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Bons jogos continuam em alta e Trailers continuam sendo uma ótima forma de conquistar o consumidor


No último dia 5 de Maio, a Sony, por meio do seu blog (Playstation Blog), anunciou quais foram os jogos mais vendidos na PS Store durante o mês de Abril. Em primeiro lugar ficou o premiadíssimo, The Last of Us Remastered. Em segundo lugar, Middle Earth: Shadow of Mordor (Edição do Ano) e em terceiro lugar Uncharted: The Nathan Drake Collection.

Na lista dos jogos mais vendidos em Março, Middle Earth: Shadow of Mordor não estava presente, porém não tem como não atrelar essa súbita aparição na segunda posição com o anúncio de Middle Earth: Shadow of War, o novo jogo do Guardião Talion e do espectro Celebrimbor no mundo criado por Tolkien.

Trailers são ferramentas muito usadas para promover algum material novo com o objetivo de proporcionar aos consumidores um vislumbre do que esta sendo promovido. Devido ao fato dos trailers terem um tempo limitado para estimular o consumidor se faz necessário o uso de técnicas que despertem as emoções e percepções do consumidor, ou seja, induz sentimentos de curiosidade e atração.

O trailer anunciando Middle Earth: Shadow of War conseguiu ser muito bem eficiente nessa tentativa  de despertar emoção e curiosidade do consumidor. O resultado desta eficiência é o fato de Middle Earth: Shadow of Mordor estar em segundo lugar como jogo mais vendido. Ainda sobre esse efeito, posso citar dois exemplos próximos que esse trailer proporcionou:

  • Exemplo 1:Assim que vi e revi o trailer acabei por reinstalar o jogo e gastei mais de 100 horas novamente nele. Ainda sobre o efeito da “empolgação” acabei adquirindo a pré-venda (algo muito raro de eu fazer).
  • Exemplo 2: Dois amigos compraram Middle Earth: Shadow of Mordor após assistirem o trailer e um deles também fez a pré-venda de Shadow of War.

Entretanto o que gostaria de destacar é o quanto Grand Thelf Auto V continua nas listas de os mais vendidos. O jogo sempre esta presente entre os 15 jogos mais vendidos (em Março ele ocupou a 12ª posição e agora ficou em 5º). GTA V é uma das provas de quando um jogo é bem feito e possui um ótimo conteúdo é possível estender o seu ciclo de vida no concorrido mercado de jogos.


Jogos Digitais – Desenvolvendo e Comercializando


Olá pessoal! Hoje vamos falar um pouco sobre como desenvolver e gerenciar  o processo de criação do seu game até comercializá-lo. Sendo um desenvolvedor indie de games, certamente você irá precisar realizar funções como: negociação com profissionais freelancers, análise de risco do seu projeto e até marketing, além de outras coisas. Essas atividades são bem comuns para os empreendedores em geral,  apesar de pouco exploradas por desenvolvedores independentes de jogos, porém possuem um papel importante para o desenvolvimento do seu projeto.

Se tratando de Marketing, em especial, é altamente negligenciado pela grande maioria dos desenvolvedores de jogos independentes, resultando se em sub-monetização de seus jogos e, em muitos casos, o fracasso completo do projeto. Existem no mercado vários profissionais incríveis no mercado de desenvolvimento de games que não conseguem uma boa renda por desconhecerem alguns princípios com os quais os empreendedores em geral estão bastante acostumados a lidar.

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O caminho das pedras

De início, nada de jogos muito  conceituais, para aumentar as chances de sucesso o ideal é produzir um tipo de jogo que as pessoas já estão familiarizadas com seu estilo. Depois você poderá  ir criando novos recursos inovadores. Então de início, produzir algo com familiaridade é tudo.

Outra característica importante para o seu game ser viciante é o chamado fator REPLAY. Esse fator quantifica o quanto divertido é jogar o seu jogo várias vezes. Por exemplo, podemos dizer que Xadrez é um jogo com fator de replay altíssimo, já que ninguém enjoa de jogar após apenas algumas partidas.  Essa mesma característica serve para os games mais avançados principalmente os online como os MOBAS.

