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Hype é a nova plataforma de jogos digitais da Level Up, com foco na experiência do usuário brasileiro


levelupA Level Up acaba de lançar no mercado brasileiro o Hype plataforma de venda de jogos focada na experiência do usuário. Logo de cara, o Hype oferece games de grande sucesso com descontos de até 50%, caso de Borderlands: The Pre Sequel, que está à venda por R$49,90. Grand Theft Auto V e XCOM 2 também estão com preços promocionais e custam R$64,90 (35% de desconto) e R$49,90 (9% de desconto), respectivamente, até 23 de novembro. Além disso, os usuários poderão adquirir créditos para jogos da NCSoft – como AION, Blade & Soul e GuildWars 2 – com descontos exclusivos.

Tatiana Moreira, gerente de Publicação da Level Up
“Todo trabalho do Hype é para oferecer ao jogador brasileiro o máximo em termos de comodidade e preço. Reunimos milhares de jogos em uma plataforma totalmente em português, com navegação simples, textos explicativos e inúmeras vantagens para os jogadores. Esse é apenas o começo. Os usuários podem esperar muito mais dessa iniciativa que veio para ficar.”

untitled-1O Hype vai além de uma revendedora de chaves de acesso a games digitais e oferece aos jogadores suporte, interface intuitiva, diferentes formas de pagamento e diversas ferramentas desenvolvidas para proporcionar a melhor experiência ao usuário brasileiro. Já no lançamento, são mais de 2.000 títulos à disposição dos jogadores e novos títulos serão adicionados frequentemente.

Com menus e linguagem simples, a plataforma permite encontrar facilmente os melhores títulos e preços, além de adquirir créditos para os games online publicados pela própria Level Up.

O Hype vem sendo desenvolvido há mais de um ano e durante todo o tempo tem recebido o feedback da comunidade gamer.  A plataforma também é uma nova oportunidade de negócio para publishers e estúdios independentes, que podem usá-la para promover suas marcas e comercializar seus jogos.

Esquenta Black Friday

Até 23 de novembro, a Level Up oferecerá uma série de descontos em jogos à venda no Hype. As ofertas serão reveladas na própria plataforma. Para mais informações sobre o Hype, acesse http://hype.games/


Animal Crossing: New Leaf – Welcome amiibo. Um novo update para um game de 3 anos atrás


Animal Crossing: New Leaf foi lançado para Nintendo 3DS em meados de 2013. Nele o jogador assume o papel de prefeito de uma cidade habitada por diferentes animais. Com diversas atividades o gamer pode decidir seu objetivo livremente dentre vários disponíveis, como expandir e mobiliar sua casa, construir projetos na cidade, completar a coleção de peixes, fósseis, insetos ou obras de arte, dentre muito mais. O game se passa em tempo real e tem eventos especiais para feriados como Halloween, Natal e até Carnaval. É uma experiência que dura o ano inteiro.

Agora, três anos depois, a Nintendo lançou um update que adiciona compatibilidade com os amiibo, dentre outras funções. Será que foi uma boa jogada investir em um game antigo?

As novidades do update

  • wispWisp. É um fantasminha que vive em uma lâmpada mágica. Você o encontra depois de algum tempo de jogo após fazer o update (no dia seguinte para mim). Ele não pode ficar muito tempo fora da lâmpada na sua forma espectral, então é nesse momento que você deve tocar um amiibo de Animal Crossing para que Wisp assuma aquela forma. Com isso ele pode realizar um desejo seu por dia, que dependerá do amiibo utilizado.Análise: Uma opção interessante visto que os amiibos de Animal Crossing não são muito caros no Brasil, porém se você usa um Nintendo 3DS/3DS XL normal e ainda não possui um Nintendo NFC Reader/Writer a lâmpada de Wisp é completamente inútil, servindo apenas como enfeite.

 

  • Campground. Harvey é um simpático cãozinho hippie que cuida do acampamento da cidade, onde você pode comprar itens da lojinha dele ou dos trailers que aparecem diariamente por lá. Apenas um trailer aparece por dia com algum personagem especial que normalmente você encontra em eventos. Um segundo trailer pode ser adicionado utilizando amiibos ou amiibo cards.Análise: O acampamento não depende de amiibos para adicionar novidades, então é uma boa opção. Entretanto, é com os cards o seu potencial se destaca, pois assim você pode convidar moradores à sua cidade. Dessa forma é possível ter uma cidade apenas com os personagens que você mais gosta, basta ir convidando-os através dos amiibo cards.

 

  • Town initiatives. São pequenas missões diárias e semanais, como pescar um tipo específico de peixe ou doar uma peça de arte ao museu. Cada missão cumprida lhe garante MEOW Coupons, que são a única moeda aceita na lojinha do Harvey ou ao encomendar itens dos trailers.Análise: Apesar de simples, é uma forma de adicionar algo novo para quem já estava cansado do game. Para novos jogadores será mais uma de muitas opções de diversão no jogo.

 

  • meow-coupons-animal-crossing-new-leaf-marketing-gamesNintendo Wii U & Nintendo 3D/3DS XL. Com os MEOW Coupons será possível comprar os dois consoles atuais da Nintendo dentro do game. Cada um deles adiciona um minigame ao jogo. O Wii U trás Desert Island Escape, nele os personagens tem 7 dias pra construir uma jangada e fugir da ilha. O 3DS/3DSXL trás Animal Crossing Puzzle League, um clássico game de pecinhas coloridas que devem ser alinhadas. Ambos possuem funções especiais se você utilizar um amiibo.Análise: Uma das funções mais interessantes do update, nos faz desejar que adicionem os outros consoles da Nintendo, cada um com um minigame diferente.

