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A continuação que acabou virando jogo próprio: Final Fantasy XV


Sephiroth, é você? E a cidade ao fundo também lembra um pouco Midgar.

E aí, caros leitores. Tudo bem com vossas excelências? Espero que sim. Hoje vamos conversar sobre Final Fantasy XV, jogo com um histórico bem controverso.

Antes de receber o nome atual, ele era chamado de Final Fantasy Versus XIII, uma continuação da franquia de Final Fantasy XIII (que recebeu mais, mais e mais críticas sobre sua linearidade e outros fatores presentes) e teria Noctis presente, mas pelo trailer deu a entender que o atual herói seria na verdade um antagonista.

Tetsuya Nomura, à esquerda, e Hajime Tabata ao seu lado. Duas das mentes brilhantes por trás de alguns jogos da Square Enix.

Enquanto a direção ficou por conta de Tetsuya Nomura, o jogo estava programado pra sair como a já citada continuação. Mas ele estava com muitos projetos e não conseguiu levar adiante seu desenvolvimento. No fim, a Square Enix resolveu passar a tocha para Hajime Tabata, e de brinde, mudaram o nome para fazer as engrenagens rolarem e sair uma, que sabe, obra de arte.

Quanto à mudança de nome e plataforma de lançamento, vocês podem conferir uma entrevista dada por Tetsuya, traduzida pro Obamish, à revista Famitsu.

Já no período da mudança de nome até agora, foram feitos diversos anúncios de mídias diferentes, tais como o filme chamado Kingslaive, série animada chamada de Brotherhood: Final Fantasy XV (que pode ser acompanhada oficialmente por aqui) e algumas demonstrações na PSN (testadas aqui, aqui e aqui). Tudo para divulgar o tão aguardado game.

O anime feito para promover e contar o início da história.

E como anda a jogabilidade? Anda de carro, e chocobo quando acaba a gasolina. E quando a fome bater, rola uma pescaria porque já sabe, saco vazio não para em pé. Para caçar, temos um sistema de batalha denominado Active X Battle, usado em Final Fantasy Type – 0, com batalhas sem as barras de ação (famosas nessa franquia), deixando as coisas bem fluídas e proporcionando um dinamismo maior aos combates. Um adiamento foi anunciado afim de polir e melhorar a qualidade do game; junto com isto, teve também um anúncio em uma loja japonesa de que o jogo terá 45 GB de tamanho no HDD. Claro que já vimos coisas ruins virem de games há muito anunciados e que teve diversos adiamentos mas é sempre bom manter o pé no chão e degustar a obra assim que possível, para formar sua própria opinião.

No fim, temos um game que está nos holofotes e não pretende sair do palco sem se apresentar. Pano de fundo, história e atores já estão a postos, faltando apenas o soar da orquestra para seu espetáculo ter início. Esperamos que seja um ótimo jogo, tanto para compensar os anos de atraso, quanto pela ansiedade que estão construindo para seu lançamento.

Caso queiram acompanhar pelo site oficial, só olhar aqui; recomendo, também, degustar os primeiros 12 minutos do filme.

Valeu pela atenção e até a próxima!

Fontes: IGN, MeioBit


Google Play Game Week tem jogos com até 70% de desconto


Começa hoje, 25 de agosto, a Google Play Game Week, uma semana inteira de jogos com até 70% de desconto na loja de aplicativos do Google. Até o dia 1º de setembro, mais de 25 títulos estão com desconto na compra de jogos pagos ou em jogos gratuitos com compras dentro dos jogos em itens específicos (in-app purchase).

Há ofertas para os públicos mais variados, desde os fãs de Grand Theft Auto (com até 40% de desconto nas versões San Andreas e Vice City), dos que querem se aventurar com o O Espetacular Homem-Aranha 2 (de R$6,99 por R$1,99) e também para quem quer batalhar no Guerra de Cartas.

Horizon Chase

Horizon Chase destaque brasileiro da Aquiris está na lista

Um dos destaques da promoção é que, dos mais de 25 jogos, quase metade foram criados por desenvolvedores latino-americanos, algo que mostra a importância que os desenvolvedores de games locais têm ganhado no Brasil e no mundo.

