Category Jogos Indies


Resonance – The Lost Score, um jogo de Plataforma brasileiro em que você destrói coisas com a sua voz


Nesse desafiante jogo de plataforma, você precisará usar o fenômeno da ressonância, fazendo sua voz atingir a nota musical dos objetos, para que o caminho seja revelado! Mas cuidado, não é a altura da voz que importa e sim a frequência certa! Wez finalmente encontrou pistas concretas do paradeiro da mística Partitura Perdida! Cabe a você ajudá-lo em sua jornada através dos vários obstáculos que estão por vir, usando sua voz e seus reflexos.

O jogo Resonance – The Lost Score é desenvolvido pela Demerara Games, localizada em Natal, no Rio Grande do Norte. Ele surgiu na Global Game Jam 2017 – na edição desse ano o tema foi “ondas” – e a equipe decidiu fazer um jogo que utilizasse ondas sonoras de alguma maneira, daí veio a ideia de criar a mecânica principal inspirada no efeito de ressonância sonora, o mesmo efeito que torna possível quebrar uma taça de cristal com a voz por exemplo.

Como o uso da voz é obrigatório, um microfone é necessário para executar o jogo e, para que a experiência seja mais confortável, os desenvolvedores recomendam o uso de um fone de ouvido com microfone. O Resonance foi lançado na loja digital itch.io e pode ser adquirido por US$ 1,99, atualmente ele também está no processo do Greenlight, para entrar na Steam.

Aproveite para dar aquela força pra cena indie brasileira e usa a sua “voz” pra espalhar essa notícia pra galera!


Gone Home: um debate acerca da homossexualidade


Olá, caros leitores. Tudo bem com vossas excelências? Espero que sim. Hoje vamos falar de um game que propõe uma discussão acerca da homossexualidade: Gone Home. Haverá SPOILERS ao longo do texto então se pretendem manter a surpresa, recomendo jogar e depois dar uma passadinha aqui.

Gone Home

Logo e tela principal do jogo. A primeira impressão é de que o jogo é de terror.

Este é um game indie e nos coloca no controle de Katie, que passou um tempo viajando pela Europa e agora está voltando pra casa nos EUA. A jogabilidade é bem simples, resumindo-se a andar nas oito direções e, interagir os objetos e arremessa-los. Mas o que falta na questão jogabilidade é compensado na parte da história.

Ela gira em torno da sua irmã mais nova, Samantha, que depois de um show com uma amiga de colégio, acabam se beijando. O jogo se passa em meados de 1990, por isso o desenvolvimento do tema é mais dramático. Neste período, assumir seu lado rosa era mais difícil. E quanto mais se aprofunda na história, mais a coisa se torna emocionante, e também nos faz pensar sobre o assunto, sendo seu ápice com Samantha descobrindo-se homossexual.

Quarto da Samantha

Cafofo da Samantha. Tem diversas revistas sobre o movimento Punk e Grunge dos anos 1990.

Assumir e aceitar esta condição (termo discutível, eu sei) não é algo fácil, mesmo na atualidade. E no game não é diferente. Sua irmã resolve levar a namorada pra casa mas os pais a rejeitam. Tudo, desde os colegas de escola fazendo bullying com as duas até a não aceitação dos pais do relacionamento, culmina na fuga de Samantha com sua namorada. Este é o fim, que explica o título do jogo e abre o debate sobre o assunto.

Particularmente não vejo problemas em casais homossexuais mas ainda existem pessoas que não os enxergam como seres humanos que são, e acabam por menosprezar suas existências. Isto é um problema não faz parte do nosso cotidiano e que, no máximo, ouvimos um vizinho ou um parente distante que passou por isso, tal como em That Dragon, Cancer. E este é o motivo pelo qual devemos repensar nossas atitudes quanto a ele. Podemos vivencia-lo a qualquer momento, sem aviso prévio.

Caso alguém queira ver como é o jogo para avaliar o produto, confira abaixo um gameplay feito pelo youtuber Zangadoo. *Spoliers* onde o mesmo terminou o jogo neste vídeo.