 

  • Secret Storage & Happy Home Designer. O jogador agora tem direito a mais uma expansão na casa. Infelizmente não se trata de nenhum quarto extra ou coisa parecida, mas sim um depósito especial que pode ser acessado de qualquer lugar na residência utilizando a tela de toque. Ele adiciona muito espaço para guardar seus itens, da mesma forma que o armário tradicional. Além disso, agora também é possível organizar os itens no cômodo utilizando a tela de toque da mesma forma que se faz no Animal Crossing Happy Home Designer. Falando nesse game, você pode conectar com um save dele para ter acesso a 20 itens gigantes exclusivos.Análise: Ambas são funções que acrescentam muito à experiência de jogo. Quem gosta de ter muitas roupas diferentes para ocasiões variadas, itens festivos, itens especiais ou só é um acumulador mesmo, agora tem muito espaço pra guardar tudo que quiser. Decorar utilizando a tela de toque é um grande salto e acelera todo o processo. Agora fica muito mais fácil de reorganizar sua casa.

 

  • amiibo Camera. A última função é simplesmente uma câmera de realidade aumentada na qual é possível tirar fotos no mundo real com os seus personagens, os moradores da cidade e quaisquer amiibo que você toque.Análise: Divertido e simples, é uma ótima opção para quem adora fotos.

Análise final

Welcome amiibo é um divertido update que vai agradar muito os jogadores que compraram o jogo recentemente, mas não chama muito a atenção de quem já tem o game há alguns anos.

tumblr_ocwspawtyp1rhro58o3_540Adiciona funções que vão nos trazer de volta às nossas cidades, como os minigames no Wii U e 3DS/3DS XL e as Town Initiatives, mas não são o suficiente para reacender aquela jogatina viciante de quando o game é novidade. Para aqueles que quiserem reiniciar, o update adiciona ainda uma última função que lhe paga um determinado valor pela sua cidade, dependendo do seu prestígio, permitindo que você recomece com um bom dinheiro no bolso.

Para quem já tem New Nintendo 3DS/3DS XL é um bom motivo para adicionar uns amiibos e amiibo cards à coleção. Para quem só possui os consoles normais é recomendável ponderar se vale mesmo à pena investir em um Nintendo NFC Reader/Writer. Isso vai depender dos games compatíveis com amiibo que você já tem/pretende comprar e do quanto você gosta de colecionar amiibos de Animal Crossing.

Para novos jogadores Animal Crossing: New Leaf será uma experiência ainda melhor. Para os antigos é a chance de recomeçar ou apenas brincar descompromissadamente algumas vezes por dia. O estranho update para um game antigo tem tudo pra dar certo, principalmente sendo totalmente grátis.

E vocês? Já testaram o update? Que outros jogos antigos gostariam de ver recebendo conteúdo novo? Participem nos comentários!


Nintendo Switch chega para unir o mundo portátil e dos consoles em um aparelho Híbrido surpreendente


14671207_1148438781907240_9153791263657670960_nE o mistério finalmente acabou, a Nintendo enfim anunciou o seu mais novo console o Nintendo Switch, muitos dos elementos especulados foram confirmados mas o principal é o fato do aparelho ser um híbrido entre console e portátil, reafirmando mais uma vez que a Nintendo vai continuar seguindo em direção oposta aos seus principais concorrentes.

Esta claro que a Nintendo está traçando seu próprio caminho, mas será que esse é o melhor destino a seguir? 

Vamos partir do ponto de que a Nintendo vem de um desastre que foi o WiiU, muita gente pode discordar mas o console não vingou, porém trouxe uma nova forma de interagir com os jogos. Em contraponto a Nintendo é um sucesso absoluto quando o assunto são os seus portáteis, diversos concorrentes surgiram ao longo dos anos, desde a era Game Boy até o 3Ds, mas a Nintendo sempre seguiu imbatível.

20-nintendo-switchDito isso, fica meio que óbvio que seria uma excelente ideia se pudesse haver uma maneira de unir o melhor dos 2 mundos. E foi exatamente isso que a Big N fez, aproveitou a jogabilidade do WiiU e vai se utilizar de toda sua expertise com portáteis para tornar o novo Nintendo Switch algo como um novo 3Ds. 

Fica claro perceber que mais funcionalidades que deram certo no 3Ds foram aplicadas no novo Switch, a Entrada para Cartões de Jogos, multiplayer local, apesar de não ter sido demonstrado, dificilmente não será touch screen e se os pequenos remotes (denominados de Joy-Con) que se acoplam ao console tiverem sensores de movimento, teremos o melhor do Wii de volta.

Parece ser uma jogada de mestre, mas com a Nintendo tudo parece ser 8 ou 80. Sabemos que o WiiU está praticamente morto, mas e quanto ao 3Ds? Acredito que a Nintendo vai unificar seus esforços em um único aparelho e a linha 3Ds também deve chegar ao fim, mas isso só o tempo vai confirmar… 

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Uma amostra das Third-Parties que já são parceiras do Nintendo Switch

Em seu anúncio ficou claro que a Nintendo quer mostrar que esta trazendo as Third-Parties de volta e para tornar a biblioteca do novo Switch tão forte quanto a do 3Ds. Com certeza a chegada de novas franquias aos console Nintendo são um resgate as origens e o que faltava para essa receita se tornar um sucesso de público e crítica.

Parece ser um futuro promissor e quem sabe veremos a era de ouro do SNES de volta, ainda por cima o console vai chegar junto com toda a expectativa sobre o novo Zelda Breath of the Wild. 

Quem busca por um console de mesa o Nintendo Switch será um opção, se você já tem um console ele pode coexistir com seu PC, XONE ou PS4, por ter uma proposta diferente e para quem busca por portátil com certeza sempre foi a melhor alternativa, portanto de uma forma ou de outra você vai acabar, cedo ou tarde, querendo botar as suas mãos nessa belezinha.