Com o mercado de desenvolvimento de jogos DIGITAIS em plena expansão mundial, não é tarefa nada difícil conseguir bons profissionais para desenvolver jogos digitais através de contratos. Uma excelente opção para minimizar os gastos, é comprar pacotes conhecidos como “starter kits“: pacotes com scripts, áudios, texturas e etc, onde as funcionalidades básicas do jogo já estão implementadas.  Caso tenha uma equipe no seu projeto, é importante frisar que cada membro possui um papel vital para a realização do seu game com sucesso!

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E onde os jogos podem serem comercializados?

Em minhas palestras e em  sala de aula, essa é uma pergunta que eu recebo bastante Atualmente existem várias lojas digitais onde jogos independentes podem ser comercializados, e não precisa nem ter empresa aberta para assinar o contrato de comercialização de jogos através dessas lojas. As chamadas Publishers são empresas focadas em publicar o seu game para o público segmentando, seja por meio de mídia online, impressa ou digital.

Não poderia deixar de citar também as lojas de Apps online, onde temos: Apple Store as lojas de App para celulares e tablets Android que é a Play Store, a Windows phone store, a Windows Store e a Ubuntu Store. Todas essas places (lojas) possuem canais específicos para podermos fazer a publicação e venda dos nossos games por elas.
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Então caro leitor/gamer, é possível sim empreender no mercado de jogos digitais, mesmo quem não sabe como desenvolvê-los e divulgá-los. É um mercado em amplo crescimento no Brasil e no mundo e, portanto, vale a pena ficar atento as possibilidades deste grande mercado.

Grande abraço e até breve!

 


World Of Final Fantasy – Novas Imagens Reveladas


O site oficial da Square Enix japonesa lançou hoje (ontem para nós ocidentais) imagens dos novos personagens do jogo World of Final Fantasy de Playstation 4 e Playstation Vita. São eles:

Bartz

Herói de Final Fantasy V. Lutava por uma causa que nem ele mesmo conhecia.

Terra

A heroína de Final Fantasy VI. Pobre coitada, mantiveram ela sob cativeiro por tanto tempo. #xatiado

Bahamut

O que dizer da invocação mais forte de todas? Nada, apenas que neste game, é chamado de Mirage.

Acho

Outro Mirage. Esse é mais fofuxento e é especialista em contra ataques e magias baseadas no elemento água.

e a Queen Acho.

Rainha dos Mirage fofuxos chamados Acho. Mora no fundo do oceano (Aquaman, é você?) e ainda não se sabe a procedência dela, inimiga ou aliada.

O lançamento do game está marcado para 25 de outubro na América do Norte, 27 de outubro no Japão e 28 do mesmo mês na Europa.

Fontes: Gematsu e PSXBrasil


In game advertising: Snickers e o anúncio não intrusivo


Ocorreu, em maio deste ano, a décima edição do evento que representa um dos canais da Plataforma ProXXIma, Organizado pelo Grupo Meio & Mensagem, o evento traz conteúdos relacionados às áreas de comunicação e marketing digital, sempre com um propósito inovador.

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In game advertising no palco do Proxxima

Um dos painéis de destaque foi voltado especificamente à apresentação de um case de In game advertising. Trocando em termos simplificados, o In game advertising consiste em realizar campanhas promocionais dentro do ambiente de um jogo digital. Em meio a discussões a respeito de como produzir conteúdos interessantes e entregá-los ao público-alvo e a preocupação real com o crescimento dos Adblockers, a proposta de divulgar produtos e serviços dentro do ambiente dos jogos digitais se mostra como uma luz no fim do túnel. Porém é preciso cautela.

Quando jogamos, de modo geral, buscamos uma válvula de escape, rompendo com o estresse cotidiano através de uma atividade que nos deixa relaxados. O que poderia ser mais irritante do que sermos interrompidos por uma propaganda inconveniente?