O período da promoção vai de hoje (25) até o dia 1º de setembro. Os usuários poderão encontrar mais detalhes sobre os descontos nas descrições de cada um dos games. As pessoas que não têm cartão de crédito também podem comprar através de cartões vale-presente ou através da recarga Google Play.

Confira a lista completa abaixo:

Modern Combat 5: Blackout (Gameloft) – 50% off em alguns pacotes
Asphalt 8: Airborne (Gameloft) – 50% off em pacotes de crédito e carros
MARVEL Torneio de Campeões (Kabam) – 50% off em alguns pacotes
Grand Theft Auto: San Andreas (Rockstar Games) – 40%off
Grand Theft Auto: Vice City (Rockstar Games) – 40%off
Grand Theft Auto: Liberty City Stories  (Rockstar Games) – 30%off
Starlit Adventures (Rockhead Games) – 50% off em alguns pacotes
Horizon Chase – World Tour (Aquiris Game Studio)
Apensar: Adivinha a palavra (The FastMind)
Magnate Milionário Capitalista (TinyBytes)
Magic Rampage (Asantee)
Witch Puzzle (Upbeat Games)
Just Dance Now (Ubisoft) – 50% off em alguns pacotes
Rayman Adventures (Ubisoft) – 50% off em alguns pacotes
Winter Fugitives (Heavyboat)
Vlogger Go Viral (Tapps Games)
O Espetacular Homem-Aranha 2 (Gameloft) – De R$ 6,99 por R$ 1,99 (70% off)
Guerra de Cartas (Cartoon Network)
Kingdom Rush Origins (Ironhide)
Kingdom Rush Frontiers (Ironhide)
Sniper 3D Assassin (Fun Games for Free)
Clash of Kings (Elex Wireless) – 70% off em alguns pacotes
Magic Rush: Heroes (Elex) – 50% off em alguns pacotes
SimCity BuildIt (EA)
The Simpsons™: Tapped Out (EA)
Palace Pets in Whisker Haven (Disney) – 50% off em alguns personagens


Amor e ódio por Pokémon Go


Estamos, já cansados (ou não) de ver e ouvir sobre a febre mundial que Pokémon Go se tornou, mas também é notável que nem tudo são boas notícias para os usuários e fãs da franquia dos “monstrinhos de bolso”.

Hoje ao fazer minha leitura diária sobre o mundo dos games em sites por todo o globo, me deparei com uma cena no mínimo interessante, um dos veículos visitados exibia nada menos que 6 (seis) matérias consecutivas sobre o famigerado jogo da Niantic Labs. Até aí tudo bem, sendo o “jogo do momento”, é natural que receba tamanha atenção, mas o que torna esse fato considerável, é o tipo de ocorrências registradas em vários países, que pairam entre os dois extremos e beiram o absurdo.

Notícias que vão desde cidades que construíram estátuas em homenagem aos PokeStops , passando pela possibilidade de gerar panes elétricas em usinas, até pessoas indo a cidades inóspitas para caçar monstrinhos e além de bispos “demonizando”o jogo. Todo esse reboliço geram opiniões diversas na população que não compreende ou simpatiza com o jogo, construindo um preconceito que pode até dificultar as relações dos adeptos ao jogo, com os “não-jogadores”.

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Monumento em cidade norueguesa que reivindica PokeStops.

Porém… O que será que causa esse fenômeno?

Se analisarmos de forma ampla, veremos que esse fator não é , nem nunca foi exclusivo de Pokémon Go, talvez seu engajamento muito rápido e sem precedentes para um jogo mobile tenha tornado seu julgamento público mais facilmente verificável , mas não é difícil encontrarmos casos de pessoas, artistas, produtos que tiveram a mesma ascensão meteórica, terem seus trunfos atribuídos à magia negra e/ou ceitas ocultas , bem como sua consagração a dominação mundial promovida pelos Illuminnati (serious?).

Em contrapartida vemos diversas histórias inspiradoras, que utilizam o fator jogo como plano de fundo para promover , a educação , a inclusão, ajudar na recuperação de crianças e jovens com câncer e outras doenças , além de despertar o hábito “da caça”, tornando algumas pessoas (inclusive eu) menos sedentárias. Os dois lados têm representações muito fortes de casos contra e a favor desse sucesso.