Fenômeno de vendas “Yo-Kai Watch” evidencia o Folclore Japonês, mas será que vai conquistar o ocidente?


Yo-kai Watch é uma série de jogos da Level-5 para Nintendo 3DS que foi originalmente lançada em julho de 2013 no Japão, mas seu primeiro game só chegou às Américas em novembro de 2015. Os jogos contam a história de Nate, um garoto que, enquanto caçava por insetos, encontra uma estranha máquina gashapon (aquelas clássicas de chiclete e miniaturas) em uma clareira na floresta. Ao colocar uma moeda e girar a alavanca ele libera Whisper, um dos Yo-kai, que lhe dá o aparelho Yo-kai Watch, capaz de detectar e interagir com esses monstrinhos.

Com um grande ar de clone de Pokémon, Yo-kai Watch pode fazer os gamers mais conservadores torcerem o nariz. Entretanto o jogo se tornou uma verdadeira febre no Japão, com milhões de cópias vendidas de todas suas versões, ótimas críticas e o grande sucesso comercial dos demais produtos da franquia, como brinquedos, mangás e anime. Para se ter uma noção, o mais recente Yo-kai Watch 3 vendeu 632,000 cópias na semana do seu lançamento (combinando as duas versões).

Já no ocidente a coisa não ta sendo bem assim, mas antes de falarmos disso vamos conhecer um pouco mais da série.

O que são os Yo-kai?

kyosai_yokai_imageNa cultura japonesa Yokai (ou Youkai) são seres sobrenaturais de diversas formas (humanas, animais ou ambos misturados) e habilidades, basicamente o termo se refere a qualquer monstro ou criatura sobrenatural. No game eles são espíritos cujas energias podem influenciar positivamente ou negativamente as pessoas ao redor. Com a ajuda de Whisper e Jibanyan, o mascote da série, Nate tem a missão de encontrar Yo-kais que estão afetando negativamente a vida das pessoas e derrotá-los, podendo em seguida se tornar amigos de alguns e assim compor um time no melhor estilo Pokémon.

A comparação com a franquia dos monstrinhos de bolso é inevitável, mas os Yo-kai são bem diferentes. Eles não são visíveis aos humanos, pois são criaturas espirituais e não seres vivos da natureza como os Pokémon. Suas aparências são das mais diversas, com muitos se assemelhando a humanos e existe até mesmo um com cara de bumbum (sim, é sério, leia até o final para conhecê-lo).

Os jogos

O gameplay é simples. Seguindo a história o jogador vai explorar os cenários em busca dos Yo-kai, para ajudar as pessoas que estão sendo afetadas por eles, combatendo-os e recrutando-os. Assim descobre mais sobre os monstrinhos e sobre o misterioso relógio que vai sendo revelado ao longo dos games.

O estilo de luta é diferenciado, com um tipo de disco que o jogador pode girar livremente para alterar os 3 Yo-kais em combate e habilidades especiais que precisam de rápidos mini-games na tela de toque. O gamer nunca vai ficar parado durante os combates, é tudo muito dinâmico e pode causar certa estranheza de início, mas é uma questão de costume.

packshot-yokai-watch_2xYo-kai Watch possui três games na série principal até agora, sendo que a partir do segundo eles passaram a ser lançados com duas versões cada, igual a Pokémon (olha a comparação aí de novo). São eles:

  • Yo-kai Watch (2013 Japão/ 2015 USA);
  • Yo-kai Watch 2: Ganso & Honke (Japão 2014) Bony Spirits & Fleshy Souls (2016 USA);
  • Yo-kai Watch 3: Sushi & Tempura (Japão 2016) Ainda sem versões no ocidente.

Além da série principal também há diversos aplicativos para celular e alguns spin-offs, como uma versão exclusiva de Just Dance (Yo-kai Watch Dance: Just Dance Special Version).

O sucesso

Como já dito antes, a franquia é uma verdadeira febre no Japão, entretanto ela não tem a mesma força na América, tendo vendido apenas 400.000 cópias do primeiro game em aproximadamente 6 meses. O CEO da Level-5, Akihiro Hino, afirmou na época que o anime está indo bem no ocidente e que tal número de vendas americanas para uma série fortemente baseada em elementos japoneses é muito bom. Ainda não há um número de vendas das versões americanas de Yo-kai Watch 2, que foram lançadas agora em setembro.

yokaiVale notar a afirmação de Hino sobre o forte embasamento em elementos japoneses. Esse era um dos grandes problemas de Pokémon no começo. Os mais velhos irão se lembrar de como a série foi se adaptando tanto nos games como no anime para se tornar mais global. Houve uma drástica diminuição dos elementos culturais exclusivamente nipônicos (Kimonos eram muito mais comuns em Pokémon no fim da década de 90 e início dos anos 2000, por exemplo).

Isso é um desafio muito difícil, pra não dizer impossível, em Yo-kai Watch, pois as criaturas do game são nada mais do que puro folclore japonês. É muito complicado para um americano entender todas as referências à lendas e mitos orientais presentes no jogo. Por outro lado essa é uma ótima porta de entrada para conhecê-los. Se no oriente Yo-kai Watch atrai por seu vasto conteúdo folclórico familiar aos japoneses, no ocidente ele deverá atrair aqueles que tem curiosidade ou interesse nesses mitos. Entretanto esse é um público bem pequeno, composto apenas por quem se identifica com Japão e suas lendas.

