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Guia Prático de publicação de jogos para Android. Terminou seu primeiro jogo? Saiba como publicá-lo!


Você acaba de terminar seu primeiro projeto de jogo, voltado ao mercado mobile (celulares e tablets), mas não tem ideia de como o disponibilizar para download e ter a possibilidade de gerar renda com seu trabalho? Este guia prático vai te ajudar a concretizar a última etapa do seu planejamento (espero que você tenha feito um), e de fato colocar seu jogo à prova no mercado, se é claro, você não optar por terceirizar esse passo através de uma Publisher, mas vamos admitir aqui, que você é um novato desenvolvedor indie e que precisa “se virar “sozinho, ou com sua pequena equipe.

As plataformas:

Primeiro de tudo, determine com quais plataformas vai trabalhar, existem várias vitrines ou lojas virtuais nas quais você pode disponibilizar seu jogo, porém aqui, vamos nos voltar à Google Play (Android), que conta hoje com o maior número de downloads entre todas disponíveis.

Veja abaixo o passo a passo do que fazer para ter acesso a ela:

Google Play (Android):

  1. Ter o seu jogo em formato APK.
  2. Criar uma conta Google.
  3. Pagar a Taxa de inscrição.
  4. Preencher o formulário de publicação.

Nos baseando nos passos acima, vamos destrinchar agora todo o processo.

Estando com o seu “apk” preparado e após ter criado um conta Google simples (aquela mesma usada para acessar o Gmail ou Google Drive), entre no link https://play.google.com/apps/publish/signup/, assim você estará no Google Play Developer Console, faça o login com essa conta.

Tutorial Publicar Android 1

Imagem: Login do Google Play Developer Console

Leia o contrato de inscrição do Google Play Developer Program (nada de deixar para lá esse contrato), e tenha em mãos um cartão de crédito internacional com o limite equivalente a US$25,00 (vinte e cinco dólares) disponível.  Esse é o valor cobrado pelo Google para disponibilizar sua plataforma para downloads, atente-se que essa taxa é cobrada apenas uma vez e é vitalícia, nada mais é cobrado adicionalmente (exceto porcentagens referente a venda dos jogos/aplicativos ou compras dentro dos mesmos).

Para ter seu app/game publicado no Android você não vai encontrar grande dificuldade nem burocracia (quando comparado ao seu principal concorrente a App Store), todo o processo é bem simplificado , e consistem em preencher um formulário com os dados do jogo, tais como: Título, ícone, descrição, categoria, público alvo e faixa etária,  além das screenshots das versões para celular e tablets separadamente, tudo preenchido só precisará revisar tudo e enviar o apk, upando ele como se enviasse um arquivo qualquer a um serviço de armazenamento na nuvem.

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Imagens: Preenchendo os dados do jogo para publicação.

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Imagens: Preenchendo os dados do jogo para publicação.

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Imagem: Enviando o APK.

Os servidores irão processar o recebimento, e dentro de algumas horas seu jogo estará disponível para download, note que a expansão do arquivo é periódica e que dependendo da área escolhida para distribuição (que por padrão é mundial), pode demorar para que algumas contas ou pessoas consigam visualizar/baixar, mas esse processo não deve passar de 24h para ser concluído.

O mais legal de trabalhar com uma vitrine como a Google Play são os dados gerados que ajudarão você ou sua equipe de marketing a traçar estratégias para potencializar sua dominação de mercado, ainda mais porque existe dentro do console uma ferramenta automática que gera dicas de otimização para aquele app/jogo especifico, tal como: traduzir a descrição para o mandarim caso você tenha muitas visitas ou visualização na página do aplicativo.

Concluído o tutorial acima você já pode distribuir o link e fazer aquela velha e boa divulgação, e cruzar os dedos para seu jogo se tornar um sucesso e gerar muitos “ouros” que vão tornar sua jornada como desenvolvedor mais gratificante e cheia de achievements. Em breve trarei também um tutorial sobre a publicação na App Store (iOS), esse bem mais complexo e cheio de passos! Até a próxima!


In game advertising: Snickers e o anúncio não intrusivo


Ocorreu, em maio deste ano, a décima edição do evento que representa um dos canais da Plataforma ProXXIma, Organizado pelo Grupo Meio & Mensagem, o evento traz conteúdos relacionados às áreas de comunicação e marketing digital, sempre com um propósito inovador.