Assim como todos os outros que passaram, e bem como, os que virão, Pokemon Go será “esquecido” , ou pelo menos o deixarão em paz , e os jogadores poderão ter seu entretenimento garantido sem grandes problemas, mas, enquanto isso não ocorre, novos casos bizarros continuarão sendo notícia na imprensa internacional.

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Alertas dentro do jogo Pokémon GO.

A desenvolvedora tem feito sua parte, ao alertar sobre o melhor uso do aplicativo, tais como: Não utilizá-lo ao dirigir , não se aventurar em locais perigosos , dentre outros, cabe a nós treinadores e candidatos à mestres Pokémon, não entrarmos em encrencas (principalmente as em dobro) e acabar virando notícia em algum meio sensacionalista.

No mais, preparem as pokebolas e vamos à rua , por que ovos não se chocam sozinhos e pokémons não tocam campainhas!!!

Se você quer ser um mestre… Ser de todos o melhor … Vamos lá!!!


Mais Pokémon inéditos, novas Alola Forms e conheça o Team Skull em Pokémon Sun & Moon


Após as notícias de 1º de agosto, a Pokémon Company nos surpreendeu antes do esperado com mais novidades sobre Pokémon Sun & Moon. Um novo vídeo foi postado em seu canal nesta quinta-feira (11/08). Vamos ver o que ele nos trouxe.

Novos Pokémon

Conhecemos Wishiwashi (solo form), um pequeno peixinho frágil e delicado do tipo água. Por algum motivo as pessoas de Alola o consideram perigoso e logo em seguida descobrimos o por quê. Ao atingir certos requerimentos a sua habilidade “Schooling” é ativada e um bando de Wishiwashis se juntam em um cardume que aparenta ser um peixe enorme (school form). Até mesmo Gyarados foge perante essa forma aterradora.

Também conhecemos Pyukumuku, um pokémon pepino-do-mar, do tipo água, que gosta de ficar sempre no mesmo lugar, nunca se movendo (complexo de Sheldon Cooper talvez?). Mesmo se ficar sem comida ele se recusa a sair do seu lugar, o que gerou uma tradição em Alola de devolver Pyukumukus famintos ao oceano, mesmo sabendo que eles vão retornar ao seu cantinho especial. Ao ser nocauteado ele ataca com seus orgãos internos ativando sua habilidade “Innards Out“, causando uma quantidade de dano ao oponente igual ao total de HP que ele tinha antes de ser derrotado.

Por último temos Morelull, um simpático cogumelinho do tipo planta/fada. Ao contrário de Pyukumuku ele está sempre se movendo com suas raízes como pézinhos, pois se ficar muito tempo sugando os nutrientes de um mesmo lugar ele pode prejudicar as plantas do local.

O Team Skull

Todo jogo Pokémon tem uma equipe maligna que deseja roubar pokémon, dominar o mundo ou qualquer outra coisa do tipo. Em Sun & Moon o grupo da vez é o Team Skull. Diferente das equipes de crime organizado dos jogos anteriores, os Skull são um bando de delinquentes com um ar meio punk.

Pokémon Sun & Moon

Grunt (masculino), Plumeria, Guzma e Grunt (feminino).

Suas ocupações são roubar pokémon, atrapalhar os Desafios da Ilha e todo o tipo de maldades rebeldes. Seu líder é Guzma, um treinador que batalha sem piedade e parece ter algum tipo de rixa com o Professor Kukui. Sua administradora é Plumeria, considerada a irmã mais velha dos Skull devido ao respeito com que trata todos os membros abaixo dela na hierarquia.

Novas Formas

Por últimos três novas formas foram reveladas. O Meowth de Alola tem um ar mais atrevido e seu tipo é noturno. De acordo com o site oficial eles foram trazidos de outras regiões como oferenda para a família real e todo esse luxo lhes tornou orgulhosos e egoístas, resultando na sua mudança de forma. após a queda da monarquia eles se tornaram Pokémon comuns na região.