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Cheeksqueek – O monstrinho com cara de bumbum

O público infantil sempre foi o foco principal e pro sucesso americano da série não deve ser diferente. Crianças são mais dispostas a conhecer novas culturas, pois ainda não estão completamente enraizadas naquela em que nasceram. A mente aberta delas lhes permite absorver com maior facilidade o conteúdo de Yo-kai Watch e da mesma forma que os treinadores mais velhos não estranharam danças de gueixas em Pokémon na sua época, as crianças de hoje devem lidar normalmente com monstrinhos com cara de bumbum.

Através do anime está a chave pro sucesso ocidental de Yo-kai Watch, da mesma forma que ocorreu com Pokémon. É só a Level-5 saber explorar esse nicho.

E você? Já jogou Yo-kai Watch? O que achou? Nos conte nos comentários.

Fontes:
www.wikipedia.org
www.wikipedia.org
www.playstationlifestyle.net
www.destructoid.com


XCOM 2 A estratégia em defesa da humanidade


Fugindo da costumeira “receita que dá certo”, XCOM 2 “reinventa” a jogabilidade em relação ao seu antecessor (XCOM: Enemy Unknown) fazendo quem jogou a versão anterior sentir-se desafiado com as mudanças, melhorando muito a customização, expandindo e evoluindo tudo que vimos no último jogo. A jogabilidade é maravilhosa e a evolução gráfica é notável nesta sequência que foi lançada no PC em fevereiro deste ano e agora chega aos consoles Playstation 4 e Xbox One.

Alienígenas "pagando de bonzinhos".

Alienígenas manipulando a sociedade em um regime opressor de falsa bondade.

A história de XCOM 2 se passa 20 anos após o ataque alienígena a terra visto no primeiro jogo, e surpreendentemente mostra um planeta terra dominado pelos alienígenas, manipulando a sociedade através de uma falsa agência que atua no mundo inteiro, auxiliando as pessoas e melhorando o planeta, entretanto, executa uma silenciosa ditadura a raça humana de forma opressora, executando, sequestrando e realizando experimentos diversos com finalidade obscura. Desta vez é mais complicado combater os aliens, pois não somos a agência de governo global com recursos ilimitados a disposição como no passado, mas um pequeno grupo de resistência. Na luta pela libertação da humanidade você será visto como vilão pela sociedade manipulada, um membro da resistência que utilizará de muita estratégia na luta contra os alienígenas dominadores.

A cobertura nos cenários é peça chave para vitória.

A cobertura nos cenários é peça chave para vitória.

Nos jogos anteriores a estratégia era essencial e neste sentido XCOM 2 eleva e melhora o desafio. Em combate existem muitas possibilidades e missões, desde interação com objetos até missões de escolta, espionagem, e roubo de equipamentos alienígenas. A mobilidade da nave (quartel general da resistência) é um diferencial na luta pela sobrevivência e na execução das missões citadas, é a partir dela que são elaboradas armas aperfeiçoadas, construção de novas bases e melhoramentos para seus soldados. Sua base não é fixa como no jogo anterior, mesmo por que você é caçado pelos alienígenas (incluindo recompensas pela sua cabeça). Ao iniciar suas missões sua equipe entra no campo de batalha em stealth e só sairá quando você atacar os inimigos ou entrar no campo de visão deles; a furtividade felizmente pode ser utilizada por toda a equipe no campo de batalha o que faz você realizar façanhas cinematográficas em armadilhas e missões.

Esperar o momento certo para atacar é vital para o sucesso.

Esperar o momento certo para atacar é vital para o sucesso.

Espreitar os aliens até que eles se exponham é fundamental para o sucesso; em campo usamos um pequeno grupo com especialidades distintas. A cada batalha a experiência aumenta, e seus comandados podem ser promovidos e as promoções dão acesso a novos equipamentos e habilidades, além de que, receberá créditos ao completar as missões. Estes créditos exigem muito cuidado ao serem aplicados, pois sempre parecerão escassos, especialmente na construção de armas mais avançadas. Acoplando itens especiais as armas, você evoluí o equipamento equilibrando o poder de fogo da resistência em relação aos alienígenas (lembre-se de pegar itens dos aliens). Stress, ferimentos e claro a morte, tornarão muito trabalhoso manter o equilíbrio. Uma vez que um combatente esteja ferido vai levar certo tempo para se recuperar e corre o risco de ficar traumatizado. Se mesmo assim leva-lo ao combate ele tende a enlouquecer, não obedecerá os comandos e comprometerá a segurança do grupo e a execução da missão.

O adversário mais problemático contudo, é o misterioso projeto “Avatar”, representado por um relógio de doze horas em nosso mapa, aonde chegar ao zero representa o “game over” para a resistência. A Resistência global, por sinal, é chave para esta mortal luta contra o tempo, diversas bases ao redor do planeta formam uma rede de combate, trocando informações para que instalações alienígenas ligadas ao projeto Avatar sejam destruídas, parando ou até mesmo regredindo o relógio mortal. A variedade de inimigos se destaca, especialmente humanos híbridos da Advent (organização que tem humanos aliados aos alienígenas) e o comportamento dos inimigos é outro destaque, conhecidos do primeiro XCOM, os Sectoids, por exemplo, usam do controle da mente como sua principal arma, manipulando humanos e colocando sob seu comando.

O mapa global mostra o relógio "Apocalíptico" do projeto Avatar no topo ao centro.

O mapa global mostra o relógio “Apocalíptico” do projeto Avatar no topo ao centro.

Se você não tem preferência pelo gênero de estratégia, pode acabar se surpreendendo com este título, digamos que ele pode sim se encaixar em diversos gêneros, uma característica que reforça esta ideia é que aqui não temos tutoriais com textos cansativos, sendo os combates seus melhores professores, trazendo a sensação de jogos onde a experiência é adquirida de forma mais prática. As personalizações dos personagens também tiveram uma gigantesca melhora e são um diferencial em relação ao anterior, e vão prender sua atenção,  desde escolha do rosto, cicatrizes, pele e cabelo, pinturas de guerra, até adereços como tapa-olhos, bonés, máscaras etc.