É isso aí. Valeu pela atenção e até a próxima!

Fonte: Site Oficial


Jogo brasileiro 2D no estilo sandbox: “Rise of Ages” conta o passado, presente e o futuro de uma civilização


rise-of-ages-marketing-gamesRise of Ages é um projeto brasileiro iniciado em 2015 pensando em trazer uma proposta de jogo 2D no estilo Sandbox onde a evolução através das ‘Eras’ é combinada a elementos de estratégia de gerenciamento de uma civilização. Além disso, diversas outras ideias foram sendo adicionadas ao projeto ao longo do seu desenvolvimento com o intuito de criar um jogo rico em conteúdo para trazer ao jogador não só diversão, mas também muito conhecimento.

Em Rise of Ages você é o líder de uma civilização, que deve atrair mais civis (NPCs) para expandir e evoluir tecnologicamente através das eras, começando na ‘Era da Pedra‘ até a ‘Era Espacial‘, você será capaz de explorar o mundo e adquirir itens necessários para sua evolução e com o tempo terá que aprender a lidar com outras civilizações de forma democrática ou através da guerra. Com gráficos que lembram o game Terraria, Rise of  Ages oferece um ambiente agradável para o jogador passar várias horas se divertindo, além de contar com uma ótima trilha sonora.

No mundo de Rise of Ages você terá o poder de gerenciar uma cidade e construir a sua própria civilização, ou seja, você é livre para convidar ‘NPCs’ (Non-Playable-Character, ou seja, é um personagem que não pode ser jogado) e empregá-los na sua cidade atribuindo profissões para que trabalhem para você. Durante o jogo seu personagem pode executar diversas ações, tais como, lutar, cortar árvores, minerar, cultivar plantas, construir, entre muitas outras. A coleta de recursos se dá através de ferramentas como: machados para obtenção de madeira, picaretas para coleta de minérios, enxadas que são necessárias para o plantio, entre outras. Também é possível coletar materiais de animais, como couro e carne, para fabricação de vários itens e manter-se alimentado, afinal cuidar da saúde do personagem também é um ponto muito importante no game, não se esqueça de beber muita água no deserto nem de utilizar roupas quentes na Tundra, ou seu personagem poderá ficar doente.

Sistema de habilidades – Genoma
Conforme você evolui através das Eras, seu DNA também irá evoluir, através das diversas atividades no game, você ganhará experiencia e acumulará essa experiência para ativar outras habilidades. Estas habilidades serão os genes do seu DNA e estarão organizadas em diversos Cromossomos, que irão funcionar como uma árvore de habilidades. O conjunto de todos os Cromossomos e seus Genes será o Genoma do seu Personagem.

Achou interessante a proposta e quer saber mais sobre esse game brazuca? Então não deixe de acompanhar o site da campanha de Rise of Ages, disponível a partir de hoje, dia 30 de setembro, e aproveite para dar aquele UP no mercado nacional de Games!


Google Play Game Week tem jogos com até 70% de desconto


Começa hoje, 25 de agosto, a Google Play Game Week, uma semana inteira de jogos com até 70% de desconto na loja de aplicativos do Google. Até o dia 1º de setembro, mais de 25 títulos estão com desconto na compra de jogos pagos ou em jogos gratuitos com compras dentro dos jogos em itens específicos (in-app purchase).

Há ofertas para os públicos mais variados, desde os fãs de Grand Theft Auto (com até 40% de desconto nas versões San Andreas e Vice City), dos que querem se aventurar com o O Espetacular Homem-Aranha 2 (de R$6,99 por R$1,99) e também para quem quer batalhar no Guerra de Cartas.

Horizon Chase

Horizon Chase destaque brasileiro da Aquiris está na lista

Um dos destaques da promoção é que, dos mais de 25 jogos, quase metade foram criados por desenvolvedores latino-americanos, algo que mostra a importância que os desenvolvedores de games locais têm ganhado no Brasil e no mundo.