Marowak trás duas referências interessantes na sua nova forma. A primeira, mais clara, é a dança com tochas tradicional das ilhas do Havaí.  O site oficial diz que os Marowaks acendem suas tochas riscando o osso contra suas testas, daí a marca escura em suas cabeças. Já a segunda referência fica por conta do seu tipo (fogo/fantasma), que remete a um evento presente no primeiro jogo da série, onde encontramos um espírito de Marowak que deseja proteger seu filhote mesmo no pós-vida. Entretanto essa segunda referência não passa de uma suposição.

Pokémon Sun & Moon

Por último temos o Raichu de Alola que trás a inédita combinação de tipos: elétrico/psíquico. Envolto em mistério, ninguém sabe o porquê da sua mudança de forma. Os habitantes da região parecem não ligar e normalmente dizem que “talvez eles tenham comido muitos doces e panquecas”. Seus poderes psíquicos lhe permitem usar sua cauda como se fosse uma prancha flutuante. A sua habilidade “Surger Surfer” dobra a sua velocidade se Electric Terrain estiver ativo no campo de batalha.

Fiquem atentos, a qualquer momento novas informações irão surgir e vamos trazê-las até vocês.

Fonte: http://www.pokemon-sunmoon.com/


Riot Games produz documentário e demonstra intimidade e preocupação com o cenário competitivo


A Riot Games chegou com mais uma novidades para nós, jogadores ou não: a segunda edição da mini série de documentários chamados de Live/Play. Nela, será apresentada histórias de jogadores ao redor de todo o mundo, com um um objetivo e paixão em comum: League of Legends.

A empresa já vem com um projeto de apresentar toda a paixão e dedicação que gira em torno do jogo, o que traz um importante conceito de como a relação com o game pode ultrapassar o entretenimento num conceito mais purista e também transformar a vida de mbrazilesportsuitas pessoas/jogadores que decidiram que isso é uma parte prioritária do seu tempo e passaram a levar o jogo e a competição para um outro nível. 

Já adianto que é bem difícil não se sentir de alguma forma representado no momento desde o vídeo de divulgação em que um brasileirot tem uma participação na narração, mesmo aliado ao fato de este que vos escreve não é um jogador de League Of Legends. Contudo, me deparar com esse tipo de material em que trata de maneira dedicada e séria a questão dos jogos como competição, fonte de renda e até mesmo de superação de várias pessoas é bem satisfatório. 

Dentro desse contexto, é possível perceber um interessante movimento de ação por parte da Riot Games em divulgar o cenário competitivo que por muitas vezes é negligenciado ou desconhecido por muitos. Isso gera valor para os jogadores e mostra como a empresa tem feitos esforços para manter-se integrada nisso.

Marcio Orlandi, diretor de Produtos da Riot Games no Brasil, cita o seguinte:

“Criamos esta série de documentários, pois acreditamos que mostrar histórias que acontecem por trás do game é uma forma de compartilhar experiências únicas, pessoais e sociais, de cada indivíduo, e ao mesmo tempo mostrar que há uma fator de identificação único na comunidade e uni-los ainda mais”

Independente do gosto em particular pelo jogo, podemos esperar que seja um material interessante, assim como demonstrado no primeiro episódio, para a divulgação dos jogos como competição profissional. Fica aqui o desejo de que este entre na lista de materiais interessantes e obrigatórios sobre o assunto.

O primeiro episódio você pode conferir no Youtube e com a participação do Vinicius Garcia, jogador de League of Legends.

E você, o que achou dessa iniciativa? Vamos trocar umas ideias.

Fontes: Tech Mundo / Riot Games


Novos Pokémon, novas formas para monstrinhos já conhecidos e outras novidades em Pokémon Sun & Moon


Essas e muitas outras novidades foram apresentadas ao público de Pokémon na manhã do dia primeiro de agosto, através do canal oficial de Pokémon no YouTube. Vamos conferi-las.

Novas Formas

Alguns pokémon antigos irão receber as chamadas “Alola Forms“, aparências diferentes devido a adaptação climática que essas espécies sofreram nas diferentes ilhas da Região. O vídeo nos apresenta Exeggutor que passa a ser do tipo Planta/Dragão, Sandhshrew e Sandslash que se tornam Gelo/Aço, além de Vulpix e Ninetales que viram Gelo e Gelo/Fada respectivamente.