A customização é um show a parte: Quem sabe o bruxo Geralt (The Witcher), ajude a por fim a dominação alienígena?

A customização é um show a parte: Quem sabe o Geralt de Rívia (The Witcher), ajude a por fim a dominação alienígena?

A versão avaliada aqui traz um sistema de comandos muito bem transportados para o controle do Xbox One com jogabilidade muito boa. Uma versão que não tem problemas de frame rate como no lançamento para PC, com soluções que dão um ritmo fluído trazendo a experiência completa neste excelente título onde as estratégias de combate são fundamentais.

XCOM 2 é certamente recomendado, um grande título que soube evoluir muito em relação a si mesmo, um grande trabalho da Firaxis, além de tudo já citado, traz incluso suas duas expansões “Alien Huntes” e “Shen’s Last Gift” lançadas no pc, com cenas cinemáticas muito bem elaboradas e apresentando uma fácil curva de aprendizado é um título fantástico e muito bem vindo!

O Trailer de lançamento de XCOM 2, pode ser conferido abaixo:


Jogo brasileiro “Heavy Metal Machines” fecha parceria com marca de alto desempenho para jogos “Alienware”


Em desenvolvimento desde 2014, Heavy Metal Machines tem previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2017 nos PCs por meio do Steam. Heavy Metal Machines é um jogo de ação e combate no qual insanos e poderosos carros se enfrentam numa arena multiplayer para oito metaleiros lutarem pela glória do Deus do Metal.

Considerado um dos maiores jogos brasileiros da atualidade, Heavy Metal Machines entra na próxima semana em uma nova fase de beta fechado, com parceria para distribuição pela Alienware nos mercados brasileiro e norte-americano.

A partir do dia 11 de outubro, todas as chaves do beta fechado serão distribuídas com exclusividade pela Alienware, marca de alto desempenho para jogos em PC. Até dia 10, entretanto, ainda será possível solicitar chaves para o beta fechado no site do Heavy Metal Machines.  Depois dessa data, o jogador interessado será redirecionado para o site da Alienware.

O site Alienware TV fará um stream de abertura para anunciar a parceria com o game em 11 de outubro, das 13h às 15h (horário do Brasil).

A parceria com a Alienware é mais um passo da apresentação de Heavy Metal Machines para o mercado gamer norte-americano, com recentes demonstrações públicas do jogo na PAX West, em Seattle, na TwitchCon, em San Diego e com o Twitch Partner Program, que dará como prêmio uma viagem a Florianópolis (SC), para conhecer a Hoplon de perto. 

Site oficial: www.heavymetalmachines.com


30 anos de Metroid… Será que a Nintendo não vê mais potencial na série?


A série Metroid parece estar esquecida pela nossa querida Nintendo, mas qual será o por quê disso? Será o número de fãs que vem caindo? Será que a empresa prefere focar em franquias mais famosas e bem estabelecidas no mundo dos games? Em uma rápida retrospectiva da série vamos tentar descobrir onde tudo desandou.

metroid-nes-marketing-gamesMetroid (1986 – 2002)

O primeiro jogo da série era mais um dos grandes pioneiros da Nintendo com sua forma nunca antes vista de se fazer vídeo games caseiros. O jogador explorava um grande labirinto em todas as direções, diferente de Super Mario Bros, no qual a única opção era sempre seguir para a direita. Com diversos equipamentos e upgrades para coletar durante essa aventura, o jogo era semelhante a Zelda com o foco na exploração, porém em um ambiente fechado ao contrário da franquia Hyruleana. A grande surpresa de Metroid ficava por conta do seu final, onde descobríamos que o personagem dentro da armadura era uma mulher, fazendo de Samus a primeira protagonista feminina dos games.

A fórmula foi se repetindo com melhorias e inovações sendo feitas aqui e ali nos jogos seguintes:

  • Metroid II: Return of Samus (1991 – Game Boy);
  • Super Metroid (1994 – Super Nintendo);
  • Metroid Fusion (2002 – Game Boy Advance).

Como podemos observar, a série desapareceu de 94 pra 2002. Metroid nunca foi uma das franquias que a Nintendo se preocupasse em lançar títulos consecutivos. Bom pelo menos até o mesmo ano de Metroid Fusion, quando surgiu…

metroid-prime-marketing-gamesMetroid Prime (2002 – 2007)

O primeiro jogo da série Prime foi uma grande revolução na jogabilidade da franquia, nos trazendo para uma visão de dentro do capacete de Samus. O jogo virava então um FPS, porém sem abrir mão da exploração e coleção de itens/upgrades, o que era um grande diferencial para os jogos do gênero na época.  Foi um sucesso absoluto de crítica e público, trazendo Metroid de volta aos holofotes como uma das grandes séries dos games e gerando duas continuações e dois spin-offs para a série Prime:

  • Metroid Prime 2: Echoes (2004 – Game Cube)*;
  • Metroid Prime Pinball (2005 – Nintendo DS);
  • Metroid Prime Hunters (2006 – Nintendo DS);
  • Metroid Prime 3: Corruption (2007 – Wii).

*No mesmo ano de Metroid Prime 2, um remake do primeiro jogo foi lançado para GBA, Metroid: Zero Mission, trazendo alguns extras para a história.