O período da promoção vai de hoje (25) até o dia 1º de setembro. Os usuários poderão encontrar mais detalhes sobre os descontos nas descrições de cada um dos games. As pessoas que não têm cartão de crédito também podem comprar através de cartões vale-presente ou através da recarga Google Play.

Confira a lista completa abaixo:

Modern Combat 5: Blackout (Gameloft) – 50% off em alguns pacotes
Asphalt 8: Airborne (Gameloft) – 50% off em pacotes de crédito e carros
MARVEL Torneio de Campeões (Kabam) – 50% off em alguns pacotes
Grand Theft Auto: San Andreas (Rockstar Games) – 40%off
Grand Theft Auto: Vice City (Rockstar Games) – 40%off
Grand Theft Auto: Liberty City Stories  (Rockstar Games) – 30%off
Starlit Adventures (Rockhead Games) – 50% off em alguns pacotes
Horizon Chase – World Tour (Aquiris Game Studio)
Apensar: Adivinha a palavra (The FastMind)
Magnate Milionário Capitalista (TinyBytes)
Magic Rampage (Asantee)
Witch Puzzle (Upbeat Games)
Just Dance Now (Ubisoft) – 50% off em alguns pacotes
Rayman Adventures (Ubisoft) – 50% off em alguns pacotes
Winter Fugitives (Heavyboat)
Vlogger Go Viral (Tapps Games)
O Espetacular Homem-Aranha 2 (Gameloft) – De R$ 6,99 por R$ 1,99 (70% off)
Guerra de Cartas (Cartoon Network)
Kingdom Rush Origins (Ironhide)
Kingdom Rush Frontiers (Ironhide)
Sniper 3D Assassin (Fun Games for Free)
Clash of Kings (Elex Wireless) – 70% off em alguns pacotes
Magic Rush: Heroes (Elex) – 50% off em alguns pacotes
SimCity BuildIt (EA)
The Simpsons™: Tapped Out (EA)
Palace Pets in Whisker Haven (Disney) – 50% off em alguns personagens


Horizon Chase, o Top Gear brasileiro precisa de uma ajudinha dos Gamers para ser destaque da Gamescom


Para quem ainda não conhece o Game “Horizon Chase” desenvolvido pela brasileira Aquiris Game Studio é um jogo de corrida bem old school que traz de volta a jogabilidade de ritmo rápido, gráficos coloridos e controles sensíveis que nós Retrogamers adoramos, inclusive o game foi considerado o “sucessor espiritual” do Top Gear, como vocês podem conferir no teaser abaixo.

(Aviso: seja forte, pois a música vai mexer com as suas memórias)

Deu pra notar a qualidade do jogo não é? E exatamente por isso que “Horizon Chase” está disputando contra outros projetos para ter um espaço reservado de demonstração do jogo na Feira Gamescom na Alemanha. 

A disputa é feita por voto online, portanto nosso apelo aos seguidores do M&G é que ajudem votando e se possível contribuam divulgando a proposta para conseguirmos colocar um game brasileiro entre os mais importantes da feira. Para ajudar é simples, clique aqui, dê um “follow” na página do game, e clique em “I’d play this” em cada um dos posts.

Uma das grandes certezas é a de que o gamer brasileiro é super participativo e adora contribuir com causas que contribuam para promover o nosso mercado de games, então espalhe a notícia e fique na torcida para ver o brasil brilhar lá fora! 


Nem mesmo a morte é capaz de parar a diversão no game Indie brasileiro “Unnamed Fiasco” para Xbox One e PC


O Unnamed Fiasco Team anuncia seu primeiro projeto: um novo jogo multiplayer local chamado Unnamed Fiasco. O jogo explora pela primeira vez neste gênero a ideia de utilizar as ações dos personagens em suas vidas passadas para “cooperar consigo mesmo” e derrotar os oponentes, ou seja, toda vez que um jogador morre, um clone seu é criado repetindo suas ações passadas e o ajudando conforme a partida avança. O que gera disputas caóticas com dezenas de personagens na tela ao mesmo tempo! 