Novos Pokémon

Além das formas alternativas de velhos conhecidos também nos foram apresentados alguns Pokémon novos, nativos da região de Alola. Oricorio possui uma forma diferente em cada ilha, com um tipo específico para cada uma e um ataque exclusivo cujo tipo varia conforme a aparência. Mudbray, um simpático burrinho que é a pré-evolução de Mudsdale, o qual já havia sido mostrado anteriormente. Minior, um pokémon meteoro que quebra sua casca após receber alguns ataques, revelando seu núcleo cuja aparência varia dentre 4 cores diferentes. Gumshoos, a forma evoluída de Yungoos, um dos primeiros novos pokémon a serem revelados. Por fim, Fomantis e sua evolução Lurantis, ambos do tipo grama e com a aparência bem delicada.

Pokémontaria

O Poké Ride é uma prática típica da região de Alola, na qual monstrinhos como Sharpedo, Mudsdale e Charizard podem ajudar o treinador a percorrer locais em mar, terra e ar que não conseguiria normalmente. De acordo com o site oficial estes pokémon não entram pro seu time, mas podem ser chamados a qualquer hora para lhe ajudar.

Dragon Ball Z! Não, quero dizer… Golpes Z!

Na sexta geração tivemos a mecânica de Mega Evoluções, na qual determinados Pokémon podiam evoluir temporariamente para uma forma mais poderosa durante uma batalha. Só era possível utilizar uma Mega por vez e isso influenciou muito a forma como as lutas se desenrolavam nas competições oficiais. Agora, de forma semelhante, surgem os Z Moves, golpes extremamente poderosos que só podem ser utilizados uma vez por batalha com a ajuda de um bracelete especial. Existem Z Moves de todos os tipos e fica a dúvida de isso vem para substituir as Megas Evoluções ou para coexistir com elas.

Os grandes desafios das ilhas

f32554cf-06a0-4f9c-b9f7-19d1a175b002Por último, mas não menos importante, nós temos os Desafios das Ilhas. Nele o treinador terá que viajar pelas ilhas de Alola e em cada uma delas passar por três fases:

  • Uma tarefa que varia a cada ilha, podendo ser coleta de itens ou testes de conhecimento;
  • O combate contra um Pokémon Totem. Este é um pokémon comum que recebe bônus especiais e ainda por cima pode chamar aliados para a batalha, bem parecido com chefões de RPGs clássicos;
  • A luta contra o Grande Kahuna. Cada ilha possui um treinador líder, Kahuna, que deverá ser enfrentado após os outros dois desafios e se for derrotado irá lhe garantir o direito de avançar à próxima ilha.

Com todas essas novidades é díficil não ficar ansioso por Pokémon Sun & Moon.
E vocês? O que acharam? Que novidades gostariam de ver na franquia? Participem nos comentários.

Fonte: http://www.pokemon-sunmoon.com/


Número de personagens femininas sexualizadas caiu “significativamente” na última década aponta estudo


Um novo estudo realizado por um grupo de pesquisadores da Universidade de Indiana sugere que o tratamento das personagens femininas em jogos melhorou drasticamente nos últimos dez anos.

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Teresa Lynch

Teresa Lynch, autora e estudante de doutorado juntamente com Niki Fritz, Jessica E. Tompkins e Irene I. van Driel pesquisaram 571 títulos lançados no período de 31 anos entre 1983 e 2014, com foco em se grandes personagens femininas eram sexualizadas.

“Na década de 80 e início de 90, muito da integridade gráfica simplesmente não permitia que os personagens fossem sexualizados. Quando nós avançamos para a próxima geração de consoles, o que aconteceu no início e meados da década de 90, vemos a transição para gráficos 3D, e é aí que vimos um grande aumento na sexualização das personagens femininas. Isso continuou sua trajetória ascendente no início dos anos 2000 e, em seguida, de repente, vimos uma diminuição.” explicou Lynch.

tomb_raider_1_boxO estudo destaca o  papel do jogo de 1996 Tomb Raider como um dos possíveis responsáveis pelo aumento no número de personagens femininas sexualizadas, possivelmente, inspirando outros desenvolvedores a sexualizarem seus personagens para tentar aumentar as vendas entre o público masculino dominante.

