edição. Final Fantasy seguia firme e forte para a sua 12ª edição e Mario já tinha um quão sem números de jogos em sua enorme bagagem no mundo dos jogos.

Muitas destas franquias que continuaram na Sexta Geração também foram lançadas para a Sétima Geração (XBoX 360, PS3, Wii, PSP, Nintendo DS) de uma forma impressionante. Houve um passo muito pequeno na criação de franquias novas, mas, em contrapartida, franquias com anos de existência continuavam – e continuam – a render bons louros para as desenvolvedoras. Claro que para quem é fã, quanto mais jogo melhor, mas a forma que percebe-se isso é que há, na verdade, uma estagnação criativa em várias desenvolvedoras, temerosas em investir em algo que seja novo.

A Sexta Geração aqui.

A Sexta Geração aqui.

Seja na PSN, na Live ou na Nintendo Network, na Sétima Geração, ou na atual, a Oitava (One, PS4, Wii U, PSVita, 3DS) vemos a cada dia que passa um quão sem número de jogos antigos das gerações anteriores (Terceira, Quarta e Quinta Geração) ganharem cada vez mais nestas Redes Sociais e vendas das suas respectivas empresas. Algumas vezes os jogos antigos sequer recebem um tratamento adequado para rodar em televisões de alta resolução e som Quadriplex UltraSound Mega Explosion e acabamos por ter uma certa imagem distorcida de um jogo que tanto amamos.

E é nisso que consiste a nostalgia. De acordo com o Dicionário Houaiss, esta palavra significa “saudades de algo, de um estado, de uma forma de existência que se deixou de ter; desejo de voltar ao passado”, e, por conta disso, que muitas empresas se prendem a marcas que foram inventadas a muito tempo, pois misturando a nostalgia de um público que foi fissurado em seus jogos nos anos de 1980 e 1990, as empresas estão com a faca e a manteiga na mão, enquanto que nós, meros jogadores, consumidores em potencial, estão com o pão implorando por mais daquela manteiga.

Nada contra isso, claro, toda e qualquer empresa quer ter lucro, mas, muitas vezes, podemos ver a maneira de como as empresas – seja de qualquer ramo – partem para cima nesta tentativa de terem lucros. Muitas vezes os jogos que tanto amamos e apreciamos sofrem um remake e um reboot e os mesmos não ficam a par do passado, outras, como dito acima, são lançados inúmeros títulos até esgotar o produto – Guitar Hero, Tomb Raider e Crash são alguns exemplos a serem citados – e, depois, são jogados no fundo do baú para o esquecimento quase completo.

Um dos poucos reboots que realmente funcionaram.

Um dos poucos reboots que realmente funcionaram.

A forma da manipulação sobre a massa usando-se um sentimento que é inerente de todo ser humano – a saudade, a falta, o anseio de voltar-se para aquele momento querido – pode render muito para as empresas, mas, por outro lado, se esta manipulação não for bem trabalhada, o efeito poderá ser completamente o oposto, ao invés do amor sobre a coisa tão querida, um ódio surgirá e, por conseguinte, o desgosto completo sobre aquela marca será o mote para todo o sempre.

Fico na esperança que a Nintendo, a Square, a Capcom, a Konami, a SEGA e tantas outras empresas revejam os seus conceitos de relançamentos constantes e que criem coisas novas e inovadoras, mas sem esquecer do passado – e sem usá-lo exageradamente, pois não creio que a nossa nostalgia deveria ser um produto puro e simples, mas deveria ser tratado com respeito e reverência.


A vida dura de um Gamer…


Somos todos lisos perante a lei.

Somos todos lisos perante a lei.

Reclamamos dos altos preços dos consoles atuais e das gerações passadas e isto é algo extremamente chato, mas o fazemos porque o que ganhamos no Brasil não condiz com a realidade de viver… basicamente grande parte dos brasileiros trabalham para sobreviver, uma verdadeira injustiça social.

É algo que pode ser constatado diariamente nos noticiários, nos jornais e nas revistas de grande circulação, quem dizer que o Brasil é um país maravilhoso de se viver, é porque nunca passou num SUS da vida ou precisou pegar um ônibus lotado até o talo, mas não é com isto que queremos discutir não é mesmo?

E vendo desta forma, alguém que more sozinho e ganhe os seus dois, três salários mínimos, mal sobrevive com algo em torno de 2.100 reais tirando os “benefícios” do Vale-transporte, Vale Refeição e Vale Alimentação. Se a pessoa vive de aluguel, dependendo do lugar onde se mora, vão simbora uns 500, 600, 700 reais (1/3 do salário), paga água, luz? Uns 100 a 200 reais. Telefone móvel? 20 a 150 reais ou mais, se tiver internet. Vai sair com os amigos? Tem de comprar livros para faculdade ou gosta de alugar filmes. Vamos colocar cada um a 50 a 200 reais.