Unnamed Fiasco IconEste conceito de “auto cooperação” combinado com o Minute Madness (um modificador que ativa efeitos aleatórios para modificar a partida) cria um ambiente caótico e divertido de multiplayer de sofá para jogar com amigos. Tudo isto complementado por personagens carismáticos como uma amável velhinha de bigode, um charmoso toureiro e um bebê superdesenvolvido lutador de lucha libre.

Unnamed Fiasco será lançado no mundo todo no final de 2015 no Steam para PC, Mac e Linux, e no Xbox One através do programa de auto publicação ID@Xbox.

Para seguir mais notícias sobre o Unnamed Fiasco, acompanhe o Facebook, Twitter e o Site oficial do Game.


Sem vilões. Sem heróis. Apenas escolhas. Conheça a Multiperspectiva da Narrativa no game Sonder


Tenho um sonho de que um dia será possível o desenvolvimento de um jogo em que realmente sou um ator dentro da história. Isto não quer dizer que terei controle total sobre o universo. O mundo ficcional deve existir de forma autônoma e serei apenas mais um habitante com poder de alterá-lo. Infelizmente, isto ainda é um sonho.

O que podemos fazer hoje é enganar o jogador e simular a liberdade de escolha. De fato, ela não existe, pois qualquer decisão está programada. A arte do design de jogos está em balancear o controle indireto a fim de criar e manter a ilusão de autonomia. Um possível exemplo disto é game Sonder.

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Em desenvolvimento pela Kamai Media, Sonder é um jogo de aventura em terceira pessoa com múltiplos protagonistas – o jogador pode controlar qualquer um. A construção da narrativa ocorre com base nas escolhas individuais de cada um. O interessante é que os personagens não estão isolados em histórias independentes, mas inter-relacionados em uma história única. Os eventos de cada um influenciam os eventos dos outros. A história não é contada ao jogador, mas são fornecidos o ambiente, o personagem e uma situação interessante; cabe a ele tomar decisões para a narrativa se desenrolar.

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Rashomon (1950)

A multiperspectiva de Sonder lembra a estrutura narrativa de Rashomon (1950), mas com o acréscimo de características lúdicas. No filme de Akira Kurosawa, a história é contada por quatro personagens diferentes. Cada um fornece uma versão de um estupro e assassinato. Como são relatos contraditórios, fica bem difícil (ou impossível) descobrir a verdade. Isto demonstra como a mudança de perspectiva altera a noção de realidade.

Esta subjetividade na percepção de um evento está presente em Sonder. Ao se projetar sobre determinado personagem, o jogador se prende ao seu ponto de vista particular, logo, age de acordo com suas crenças e julgamentos. Quando muda de ângulo, o jogador se encontra em um modelo mental completamente diferente, capaz de tomar decisões divergentes daquelas empregadas anteriormente.

Conceitualmente, interpretar papéis e tomar decisões é essencial ao Jogo. E saber que cada decisão não está solitária em seu próprio esquema dramático é bem instigante. Sonder, felizmente, propõe-se a fazer isto. Contudo, o jogo ainda está em pre-alpha, ou seja, toda a premissa e descrição fornecidas pelos desenvolvedores podem não sair como o esperado.

Terei de esperar um demo jogável para saber se o sonho está próximo de se realizar ou se ainda terei de esperar mais um pouco…


“My Night Job” é a criação de Estúdio de Games de SP para console de última geração


My Night Job é uma parceria entre a Webcore Games, o game designer Philip Mangione e o artista Bruno Speranzoni. O projeto já vinha sendo pensado há mais de 5 anos pelos criadores e o início do desenvolvimento foi iniciado graças ao edital de produção de jogos do SPcine, lançado em 2014 pela prefeitura de São Paulo.