“Descobrimos que essencialmente nos últimos oito anos, tem havido uma diminuição significativa na sexualização das personagens femininas. Há também uma série de personagens que estão em acordo com as noções mais feministas de uma mulher poderosa, não objetificada. O remake da série Tomb Raider e o redesenho de Lara Croft é um excelente exemplo da forma como a indústria humaniza personagens femininas.” afirma Lynch.

Outro dado é que a proporção de mulheres com papéis principais em jogos realmente tem caído, passando de 52% nos primeiros anos da amostra a 42% nos anos mais recentes. O estudo também constatou que o gênero RPG é particularmente sensível em seu tratamento com mulheres, tendo personagens menos prováveis de serem sexualizadas do que em categorias como ação e luta.

“Quando as mulheres estão interessadas em jogos, elas tendem a gastar muito mais tempo jogando do que os homens, […] as mulheres são uma parte importante do núcleo de cultura dos jogos. Continuar a mostrar retratos unidimensionais de personagens femininas e descartar preocupações sobre a forma como as personagens femininas são retratadas simplesmente não faz sentido para os negócios.”

Você encontra o artigo completo em inglês no site Developer e a pesquisa original aqui.


Guia de Etiqueta e Segurança para jogadores de “Pokémon GO”, Sim, nós precisamos de um!


Se você vive em Marte e ainda não conhece Pokémon Go, fique sabendo que o mais recente game mobile da Nintendo está fazendo um sucesso absurdo, despontando como primeiro colocado em praticamente todas as lojas de apps em que está disponível desde o lançamento. O jogo de realidade aumentada para smartphones que utiliza seu seu GPS permite que você se transforme em um (quase) verdadeiro mestre Pokémon capturando Pokémons no mundo real.

Desde seu lançamento, Pokémon Go tem gerado histórias pra lá de bizarras, desde casos inusitados, como pessoas que encontraram cadáveres enquanto tentavam capturar um Pokémon, outras que sofreram acidentes ou ataques enquanto caminhavam distraídas, até aglomerações em lugares públicos, indivíduos que burlaram a lei para entrar em locais proibidos e tumultos chegaram a causar desordem entre moradores.

“Como assim Bruna, o jogo ainda nem saiu no Brasil!” Mas nós sabemos que quando sair será o maior alvoroço, então, vamos lá.

Conhecendo bem o público gamer Brasileiro e pensando na segurança do mesmo, após uma breve pesquisa selecionei as dicas mais primorosas de como não morrer, não matar alguém acidentalmente e nem ser assaltado jogando Pokémon Go.

Guia de Etiqueta e Segurança:

  1. Sua segurança deve ser sua principal preocupação
    Não vá a lugares nos quais você não se sente completamente seguro, confie nos seus instintos e tenha bom senso. De acordo com Revescraft, os Pokemons em si são gerados aleatoriamente, o que significa que podem aparecer em qualquer lugar. O jogo não é capaz de definir qual lugar é seguro e qual não é, mas você tem essa capacidade, então tenha sempre muita atenção a pessoas e a todo movimento ao seu redor. Isso inclui locais como áreas com perigo de deslizamento ou o meio de uma avenida movimentada.


  2. Não jogue em eventos sérios
    40154e50ce3f004e1956ddb9bcf26dcdb3b63d7424c5191bc9d034c0ea1ca6f8_1Funerais, formaturas, jantares em família, uma visita a um museu, casamento ou aniversário de quinze anos da priminha. Controle-se campeão, algumas situações exigem um pouquinho mais de decoro, se você estiver em uma situação onde você normalmente estaria longe do seu telefone, então você deve continuar a estar longe do seu telefone.


  3. Não jogue enquanto dirige ou anda de bicicleta, skate, patins, patinete, andando a cavalo, de lambreta…
    Lembre-se que existem leis que limitam o uso de telefone celular ao volante e mesmo que não esteja escrito que é proibido capturar um Mewtwo enquanto se está parado no trânsito, você é responsável pela sua segurança, dos seus passageiros e os pedestres ao seu redor, e que ao utilizar o celular enquanto dirige você está inclusive sujeito a uma multa e das pesadas. Mesmo que não existam leis que proíbam o uso de celular enquanto se anda de skate, ao se movimentar em alta velocidade distraído, as chances de você provocar um acidente colocando a sua vida e de outras pessoas em risco é enorme.