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Snickers – Imagem promocional

Amanda Zaky, líder da área de comunicação digital da Mars Chocolate e Sterling Wharton, COO (chief operating officer) da Entertainment Arts Media Solutions, apresentaram os resultados de uma campanha bem sucedida pelo chocolate Snickers. Essencialmente, uma campanha dentro de um jogo deve oferecer um conteúdo interessante, que engaje o jogador e que não seja apresentado de maneira intrusiva.

 

Para Amanda Zaky, o vídeo tem grande potencial de se apresentar como um conteúdo engajador, pois ele vente a marca na medida em que conta histórias, identificando-se com as próprias vivências do consumidor. Isso pode ser feito em múltiplas plataformas, e os jogos não são uma exceção.

O artigo “Snickers campaign exhibits importance of nonintrusive mobile ads”, publicado no Mobile Marketer por Brielle Jaekel, dá mais detalhes a respeito do case. Dentre as principais preocupações que o profissional de conteúdo digital deve ter em mente quando visar os games como sua plataforma, podemos destacar o engajamento do consumidor através de conteúdos cativantes e de um sistema de recompensas.

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No caso do Snickers, houve um trabalho conjunto com a equipe responsável pelo mobile game Madden, da Eletronic Arts. Além da utilização de anúncios patrocinados, foi proposto um live event no qual os usuários ganhavam pontos por completar um desafio proposto pela marca Snickers.

Segundo Brielle Jaekel, o crescimento e a popularização dos jogos mobile representam um grande potencial para a conexão de usuários em um nível orgânico. O consumidor que se vê envolvido com uma marca, possui uma conexão mais forte com ela, bem como uma visão mais positiva a seu respeito. Esse consumidor pode vir a se tornar um advogado de marca, um defensor fiel disposto a rebater comentários negativos de outros consumidores, graças à sua conexão emocional com o produto.


Por que pagar Youtubers por conteúdo ainda é um tabu no mercado de games?


Esta semana mais um escândalo envolvendo Youtubers e a Federal Trade Comission dos Estados Unidos veio à tona – a Warner Bros admitiu ter pago para que youtubers publicassem reviews positivos do game “Middle-Earth: Shadow of Mordor”.

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PewDiePie – Shadow of Mordor

Sempre que me deparo com matérias como “Polêmica: PewDiePie e outros YouTubers foram pagos pela Warner por reviews” eu me pergunto qual seria o problema disso. Em outros mercados, como por exemplo o de beleza, enviar produtos e pagar por reviews é tão comum quanto pagar a uma revista por um anúncio em uma de suas páginas (ou você acha que as revistas só divulgam os produtos que realmente gostam?). Pagar por conteúdo escrito, em áudio e em vídeo não passa de uma maneira efetiva para atingir o público correto com um determinado orçamento disponível para tal.

Deveríamos mesmo atirar Youtubers e marcas na fogueira? Não tão rápido.

No escândalo mais recente, bem como em casos anteriores, muitos portais se utilizam do nome de maior representatividade envolvido no caso para atrair clicks para o site e suas redes sociais. A estratégia bastante conhecida e incômoda, conhecida como clickbait, muitas vezes não leva em conta a veracidade dos acontecimentos, baseadas em especulações e com pouca profundidade de investigação, as matérias tem como objetivo reproduzir fatos meramente copiados de outros sites para atrair audiência sem qualquer profissionalismo.

Contando com a inexperiência do público, muitos sites distorcem as informações e transformam uma simples negociação comercial bastante comum em algo imundo e horrível. Uma análise simples do mercado de geração de conteúdo seria suficiente para expor a provável real situação: empresas pagam por conteúdo todo o tempo. Youtubers são atualmente uma fonte infinita de audiência, e por isso, passam a ser envolvidos nas estratégias de comunicação das empresas, o que obviamente não é nenhum crime.

Muitas empresas ainda não sabem muito bem como lidar com isso (os Youtubers) e acabam falhando em suas estratégias, bem como muitos Youtubers ainda não sabem como lidar com patrocínios e parcerias uma vez que este mercado é, de certa forma, ainda muito novo.