Daria, ainda, para colocar mais alguns percentuais cá e acolá, imaginem se não é ônibus, mas a pessoa anda por aí de carro, lá vai outra facada no bolso e vai tudo acumulando, acumulando e nada de algo a mais cair no bolso.

Acho que este mês vou continuar no vermelho!

Acho que este mês vou continuar no vermelho!

Não faço a mínima ideia qual é a conta aí acima, mas se não tiver gastado uns 60% do salário, eu acho pouco. Daí se imagina ter de gastar 100, 200 reais para comprar um jogo de console, e isso todo mês, o gamer brasileiro vai para a falência em menos de 1 ano. Claro que estamos aqui apenas fazendo uma suposição pouco realista sobre este trabalhador acima!

Daí partindo deste pressuposto, creio que, de maneira substancial, a sanha de comprar um console novo e ser um lascado, não ter uma Dilma no bolso, faz com que, de certa forma, economizemos em nossos jogos e, ALÉM DISSO, apreciamos aquilo que temos, voltando a jogar por mais tempo aquele jogo comprado com muito suor.

Conquanto que aqui não estou levando em consideração os jogos piratas e/ou genéricos que compramos nas feirinhas da vida em nossas belíssimas cidades, pois isto não contribui em nada para os investimentos de jogos localizados no Brasil, mas continuando…

Deveras é importante frisar que cada vez mais estamos vivendo uma sociedade altamente consumista, o Steam, por exemplo, mata muitos jogadores com o mal costume de jogos demais, por preço de menos e a sua disposição, 100, 200, 300 jogos, onde a grande maioria sequer vai ser jogado pelo dono.

Droga, não tenho nada para jogar! :/

Droga, não tenho nada para jogar! :/

Creio que aqui encontramos algo que é completamente o oposto do que estava dizendo até a pouco tempo. Enquanto que o jogador de videogames no Brasil, tem um sério problema financeiro, colocando pauta aqui que é o consumidor que investe em consoles, a pessoa que faz um investimento nos PC’s não tem o mesmo tipo de problema, ou será que tem?

Não importa o caminho que se siga, sempre existirão problemas com custos, no caso, para aqueles que investem nos PC’s terão de arcar os custos medianos em se ter um computador para rodar os jogos que estão sendo lançados continuamente. Enquanto que em um console o jogador tem uma plataforma estável que não precisa de atualização, o computador pessoal precisa delas não que constantemente, mas de tempos em tempos, daí se troca processador, memória, aumenta o HD e, basicamente, se paga a mesma quantia ou mais que se pagaria num console.

Do outro lado, no entanto, por mais que se gaste nas atualizações de um PC, o mesmo pode ser usado para outras coisas, como navegar na internet, criar textos para blogs, ver vídeos e, quem diria, JOGAR! O caro saindo barato no custo x benefício? Será?

Sou um dos personagens que você irá mais ver na sua telinha do PC!

Sou um dos personagens que você irá mais ver na sua telinha do PC!

Bom, então temos um PC bonitinho, cheirosinho e que dá gosto de usar o Windows 8.1 64 bits com uma placa de vídeo de se fazer inveja a qualquer computador da NASA e, então chega a famosa Steam Sale, JOGOS COM 50% DE DESCONTO, não, 75%, 90%, ai meu santo cartão de crédito, que que eu faço pelas barbas dos profetas, tantas promoções, mas tão pouco dinheiro!

A pessoa começa comprando um ou outro jogo e, por fim, está lá, com 100, 200, 300 jogos comprados e se for jogar Team Fortress 2 é muito. Então vendo pelo outro lado, temos um jogador de PC que pode ter gastado pouco, mas, ainda assim com muito sacrifício, gastou centenas de reais, parcelado em várias vezes, para não jogar nada e ter um colecionismo ilusório digital.

É, vivemos uma vida dura de jogador de videogame, de um lado temos abundância, mas do outro, temos de viver certos sacrifícios. De um lado, sendo um jogador de console – seja portátil ou de mesa – com poucos jogos a preços camaradas e que exigem o sacrifício para serem comprados e do outro temos os jogadores de PC que tem à disposição milhares de jogos a custos baixos, mas que precisam de computadores realmente potentes para poder rodados a contento.

Eita vidinha dura de ser um gamer brasileiro, onde só se vê custos e nada mais!

Qualquer semelhança com o que passa o autor diariamente não é mera coincidência.