  4. Prepare-se quando sair para longas caminhadas
    Pokémon Go exige que você saia por aí caminhando e explorando localidades o que pode ser muito bom. É aconselhável levar água sempre que você vá percorrer caminhos mais longos, também vale planejar sua rota antes de percorrê-la e procurar um lugar onde você possa parar para um descanso.


  5. Não seja tonto – respeite a lei
    Se é um há um Pikachu na vizinhança na qual você está andando, Pokemon-Policemas é no quintal de alguém, faça o que fizer, NÃO INVADA PROPRIEDADE ALHEIA. “Eu estava só jogando um jogo” não vai colar como uma desculpa para violar a lei de invasão de propriedade privada. Se você quiser muito pegar aquele Pokémon raríssimo no quintal da vizinha, peça permissão. Não fique se esgueirando em torno da casa dos outros, você está sujeito a arrumar uma bela confusão se dono da casa não gosta de pessoas suspeitas em torno de sua propriedade. Realmente não pega bem ter no obituário “levou um tiro porque estava tentando capturar um Charmander no quintal de alguém”.


  6. Não deixe seus pertences por aí e se mantenha informado com relação a fraudes e crimes relativos ao jogo
    Às vezes é bom não confiar de cara nas pessoas. Qualquer um que tenha intenção de roubar ou sequestrar vai se aproveitar se houver uma chance e se você der bobeira, já era meu amigo.


  7. Evite aglomerações ou locais extremamente isolados
    Nã-nã-ni-nã-não. Nem pense em capturar Pokémons raros na linha vermelha do metrô às seis da tarde. Também vale evitar sair correndo feito um desembestado por aí em locais públicos como rodoviárias e aeroportos. “Olha lá um Snorlax do outro lado da linha azul – temos que pegar!” Segura essa emoção e vê se não derruba ninguém na frente do trem.


  8. Aproveite para conhecer umas gatinhas (ou gatinhos)
    Lembre-se de interagir com outros seres humanos, essa pode ser uma boa oportunidade de jogar em grupo, explorar a cidade, conhecer gente com gostos parecidos com o seu. Tente não se isolar ainda mais com seu Smartphone e olhe ao seu redor, quem sabe você não captura bem mais que um Snorlax?


Resumindo a história: quando Pokémon Go estiver disponível pra gente, tenha bom senso, respeite espaços e pessoas e mantenha-se seguro. E para não perder nada do mercado de games fique ligado no Facebook e Twitter do Marketing & Games!


Pela primeira vez na história, a pirataria diminuiu de forma consistente ao redor do mundo


De acordo com a IDC, pela primeira vez na história, a pirataria diminuiu de forma consistente ao redor do globo e caiu de 43% para 39%, de acordo com o índice da consultoria. Os brasileiros conseguiram diminuir o volume de downloads ilegais de 50% para 47% e hoje é o país da América Latina e do Bric com o menor índice de software piratas.

punch-club-game-marketing-games-piratariaNo que diz respeito a games, um fato interessante ocorreu há alguns meses com o lançamento do jogo Punch Club. De acordo com o site Tiny Build, o Brasil, entre 10 países, foi o maior comprador e o maior pirateador desse game, após sua versão em português ser lançada.

Novas tecnologias têm ajudado na diminuição da pirataria de softwares e na forma de consumir serviços e produtos online.

Hoje, um dos principais inimigos da pirataria é o modelo de nuvem, que permite plataformas praticarem preços menores e está mudando a forma de consumo por parte de usuários de softwares. No mundo dos games, temos, atualmente, as funcionalidades online capazes de reconhecer a utilização de games piratas, disponíveis a partir da sétima geração de consoles, como o Xbox 360, o Nintendo Wii e o Sony PS3, e plataformas que facilitam a aquisição dos jogos, como Steam e a Nuuvem. Recentemente, no lançamento do jogo Just Cause 3, foi utilizado uma nova proteção de conteúdo chamada DENUVO. O grupo de hacker responsável pela “quebra” do jogo afirmou que, caso esse tipo de tecnologia vire tendência, a pirataria de games acabaria em 2 anos, tamanha a dificuldade imposta pelo novo sistema de proteção.