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In game advertising no palco do Proxxima

Um dos painéis de destaque foi voltado especificamente à apresentação de um case de In game advertising. Trocando em termos simplificados, o In game advertising consiste em realizar campanhas promocionais dentro do ambiente de um jogo digital. Em meio a discussões a respeito de como produzir conteúdos interessantes e entregá-los ao público-alvo e a preocupação real com o crescimento dos Adblockers, a proposta de divulgar produtos e serviços dentro do ambiente dos jogos digitais se mostra como uma luz no fim do túnel. Porém é preciso cautela.

Quando jogamos, de modo geral, buscamos uma válvula de escape, rompendo com o estresse cotidiano através de uma atividade que nos deixa relaxados. O que poderia ser mais irritante do que sermos interrompidos por uma propaganda inconveniente?

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Snickers – Imagem promocional

Amanda Zaky, líder da área de comunicação digital da Mars Chocolate e Sterling Wharton, COO (chief operating officer) da Entertainment Arts Media Solutions, apresentaram os resultados de uma campanha bem sucedida pelo chocolate Snickers. Essencialmente, uma campanha dentro de um jogo deve oferecer um conteúdo interessante, que engaje o jogador e que não seja apresentado de maneira intrusiva.

 

Para Amanda Zaky, o vídeo tem grande potencial de se apresentar como um conteúdo engajador, pois ele vente a marca na medida em que conta histórias, identificando-se com as próprias vivências do consumidor. Isso pode ser feito em múltiplas plataformas, e os jogos não são uma exceção.

O artigo “Snickers campaign exhibits importance of nonintrusive mobile ads”, publicado no Mobile Marketer por Brielle Jaekel, dá mais detalhes a respeito do case. Dentre as principais preocupações que o profissional de conteúdo digital deve ter em mente quando visar os games como sua plataforma, podemos destacar o engajamento do consumidor através de conteúdos cativantes e de um sistema de recompensas.

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No caso do Snickers, houve um trabalho conjunto com a equipe responsável pelo mobile game Madden, da Eletronic Arts. Além da utilização de anúncios patrocinados, foi proposto um live event no qual os usuários ganhavam pontos por completar um desafio proposto pela marca Snickers.

Segundo Brielle Jaekel, o crescimento e a popularização dos jogos mobile representam um grande potencial para a conexão de usuários em um nível orgânico. O consumidor que se vê envolvido com uma marca, possui uma conexão mais forte com ela, bem como uma visão mais positiva a seu respeito. Esse consumidor pode vir a se tornar um advogado de marca, um defensor fiel disposto a rebater comentários negativos de outros consumidores, graças à sua conexão emocional com o produto.


Philips Android TV permite jogar games de Android usando a própria televisão


Visando o grande mercado de games, temos mais uma novidade que pode vir para somar na experiência de quem joga no celular Para os usuários que desejam produtos multifuncionais, sem a perda do nível de qualidade, a Philips indica os modelos Android TV das séries 6700 e 7100, que nos trazem diversas funções agregadas de outros dispositivos da mesma plataforma. Um dos exemplos é o de games, pois conectando-se com smartphones e tablets, a Android TV permite que o consumidor tenha acesso à uma ampla variedade de jogos na tela da sua televisão.

unnamedLuis Bianchi, gerente de marketing na TPV e fabricante responsável pela produção das TVs da Philips afirma que: ”o usuário tem acesso aos mais populares games da plataforma Android, desde os convencionais até os mais elaborados, sendo grande parte deles gratuita. Apenas conectando via Bluetooth ou cabo uma das diversas opções de joysticks compatíveis com o sistema, ou até mesmo pelo controle remoto, é possível obter uma ótima experiência que se assimila à obtida com um videogame’.

É possível fazer download do game pela Google Play Store, com jogos de grandes produtoras, como Eletronic Arts, Gameloft, entre outras, armazenando-o na memória interna do aparelho. A partir disso, é necessário o uso de internet para realizar o download dos games, sendo possível jogá-los mesmo quando desconectado.  Há a possibilidade também de começar os jogos em outros dispositivos quando estiver fora de casa, salvar o progresso e continuar de onde parou pela TV quando quiser.