O game é uma homenagem aos filmes clássicos de horror dos anos 80 – pessoas desesperadas, um ambiente fechado, uma ameaça aterrorizante, um herói que se sobressai e uma dose de humor. As referências são filmes como Phantasm, A Morte do Demônio (Evil Dead), A Hora do Pesadelo (com Freddy Krueger), A Coisa, Madrugada dos Mortos e muitos outros (mais de 30 no total).

O personagem principal, Reggie, resolveu pegar um bico de Auxiliar de Resgate Noturno para pagar suas dívidas. Na primeira noite ele já é enviado com a equipe do helicóptero pra um casarão nas redondezas da cidade. Chegando lá e vendo aquele caos, os veteranos ficam com preguiça e decidem jogar o novato sozinho para dar conta do recado.

O jogador percorre os muitos cômodos da grande mansão, lutando contra centenas de monstros para encontrar e levar as pessoas em segurança para o helicóptero nos pontos de resgate. Alguns personagens especiais, quando resgatados, garantem bônus temporários como um radar para se orientar pela casa, chaves que abrem portas especiais, um gato nervoso que estraçalha os inimigos da sala inteira e outros.

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A arte é toda em Pixel Art com animações quadro a quadro como nos arcades dos anos 90, sem escala ou rotação, e cada cômodo traz referências dos filmes que inspiraram o game.

O jogo será lançado de forma exclusiva para o PlayStation 4 e versões alternativas serão criadas futuramente para Xbox One e Steam. Enquanto My Night Job não fica pronto, criamos uma página no Facebook para o público acompanhar o desenvolvimento. 

Para saber mais, acesse:

www.facebook.com/mynightjob
www.mynightjob.tumblr.com
www.mynightjobgame.com


Explorando o Mercado Nacional de Jogos Indie – Mgaia Studio


A segunda parte da série de publicações que busca  explorar o mercado nacional de jogos tem o imenso orgulho de falar sobre o Mgaia! Após uma troca super bacana de emails com o Gabriel Naro, tive a chance de saber mais sobre a história do estúdio e do trabalho que desenvolvem.

O Mgaia nasceu como “Mother Gaia“, o nome foi escolhido em 2008 como nome do time que estava participando da Imagine Cup, uma competição e um programa global de tecnologia para estudantes que fornece oportunidades para  todas as disciplinas e que serviu para dar início ao que acabou mudando e evoluindo para o Mgaia de hoje.

Da esquerda para a direita: Felipe Cancian Bertozzo, Gabriel Naro, Bruno Toledo e Victor Oliveira.

De 2008 até 2012 a empresa passou por muitas coisas até que em 2012 conseguiram investimento externo para a criação da campanha do Soul Gambler no Kickstarter, o que seria a primeira grande aposta da Gaia com jogos grandes. E uma aposta que rendeu uma experiência sem igual e acabou por mudar para sempre os rumos do estúdio que hoje é formada por esses caras estilosos e bacanudos da foto ao lado.

 

Após a experiência com o Soul Gambler, a empresa se reinventou, mantiveram aquilo que gostavam, deixando de lado o que não curtiam e com isso se focaram cada vez mais em seguir na indústria de jogos realizando um trabalho sensacional com a nova formação que em pouco tempo já rendeu jogos muito bacanas.

O Mgaia, de cara nova, lançou então Tank Invaders (um jogo de bombardeio tático inspirado por shooters das antigas), o Headball Championship (jogo de futebol que presta homenagem aos maiores jogos de esportes dos 8 bits e 16 bits) e que hoje tem o orgulho de apresentar o Tiny Empire, um projeto do qual o Gabriel tem muito carinho. E não é pra menos, Tiny Empire está muito bonito!