Com Prime a série parecia que iria ficar de vez entre os Super Stars da Nintendo, como Mario e Zelda, mas infelizmente não foi bem assim. Depois de Corruption tivemos um ano de hiato e recebemos Metroid Prime: Trilogy, em 2009, que era uma edição especial trazendo os três jogos da série Prime para o Nintendo Wii. Somente no ano seguinte viria um novo título inédito da franquia…

metroid-otherm-marketing-gamesMetroid: Other M (2010 – Wii)

Este jogo veio com a proposta de retornar Metroid às origens do estilo plataforma, mas sem deixar as inovações de lado. Sua jogabilidade era em um 2.5D, com exploração não somente para os lados e cima/baixo, mas também para o fundo e a frente do cenário. Era jogado com  Wii Mote e ao apontar este para a tela o jogador tinha visão em primeira pessoa, para acertar pontos fracos dos inimigos e ver os arredores com mais atenção, porém ficava sem poder se mover até retornar o controle a posição original retornando, desta forma, o jogo para o estilo plataforma.

O jogo teve ótimas críticas e conta com uma das melhores histórias que a franquia já teve, mas não conseguiu boas vendas. Nos Estados Unidos, por exemplo, atingiu um número muito menor do que o esperado pela Nintendo.

O enredo por sua vez gerou certas críticas dos fãs, que não aceitavam a “submissão” de Samus ao comandante Adam Malkovich. Esse criticismo é injustificado, pois não estão levando em consideração o respeito que a caçadora de recompensas tem pelo seu antigo mentor e nem que ela possui um treinamento militar, o que justifica o porquê de ela seguir ordens e não utilizar certos equipamentos antes de receber permissão. Adam, como líder da missão, somente a limitava por que tinha que ter certeza de que o uso de certos equipamentos era seguro.

As baixas vendas e esse criticismo típico da internet podem ter ajudado no desânimo da Nintendo com Metroid. Seis anos se passaram e temos um leve sinal de vida da série…

91pepbyuoil-_ac_sx215_Metroid Prime: Federation Force (2016 – Nintendo 3DS)

Durante o Nintendo World Championships 2015 um game inédito foi jogado pelos competidores: Balst Ball. Neste ano iríamos descobrir que se tratava de um bônus incluso no novo Spin-Off da série Metroid.

Seis anos sem nenhum game, 30 anos de aniversário da franquia. Enquanto Zelda recebe orquestras ao redor do mundo, novos amiibos exclusivos e um jogo 100% inédito prometido para 2017, Metroid fica ao limbo.

Federation Force é tudo que os fãs não queriam. Um spin-off depois de tanto tempo é desanimador, esperava-se no mínimo um jogo da série principal. A mudança no estilo gráfico também desagradou ao dar a um jogo notoriamente sério um design com características “chibi”. Por fim o grande desânimo vem da ausência de Samus como personagem principal. O game trata exclusivamente da Federação Galáctica e não dá nenhum indício de que a caçadora de recompensas será um personagem jogável. A decepção foi tamanha que os nossos já conhecidos fãs histéricos chegaram a fazer uma petição exigindo o cancelamento do jogo.

Será que tudo está perdido?

Vamos olhar para Federation Force de uma forma um pouco diferente.

A Nintendo decepcionou logo nos 30 anos da série?  Sem dúvidas, mas ela pode aprender com isso. Todo o rebuliço causado pelo spin-off prova que a base de fãs de Metroid ainda é grande e apaixonada, mesmo que não seja tão popular como Mario ou Zelda. Se a Big N for esperta ela tirará de todo esse criticismo a confirmação de que precisava para trabalhar em um novo Metroid.

Federation Force é um jogo ruim?  Vamos lembrar de The Legend of Zelda – The Wind Waker, cujo estilo gráfico cartunesco gerou muita crítica negativa por parte dos fãs. Apesar disso ele é considerado um dos melhores games da franquia até hoje. Então vamos jogar Federation Force antes de reclamar cegamente.

Porque “Prime” depois de tanto tempo? Vimos que foi com Prime que Metroid teve lançamentos consecutivos e um grande sucesso de crítica e de público. Talvez a Nintendo planeje um retorno de Metroid a partir de onde deu certo e usou um spin-off para trazer a série Prime de volta. Se formos otimistas podemos prever que Federation Force é apenas uma ponte para o que está por vir.

E vocês? O que acham que a Nintendo pode estar planejando? Comentem, participem.

E vida longa a Metroid!


Mudanças drásticas em Resident EVIL 7 podem não agradar aos fãs mais radicais da série


E aí, caros leitores. Tudo bem com vossas excelências? Espero que sim. Hoje vamos conversar sobre Resident Evil 7: Biohazard, aquele jogo que todos estão com o pé atrás.

Resident Evil 3

Que lindo, filho! Brincando com seu coleguinha!

A franquia de games começou com um singelo, porém magnífico, software de entretenimento para o Playstation One (à época chamado de Playstation X pelas revistas de games), PC e Sega Saturn. Com o sucesso, vieram tantos outros lançamentos quanto a quantidade de fios de cabelo na cabeça do Steve Harris, tais como as sequências diretas Resident Evil 2 e 3, e um sucessor antecessor Resident Evil 0. Como não lembrar do terror de qualquer jogador dessa franquia?

Mas vejamos algo no mínimo curioso. Há, mais ou menos, cada 3 ou 4 jogos da linha principal ocorre uma mudança radical. De Resident Evil Code Veronica pro 4 praticamente mudaram do vinho pro conhaque, de tão diferente que ficou. Mudanças essas necessárias para que a franquia, e consecutivamente, a empresa se mantivesse no mercado. Então a nova mudança ocorre entre o sexto e o sétimo jogo. Pelo menos é o que mostra tanto a demo quanto o trailer liberado recentemente e que você pode conferir logo abaixo. Outra informação relevante de ser mencionada é o vazamento da classificação deste game na ESRB que, para não conhecedores, é fonte de classificação etária para games em boa parte do globo.