8f06ae3c-722d-4682-8d9e-0ac0added494É interessante perceber que esse é mais um paradigma que vem para nos fazer refletir sobre até que ponto jogos em celulares devem estar centrados num movimento de nicho. Produtos como a Android TV se assemelham diretamente aos consoles, mas com jogos que foram pensados e produzidos para celulares. Com o preço gasto nesse tipo de produto, valeria mais a pena ter um console propriamente dito, com games feitos e pensados para uma tela grande, ou será os jogos mobiles podem se adequar perfeitamente nesse tipo de situação? É algo importante para se pensar. 

De um lado, temos a praticidade de transportar um jogo que está em seu bolso para uma televisão, mas em outro temos a questão do custo benefício e da qualidade das propriedades intelectuais em questão. Podemos também colocar o fato de que muitos jogos de consoles passados estão saindo para celular, também que há uma variedade grandiosa de títulos mobiles gratuitos, em contrapartida com um alto preço de jogos da atual geração de consoles.

Ainda é muito cedo para dizer o futuro de produtos como a Android TV, mas a discussão está aberta para falarmos sobre esse tipo de inovação e uma possível categoria de nicho para os gamers mobile que não estão mais no celular diretamente. E você, o que acha disso? Comente e vamos enriquecer a discussão.


Publisher de jogos Mobile no Brasil? Sim, isso existe!


A Gazeus, desenvolvedora carioca de jogos digitais para browsers e dispositivos móveis lançou mês passado uma spin off focada em atuar como publisher de jogos mobile, a Leela Games.

Leela GamesDario Souza, CEO da Gazeus, empresa mãe da Leela.
“Identificamos que o momento para criar um publisher nacional é agora. O mercado de usuários de smartphone que tem acesso à meios de pagamento cresceu o suficiente no ano passado para justificar investimento massivo no lançamento de jogos”.

“Vamos aproveitar a experiência de anos de trabalho com publicação e monetização de jogos para auxiliar estúdios brasileiros e estrangeiros a aumentarem suas receitas no Brasil. Identificamos que os developers precisam de uma publicadora que os ajude não apenas no lançamento do jogo mas também em aquisição de usuário, análise de métricas de performance e suporte contínuo durante todo o ciclo de vida do game, que são as áreas que atuamos”, complementa.

Depois de muitos papos com desenvolvedores indies brasileiros, ficou claro para a equipe da Leela que o grande problema era marketing. Com mais de 5 milhões de games nas stores mobile, fica difícil aparecer. Especialmente se não se tem dinheiro. É então que entra a Leela, para ajudar com esses custos e para apontar os desenvolvedores no caminho do que já funciona. Tudo isso sempre preservando os jogos e entendendo que decisões criativas são do domínio dos devs.

Carlos Estigarribia - CEO da Leela Games

Carlos Estigarribia – CEO da Leela Games

A direção da Leela fica a cargo de Carlos Estigarribia, executivo que já atuou em diversas empresas no setor de jogos e mobile, e foi studio director da Electronic Arts no Brasil.

Carlos Estigarribia Diretor da Leela Games
“Mesmo para um estúdio de grande porte monetizar no Brasil ainda é difícil, pois diversas parcerias comerciais locais precisam ser fechadas para maximizar o potencial de receita do jogo”, afirma Estigarribia, “Um dos valores agregados que vamos oferecer aos estúdios é usar o que aprendemos nesses anos todos sobre o comportamento do jogador brasileiro, que é bem diferente dos americanos, ou chineses”, complementa.

“Estamos abertos para jogos mobile nas fases de pré-lançamento ou beta no momento, em qualquer gênero, as empresas nacionais e estrangeiras interessadas podem entrar em contato conosco diretamente pelo site www.leelagames.com“, diz Estigarribia.

A Leela já está em fase de fechamento do contrato com 2 estúdios brasileiros.