Tiny Empire é um physics-puzzle com controles simples de um só toque. A estética remete aos clássicos da era 16-bit, conta com fases divertidas, meticulosamente projetadas e muito gratificantes. Para avançar para o próximo nível o jogador deve manejar o canhão com muita habilidade. Mas só saber mirar não basta: nas fases mais avançadas é necessário atirar no momento certo também. Tudo isso é apresentado aos poucos através de tutoriais bem colocados em uma curva de aprendizado suave e divertida. Em pouco tempo os ágeis Beholders voadores cairão tão fácil quanto os pobres Orcs, bobos demais para se mexerem. Ao final de cada fase o jogador receberá de uma a três estrelas, dependendo do número de inimigos que eliminou e quantos aliados poupou. Para ter uma ideia de como o jogo promete, confere aí o trailer de lançamento do Tiny Empire.

O jogo está disponível para Android, iOS e Windows Phone e você encontra maiores informações aqui.

Posso dizer que foi sensacional conhecer um pouco mais sobre o estúdio e todos os altos de baixos pelos quais passaram para chegar na receita de sucesso que tem hoje. Espero que a história dos caras possa servir de inspiração e exemplo para quem está começando no mercado de jogos hoje. Gostaria de agradecer ao Gabriel Naro pela oportunidade de mostrar aqui no Marketing & Games um pouquinho sobre o Mgaia que eu mal conheço e já considero pacas. 😉

E para indicar um trabalho que você curta, entre em contato com a autora do texto por aqui e quem sabe o próximo estúdio a dar as caras por aqui pode ser o seu.


A busca pela diversão em Multiplayer local segue em alta em “Rocket Fist”


Rocket Fist é um jogo de arena multiplayer local com robôs sem braço matando uns aos outros usando punhos foguete. O jogo é uma mistura frenética de baleado com sinuca, já que os foguetes rebatem pelo cenário e os jogadores precisam planejar seus tiros usando os ângulos do cenário para atingir seus oponentes enquanto evitam ser atingidos.

Rocket Fist é um projeto de Daniel Snd, um desenvolvedor de jogos brasileiro atualmente cursando um mestrado em Midias Digitais. O projeto nasceu como um pequeno teste em como um jogo de multiplayer local funcionaria em um playstation vita com um jogador segurando cada lado do aparelho. Enquanto o jogo era testado com amigos e colegas de classe ficou claro que este projeto tinha algo de especial.

Em Fevereiro de 2015 o jogo passou de um pequeno protótipo para um projeto a longo prazo, com uma ética auto-imposta de trabalho diária, Daniel começou a desenvolver o jogo no seu tempo livre, mantendo um devlog diário atualizado com as tarefas executadas no dia. Thiago Adamo juntou-se ao projeto em Março de 2015 assumindo o papel de compositor e sound designer, além de dar sugestões e suporte no que mais fosse preciso.

10911265_840832972641614_186106895345899380_oDaniel Snd, Desenvolvedor do game
“No Rocket Fist os movimentos são mais rápidos tornando as batalhas mais caóticas. As armas podem ser arremessadas em qualquer ângulo e colidem umas com as outras adicionando um layer a mais de complexidade nos arremessos. Qualquer arma pode ser pega por qualquer personagem o que torna as coisas ainda mais rápidas. Além de arremessar os jogadores tem uma segunda ação que pode ser tomada, o dash. O Dash pode ser usado para esquivar, desabilitar outros jogadores temporariamente ou rebater armas se for usado na hora certa. Para manter os jogadores engajados mesmo após serem eliminados, os jogadores podem retornar como um carrinho no canto da tela, capaz de arremessar bombas electromagnéticas para desabilitar temporariamente os jogadores que ainda estão ativos no jogo. Outras coisas que ainda não estão na versão atual mas que estão sendo trabalhadas são powerups e armadilhas no cenário. As armadilhas irão prejudicar o jogador, mas ajudar a arma, parte das estratégias será planejar os seus arremessos para fazer uso das armadilhas espalhadas pelo cenário.”

O jogo tem sido constantemente atualizado baseado em feedback recebido pela internet e em playtests ao vivo. Rocket Fist pretende ser lançado até o final deste ano e provavelmente entre em votação no Steam Greenlight até o final deste mês, portanto não deixe de acompanhar e obviamente de ajudar mais um game brazuca!