Este novo título parece ter bebido da fonte de Alien Isolation, que segue algo bem semelhante. Nele, somos jogados dentro de uma nave espacial com um dos monstros mais mortais dos filmes de terror e temos de nos esconder afim de não morrermos nas mãos do inimigo. Isto tudo bate com a informação vazada sobre Resident Evil 7 e soa como algo positivo, a meu ver. Caso sintam interesse em conhecer sobre Alien Isolation, visite este canal para mais informações.

Sobre estas informações, são o nome do protagonista, Ethan, que estaria procurando a esposa, provavelmente a do trailer que aparece fugindo do inimigo com lanterna, visto que ela chama o nome Ethan algumas vezes. E, como não poderia faltar, armas usáveis, que estarão presentes na versão final, segundo essa informação vazada, sendo algumas como lança-chamas e motosserras. Mas caso não encontre no site da ESRB, não se preocupe. Eles removeram a pedido da Capcom. Agora que há possibilidade de armas, é possível que os fãs mais conservadores, aqueles que torceram o nariz quando todas as informações liberadas até então mostraram não haver, voltem suas atenções para este game novamente.

Evil Dead 1981

Pra quem não conhece, A Morte do Demônio de 1981. O personagem sobrevivente se fu*&% com o amigo zumbi atrás.

Mas algo me incomoda: mesmo com o vazamento da classificação da ESRB, os fãs mais radicais terem dado as costas ao produto apresentado até então. O jogo ainda seria Resident Evil mesmo que armas não estivessem presentes. Visão em primeira pessoa? As séries Survivor, Chronicles e o jogo Dead Aim mostram que esta ideia deu certo, com algumas mudanças aqui e ali. Falta de armas? Uma inovação, assim como o “shooter” que se tornou a série a partir do quarto título numerado. Concordo que a inovação presente, que também é ponto fraco para os indivíduos já mencionados, deixou o protagonista fraco demais. No entanto, também ficou parecendo filmes como Massacre da Serra Elétrica, A Morte do Demônio e seus correlatos, em que o protagonista, inicialmente, fugia do seu perseguidor, o que é um fator positivo, a meu ver. Se daria certo? Não sei, mas queria ver onde isso chegaria. Seria uma adição interessante à franquia.

Mas qualquer surpresa pode ocorrer até a data de lançamento. Então aguardemos até lá para tirarmos as conclusões definitivas. Mais informações, veja uma desossada legal de tudo que saiu até aqui e também esta entrevista, concedida por Fabio Santana, relações públicas da Capcom do Brasil.

É isso aí. Valeu pela atenção e até a próxima!

Fontes: REVIL, Site Oficial


Confira as principais novidades do último Nintendo Direct… Pokémon, Zelda, Mario Maker e muitos mais!


Pokémon, Zelda, Mario Maker e muitos outros. Vamos ver o que rolou de mais importante no Nintendo Direct desta última quinta-feira, dia 1º de setembro.

Pokémon

No mundo dos monstrinhos de bolso há poucas novidades. Foi revelada a forma Alola de Rattata, que o transforma em tipo Normal/Noturno e lhe deixa parecido com o Xaropinho. Além disso temos o anúncio de que até janeiro os jogadores de Sun & Moon poderão receber um Munchlax que virá equipado com um item especial que permite a Snorlax utilizar seu Z-Move exclusivo.

Zelda

E a Nintendo continua as comemorações da franquia com grandes novidades. Primeiramente temos o novo DLC para Hyrule Warriors Legends, já disponível, incluindo uma nova arma para Toon Link, um novo mapa para o modo aventura e Toon Zelda como novo personagem jogável. (Vale lembrar que a versão de Wii U também estará recebendo esse conteúdo, confira as atualizações do seu jogo para maiores informações)

Além do DLC também foi anunciado:

  • Três novos livros sobre a série serão lançados até o fim do ano, o primeiro entitulado “Art & Artifacts” já está disponível em pré-venda na Amazon.
  • Quatro novos amiibos serão lançados dia 2 de dezembro. São eles: 8-bit Link, Link (Ocarina of Time), Toon Link & Toon Zelda. Estes dois últimos serão lançados juntos em um bundle. Todos terão funções especiais em Breath of the Wild.
  • A versão original de Skyward Sword para Wii já está disponível para download na eshop do Nintendo Wii U.

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Super Mario Maker 3DS

Surpreendendo muitos fãs e já previsto por outros, Super Mario Maker irá receber uma versão para Nintendo 3DS no dia 2 de dezembro. De acordo com o Nintendo Direct a ideia por trás desta versão é que o jogador possa jogar fases rapidamente aonde quer que esteja, por isso o game já contará com 100 níveis feitos por funcionários da Nintendo logo de cara, além de ter ênfase exclusiva no compartilhamento local. Será possível, inclusive, criar níveis em colaboração com outros jogadores.

Animal Crossing – New Leaf

Outra grande surpresa foi o anúncio de um novo update para o jogo Animal Crossing – New Leaf, lançado originalmente em 2013. Essa atualização adicionará compatibilidade com os amiibos e promete acrescentar muito à diversão. O lançamento está previsto para dia 2 de dezembro. Versões físicas serão lançadas com a atualização inclusa sob o título de “Animal Crossing – New Leaf: Welcome amiibo!“. Lembre-se que somente os modelos New Nintendo 3DS possuem compatibilidade com amiibos embutida, para os demais modelos você precisará de um 3DS NFC Reader.

Pikmin

Inesperadamente a Nintendo anunciou um novo jogo da franquia Pikmin para Nintendo 3DS. Diferente da franquia principal esse jogo apresenta uma jogabilidade sidescrolling e dinâmica mais baseada na ação, com movimentos rápidos para avançar nas fases e combater inimigos. Pikmin (título provisório) tem lançamento previsto para 2017.