Estão abertas as Inscrições para o “The Developer’s Conference” que ocorre em SP de 21 a 25 de Julho


A Globalcode, empresa especializada em soluções educacionais em TI, prepara-se para realizar o 9º ano do The Developer’s Conference (TDC). Evento que tradicionalmente promove um mix variado de assuntos, garantindo a interatividade entre as mais diversas comunidades tecnológicas.

tdc-the-developers-conference-marketing-gamesO evento reúne várias trilhas que abordarão as tendências do mercado em temas como Android, Windows 8, iOS, Java, Python, Testes, Cloud Computing, Games, Robótica, Negócios, Mobile, entre várias outras. Ao todo são mais de 30 trilhas que serão apresentadas por cerca de 260 palestrantes.

Cada trilha é um evento de um dia sobre um tema específico, abordado em 7 ou mais palestras, contando com um ou mais coordenadores especialistas. “Há cerca de 7 ou 8 trilhas em cada dia do TDC, realizadas em parceria com diversas comunidades. A trilha de Java por exemplo é organizada pela Sociedade de Usuários Java (SouJava), a trilha PHP pelo grupo PHP São Paulo e várias outras empresas e associações importantes participando da organização do evento. Com isso, é possível ter uma abrangência de conteúdo maior, sem perder a qualidade e profundidade nos temas abordados.”

tdc-the-developers-conference-marketing-games-2Já um workshop é diferente, são eventos de um dia inteiro, cada um com um tema distinto, mas com instrutor único que abordará seu conteúdo com maior aprofundamento, de maneira teórica e prática. Em média são 20 vagas por workshop, número reduzido em relação as trilhas, mas trata-se de uma realização recomendada para um público que busca maior conhecimento em situações práticas.

Com patrocinadores de peso, a expectativa para este ano é que o número de participantes aumente para 12.000, em relação aos mais de 10.000 do ano passado.

Assim como no ano passado o TDC realizará o TDC4Kids com palestras desenvolvidas e específicas para o público jovem e infantil. Este evento configura uma nova fase no cenário brasileiro dos eventos de TI, que busca agregar várias comunidades e aposta na interatividade. Além de São Paulo o evento será realizado também em Porto Alegre.

TDC – São Paulo
Local: Universidade Anhembi Morumbi
Endereço: Rua Casa do Ator, 275 – Vila Olímpia – São Paulo / SP
Quando: 21 a 25 de Julho de 2015
Inscrições: www.thedevelopersconference.com.br

TDC – Porto Alegre
Local: A definir
Quando: 24 a 26 de Setembro de 2015


Explorando o Mercado Nacional de Jogos Indie – Mgaia Studio


A segunda parte da série de publicações que busca  explorar o mercado nacional de jogos tem o imenso orgulho de falar sobre o Mgaia! Após uma troca super bacana de emails com o Gabriel Naro, tive a chance de saber mais sobre a história do estúdio e do trabalho que desenvolvem.

O Mgaia nasceu como “Mother Gaia“, o nome foi escolhido em 2008 como nome do time que estava participando da Imagine Cup, uma competição e um programa global de tecnologia para estudantes que fornece oportunidades para  todas as disciplinas e que serviu para dar início ao que acabou mudando e evoluindo para o Mgaia de hoje.

Da esquerda para a direita: Felipe Cancian Bertozzo, Gabriel Naro, Bruno Toledo e Victor Oliveira.

De 2008 até 2012 a empresa passou por muitas coisas até que em 2012 conseguiram investimento externo para a criação da campanha do Soul Gambler no Kickstarter, o que seria a primeira grande aposta da Gaia com jogos grandes. E uma aposta que rendeu uma experiência sem igual e acabou por mudar para sempre os rumos do estúdio que hoje é formada por esses caras estilosos e bacanudos da foto ao lado.

 

Após a experiência com o Soul Gambler, a empresa se reinventou, mantiveram aquilo que gostavam, deixando de lado o que não curtiam e com isso se focaram cada vez mais em seguir na indústria de jogos realizando um trabalho sensacional com a nova formação que em pouco tempo já rendeu jogos muito bacanas.

O Mgaia, de cara nova, lançou então Tank Invaders (um jogo de bombardeio tático inspirado por shooters das antigas), o Headball Championship (jogo de futebol que presta homenagem aos maiores jogos de esportes dos 8 bits e 16 bits) e que hoje tem o orgulho de apresentar o Tiny Empire, um projeto do qual o Gabriel tem muito carinho. E não é pra menos, Tiny Empire está muito bonito!