Aqui no Brasil, a Nuuvem nasceu no momento auge da pirataria (2011/2012), com o objetivo de agregar valor, tanto para o PC gamer que compra os jogos originais, quanto para os que consomem as versões piratas. Há 4 anos, quando foi lançada, não existia uma alternativa nacional que vendesse games originais por um preço justo e oferecendo suporte de qualidade.

A pirataria ainda segue sendo um tema bastante controverso, seja nos games ou em qualquer esfera e apesar de estarmos indo na direção correta ainda temos um bom caminho a percorrer… 

Qual a sua opinião sobre o assunto?


“Help: The Game” será lançado para arrecadar fundos para crianças em zonas de conflito


A instituição beneficente War Child, que conta com o apoio mundial de membros da indústria de jogos eletrônicos, acaba de confirmar que Help: The Game estará disponível a partir de 26 de julho deste ano. A coleção de jogos originais para PC será lançada globalmente pelo serviço de distribuição digital Steam e terá toda a sua renda revertida para a War Child.

Anunciado em setembro de 2015, o projeto Help: The Game é uma coletânea em que 11 estúdios mundiais desenvolvedores de jogos dedicaram seis dias para a criação de jogos originais. Os estúdios participantes foram: Bossa Studios, Creative Assembly, Curve Digital, Hardlight, Modern Dream, Rovio Sweden AB, Spit Milk Studios, Sports Interactive, Sumo Digital, Team 17 e Torn Banner. Boa parte dos games já foram completados, enquanto os demais deverão ser finalizados nos próximos dias.

war_child_help:_the_gameA War Child é a única instituição dedicada a crianças que vivem em zonas de conflito. Atualmente, há mais de 230 milhões de crianças nessas condições no mundo inteiro. E embora o número seja alarmante, menos de 5% dos fundos humanitários são investidos na proteção e educação delas. Crianças formam o o grupo mais vulnerável ao risco de violência, abuso e trauma, sendo separadas de suas famílias e da escola. Por isso, a War Child acredita que crianças em zonas de risco precisam mais do que simplesmente abrigo, comida e água. Elas precisam de educação, condições de sobrevivência e proteção também.

Miles Jacobson, diretor da Sports Interactive e presidente da comissão da War Child UK
“Quando nós revelamos os planos para “Help: The Game“, estávamos apenas levemente otimistas de que a iniciativa geraria interesse entre a indústria de jogos eletrônicos. Mas o nível de entusiasmo que tivemos em retorno superou quaisquer expectativas. Tendo visto o resultado dos games que já foram finalizados até agora, fica claro que os estúdios se divertiram bastante durante o processo. E que em 26 de julho será a vez dos jogadores”, revela.

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Rob Williams, CEO da War Child UK,
“Foi notório que a indústria de jogos eletrônicos assumiu este projeto de coração, já que, afinal, ainda que toda criança tenha o direito de se divertir, nem todas têm essa chance. Estamos muito gratos a todos que concordaram em ser parte deste projeto e esperamos que todos os esforços não apenas ajudem a levantar bastantes fundos para a iniciativa, como também aumentem o conhecimento sobre o nosso projeto entre a comunidade Gamer do mundo inteiro”, pontua.

Help: The Game” será publicado pela Sega Europe, com a reversão de toda a renda para a War Child UK. O comitê da War Child é constituído por representantes de uma grande variedade de empresas da indústria mundial de jogos eletrônicos, incluindo a Bossa Studios, Gamer Network, Sega, Sheridans, Sports Interactive, Twitch, YouTube e a War Child. “Help: The Game” será lançado via Steam no dia 26 de julho com o preço sugerido de US$ 14.99. Para mais informações, visite www.warchild.org.uk/helpthegame, siga a War Child UK pelo Twitter /helpthegame ou envie um e-mail para helpgame@warchild.org.uk.