Outras novidades

O Nintendo Direct foi carregado de informações, além do que já mostramos:

  • Mario Party – Star Rush marca a nova entrada da franquia no portátil, com lançamento em 4 de novembro;
  • Uma atualização para a Praça Mii trás uma versão acelerada da pracinha para fazer tudo mais rápido, além de cinco novos minigames disponíveis para compra. “Autorama Mii” e “Bolsa de Valores da Praça Mii” podem ser baixados gratuitamente, mas você só poderá escolher um deles;
  • Tank Troopers, um jogo exclusivo da Nintendo eshop que promete muita diversão com tanques de guerra controlados por personagens bem inusitados. Porém ainda não tem data de lançamento prevista;
  • Picross 3D – Round 2 já está disponível na eshop, contando inclusive com uma demo gratuita;
  • Dragon Quest VII será lançado dia 16 de setembro, enquanto Dragon Quest VIII chegará em 2017;
  • Yo-Kai Watch 2 lançará dia 30 de setembro com duas versões: “Bony Spirits” e “Fleshy Souls”, cada uma com monstrinhos exclusivos;
  • Disney Magical World 2 tem lançamento previsto para dia 14 de outubro, contando com itens especiais de Frozen para quem comprar na pré-venda. Também haverão diversos temas de personagens Disney para decorar o menu do seu 3DS;
  • No dia 27 de setembro teremos Sonic Boom – Fire and Ice, cuja versão física virá acompanhada de um DVD com 3 episódios da série animada;
  • Poochy & Yoshi’s Wooly World promete trazer toda a fofura já vista no Wii U para a telinha do 3DS. Será lançado no dia 3 de fevereiro de 2017 junto com o amiibo de Poochy feito de lã;
  • Ever Oasis continua criando expectativa devido à experiência de seu criador, Koichi ishii, que trabalhou com grandes projetos da Square Enix no passado. O lançamento será em 2017;
  • Por fim Mario Sports Super Stars inova ao reunir em um mesmo jogo 4 esportes já explorados pela turma do encanador (futebol, golfe, tênis e baseball) e um completamente inédito no reino dos cogumelos (corrida de cavalos). Previsto para 2017.

Para quem achava que o Nintendo 3DS não tinha mais lenha pra queimar esse Direct veio mostrar que o pequeno notável ainda tem muito chão pela frente.

Você pode conferir o Nintendo Direct na íntegra aqui:

Fonte: Canal oficial da Nintendo no YouTube


A continuação que acabou virando jogo próprio: Final Fantasy XV


Sephiroth, é você? E a cidade ao fundo também lembra um pouco Midgar.

E aí, caros leitores. Tudo bem com vossas excelências? Espero que sim. Hoje vamos conversar sobre Final Fantasy XV, jogo com um histórico bem controverso.

Antes de receber o nome atual, ele era chamado de Final Fantasy Versus XIII, uma continuação da franquia de Final Fantasy XIII (que recebeu mais, mais e mais críticas sobre sua linearidade e outros fatores presentes) e teria Noctis presente, mas pelo trailer deu a entender que o atual herói seria na verdade um antagonista.

Tetsuya Nomura, à esquerda, e Hajime Tabata ao seu lado. Duas das mentes brilhantes por trás de alguns jogos da Square Enix.

Enquanto a direção ficou por conta de Tetsuya Nomura, o jogo estava programado pra sair como a já citada continuação. Mas ele estava com muitos projetos e não conseguiu levar adiante seu desenvolvimento. No fim, a Square Enix resolveu passar a tocha para Hajime Tabata, e de brinde, mudaram o nome para fazer as engrenagens rolarem e sair uma, que sabe, obra de arte.

Quanto à mudança de nome e plataforma de lançamento, vocês podem conferir uma entrevista dada por Tetsuya, traduzida pro Obamish, à revista Famitsu.

Já no período da mudança de nome até agora, foram feitos diversos anúncios de mídias diferentes, tais como o filme chamado Kingslaive, série animada chamada de Brotherhood: Final Fantasy XV (que pode ser acompanhada oficialmente por aqui) e algumas demonstrações na PSN (testadas aqui, aqui e aqui). Tudo para divulgar o tão aguardado game.

O anime feito para promover e contar o início da história.

E como anda a jogabilidade? Anda de carro, e chocobo quando acaba a gasolina. E quando a fome bater, rola uma pescaria porque já sabe, saco vazio não para em pé. Para caçar, temos um sistema de batalha denominado Active X Battle, usado em Final Fantasy Type – 0, com batalhas sem as barras de ação (famosas nessa franquia), deixando as coisas bem fluídas e proporcionando um dinamismo maior aos combates. Um adiamento foi anunciado afim de polir e melhorar a qualidade do game; junto com isto, teve também um anúncio em uma loja japonesa de que o jogo terá 45 GB de tamanho no HDD. Claro que já vimos coisas ruins virem de games há muito anunciados e que teve diversos adiamentos mas é sempre bom manter o pé no chão e degustar a obra assim que possível, para formar sua própria opinião.

No fim, temos um game que está nos holofotes e não pretende sair do palco sem se apresentar. Pano de fundo, história e atores já estão a postos, faltando apenas o soar da orquestra para seu espetáculo ter início. Esperamos que seja um ótimo jogo, tanto para compensar os anos de atraso, quanto pela ansiedade que estão construindo para seu lançamento.

Caso queiram acompanhar pelo site oficial, só olhar aqui; recomendo, também, degustar os primeiros 12 minutos do filme.

Valeu pela atenção e até a próxima!

Fontes: IGN, MeioBit