Tiny Empire é um physics-puzzle com controles simples de um só toque. A estética remete aos clássicos da era 16-bit, conta com fases divertidas, meticulosamente projetadas e muito gratificantes. Para avançar para o próximo nível o jogador deve manejar o canhão com muita habilidade. Mas só saber mirar não basta: nas fases mais avançadas é necessário atirar no momento certo também. Tudo isso é apresentado aos poucos através de tutoriais bem colocados em uma curva de aprendizado suave e divertida. Em pouco tempo os ágeis Beholders voadores cairão tão fácil quanto os pobres Orcs, bobos demais para se mexerem. Ao final de cada fase o jogador receberá de uma a três estrelas, dependendo do número de inimigos que eliminou e quantos aliados poupou. Para ter uma ideia de como o jogo promete, confere aí o trailer de lançamento do Tiny Empire.

O jogo está disponível para Android, iOS e Windows Phone e você encontra maiores informações aqui.

Posso dizer que foi sensacional conhecer um pouco mais sobre o estúdio e todos os altos de baixos pelos quais passaram para chegar na receita de sucesso que tem hoje. Espero que a história dos caras possa servir de inspiração e exemplo para quem está começando no mercado de jogos hoje. Gostaria de agradecer ao Gabriel Naro pela oportunidade de mostrar aqui no Marketing & Games um pouquinho sobre o Mgaia que eu mal conheço e já considero pacas. 😉

E para indicar um trabalho que você curta, entre em contato com a autora do texto por aqui e quem sabe o próximo estúdio a dar as caras por aqui pode ser o seu.


É possível desenvolver habilidades sociais e emocionais através dos Games? Sim, é Possível!


Quais as competências e habilidades que as crianças de hoje necessitam para enfrentar os desafios do século 21?

Essa questão foi seriamente estudada por um grupo de especialistas que publicou o resultado de suas pesquisas no livro digital “Educação para a Vida e para o Trabalho: Desenvolvendo Transferência de Conhecimento e Habilidades do Século 21“.

O que nós já sabíamos, mas que eles explicitaram através desta pesquisa é que essas competências necessárias para enfrentarmos os desafios dos século 21 vão muito além do desenvolvimento da cognição, que está relacionada à aprendizagem mais tradicional. De acordo com este estudo, nós precisamos também nos desenvolver nos níveis intrapessoal e interpessoal, ou seja, precisamos aprender a: lidar com as nossas emoções, dominar nossos comportamentos, expressar ideias de maneira eficaz e interagir com outras pessoas de forma positiva.

Mas como podemos aprender isso? Poderiam os jogos digitais nos ajudar com o desenvolvimento destas habilidades?

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Trip Hawkins, fundador de uma das maiores empresas de jogos do mundo, a Electronic Arts, percebeu que habilidades sociais e emocionais como empatia e compaixão podem ser aprendidas, isso quando suas filhas começaram a mudar seus comportamentos após entrarem em uma escola que ensinava essas habilidades. Foi então que surgiu a ideia de criar um jogo que ajudasse as crianças a melhorarem suas capacidades emocionais e sociais, o que o levou a criar o jogo IF… YOU CAN, o qual pretende ensinar as crianças a lidarem com estresse, ansiedade, raiva, tristeza e frustração, e também a desenvolverem gratidão, senso de cooperação, bondade, aceitação, paciência, entre outras virtudes, ajudando-as, dessa forma, a conviverem melhor com elas mesmas e com outros.

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Apesar das belas promessas, esse jogo possui dois limitadores para o público brasileiro: além de estar publicado apenas em inglês, ele está disponível apenas para iOS. Por esse segundo limitador, como sou usuária de Android, confesso que ainda não o joguei. :-/

Imagino que deve ser muito bom! Se você baixar, comprar, jogar e gostar. Por favor, me conte como foi!

Para sabe mais sobre o jogo, acesse o site do game: If… You Can


Atari Desenvolve Aplicativo Fitness para Amantes de Games


Atari Fit chega com o pé na porta e tem a ousadíssima proposta de acabar com os dias sentado no sofá com o controle na mão. (Um absurdo, eu diria). O aplicativo para smartphones e tablets tem por objetivo ajudar o usuário a fazer exercícios físicos sem perder o ânimo.

O serviço oferece recursos para estabelecer metas objetivas de perda de peso e dá recompensas a quem conseguir atingi-las. Para desbloquear jogos clássicos da marca, por exemplo, é preciso completar exercícios de corrida ou levantamento de peso, na verdade são 150 séries de exercícios disponíveis – tendo atividades para todos os gostos. Cada atividade realizada com louvor rende moedas. Ao atingir uma meta, um jogo clássico da marca é liberado para uso como Pong, Super Breakout e Centipede.

Para não malhar sozinho, é possível conectar o app ao Facebook e montar um time com os amigos. Todas as opções do Atari Fit giram em torno de estimular o usuário a se mexer e criar o hábito da rotina da prática de atividade. O app oferece um modo de exercícios pré-programados e também permite a montagem da série manualmente.

O Atari Fit está disponível para Android e IOs

Achei a proposta do aplicativo bem interessante, mas a pergunta é – será que pega entre gamers? Responde aí com a sua opinião!


Game mobile dá desconto para homens que esperam compras das namoradas


Advergames tem sido vistos como uma a grande tendência de publicidade móvel em 2015 para atrair, envolver e entreter os consumidores. Integrando comunicação da marca com jogos, o advergame, tem sido considerado uma tendência crescente desde 2005 nos EUA e Reino Unido. Um advergame é um jogo feito com um determinado propósito que é usado para fazer propaganda de um produto, serviço ou marca. Embora relativamente novos no meio da publicidade móvel, advergames estão sendo vistos cada vez mais como uma ferramenta de marketing eficaz e envolvente, e que caminha junto com o crescimento contínuo do mobile.

De olho nisso e com o objetivo de ativar e divulgar um evento ligado a compras, o Shopping Iguatemi Porto Alegre,  criou um advergame pensando na verdadeira tortura que é acompanhar uma mulher enquanto ela faz compras.

O jogo The Boyfriend’s Game fornece cupons de descontos e benefícios em lojas e serviços do shopping, de acordo com a pontuação. O objetivo é garantir a distração de quem fica esperando e oferecer oportunidades de novas compras com promoções – bem bacana!

O aplicativo está disponível para smartphones com plataforma Android, a expectativa é que o app opere continuamente durante todo o ano e que os jogadores possam acumular pontos para serem trocados por descontos. Embora o aplicativo seja voltado para quem espera, também poderá ser usado pelo próprio cliente que desejar participar da promoção.

Mesmo sendo voltado para um público muito específico que frequenta determinado shopping etc, a iniciativa é bem interessante e reconhece o poder de envolvimento que um jogo pode trazer mesmo quando voltado para públicos “restritos”. Os interessados em conhecer um pouco mais sobre o jogo podem fazer o download aqui.


Nintendo e DeNA unem forças para Mercado Mobile.


E finalmente aconteceu, aquilo que muitos fãs da Nintendo achariam que nunca iria acontecer – e que a Big N sempre negava, porque ninguém quer que o mercado ache que você está indo contra as suas convicções.

Nintendo-Mario-iPhone-5-1024x682A Nintendo anunciou hoje que vai unir forças com a gigante japonesa Online DeNA, numa forma de aliança de negócios e capital.

Como parte desta aliança, as duas companhias irão unir forças (o press release faz menções de desenvolvimento conjunto) para desenvolver jogos para dispositivos inteligentes (mobile).

Basicamente, teremos novos jogos para Smartphones (e tablets) que irão usar personagens e mundo da Nintendo!

Desta forma, estes jogos novos a serem feitos pelas duas empresas, estas esperam trazer mais consumidores para os atuais sistemas da Nintendo (Wii U e 3DS).

mario-3-iphoneNeste ínterim ainda foi dito que haverá uma nova network de serviços, que, além de unir os dispositivos inteligentes, também será usado nos seus consoles e, pasmem, no PC!

E, conjuntamente, em tudo o que fora dado, o presidente da empresa, Satoru Iwata, disse que a empresa não vai deixar de focar nos consoles e afins, afirmando que a Nintendo está desenvolvimento um projeto chamado NX.

O que vem ser este NX, só o tempo dirá.

Fontes:Kotaku & Kotaku