Se um Youtuber opta por fazer um review pago sem informar a sua audiência, o ato pode sim ser considerado inapropriado, mas não deve de forma alguma, manchar a reputação de todo um mercado emergente de produção de conteúdo em vídeo.

Resumindo: se alguns Youtubers não tem ética, isso não significa que todo Youtuber deve pagar o pato.

AAEAAQAAAAAAAAhBAAAAJDU5YzhlMGNjLTVmMTMtNDcwNy1iZThlLTdjOTQ0OWNjNDA1NgOutro ponto é que gerar conteúdo, manter um canal de sucesso, conquistar e reter uma audiência tem custo, pode parecer absurdo mas Youtubers são pessoas como eu e você, pagam contas, tem família, carreira e gastos com os quais tem de arcar. Nada mais justo que contribuir para a geração de conteúdo patrocinando um canal ou fechando uma parceria se a audiência com a qual um determinado indivíduo dialoga é aquela que você deseja atingir.

A ética no mercado de produção de vídeo ainda se encontra um tanto enevoada uma vez que o mercado é recente e muitos desses produtores de conteúdo são jovens e sem experiência, no entanto, divulgar polêmicas infundadas contribui para o mito de que é errado pagar pela produção de conteúdo, contribui para o mito de que Youtubers nunca devem receber por reviews de jogos e produtos. O que, na minha humilde opinião, é errado.

Se feitas de maneira honesta e se comunicadas de forma clara, as negociações entre empresas como a Warner e Youtubers como PewDiePie, tendem a contribuir com o mercado uma vez que colocam o produtor de conteúdo em vídeo no foco de uma campanha de marketing bem sucedida.

Criticar tais ações sem conhecimento, no entanto, contribui diretamente para que canais bem menores encontrem portas fechadas ao buscar parcerias. Embora muito ainda deva ser esclarecido de ambos os lados e embora tanto empresas quanto Youtubers ainda tenham muito o que aprender sobre o mercado no qual atuam, condenar parcerias pode prejudicar diretamente a sobrevivência de canais cuja abordagem possui qualidade e cujo conteúdo possui imensa qualidade e potencial. Portanto, recomenda-se cautela ao condenar uma empresa ou um Youtuber por uma parceria. Afinar, qual é mesmo o problema de pagar por um conteúdo de qualidade?

Para entender a polêmica entre Federal Trade Comission dos Estados Unidos, a Warner e o PewDiePie, assista:

E opine: você acha certo ou errado pagar Youtubers por conteúdo?


Potencializando negócios com Pokémon GO! Consumidores “Temos que pegar”!


Pokémon Go ainda não chegou no Brasil, mas se você é um empreendedor ou possui um negócio local vale a pena conferir estas dicas para ir se preparando para atrair possíveis clientes para o seu negócio. Desde o lançamento do game Pokémon GO em 6 de Julho, o mundo real e o mundo Pokémon se fundiram em um só lugar, o que significa diversão garantida. No jogo mobile de realidade aumentada da Niantic Labs, os jogadores exploraram seus arredores para descobrir PokéStops – monumentos, obras de arte pública , edifícios históricos, e vários pontos de interesse – a fim de capturar criaturas, repor suprimento e batalhar por ai a fora em ginásios.

Pokémon GO foi oficialmente lançado nos EUA , Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido e Alemanha – porém jogadores de todo o mundo tem baixado o aplicativo através de algumas soluções criativas. Em dispositivos Android, a instalação tem sido feita através de um pacote de aplicativos Android (APK) enquanto na plataforma iOS , você precisa usar uma conta iTunes com um endereço de cobrança nos países acima citads. Estes métodos alternativos somados resultaram em mais de 7,5 milhões de downloads do aplicativo em todo o mundo, em apenas uma semana!

O fenômeno viral tem enviado jogadores em massa para empresas locais, em busca de monstros virtuais. Este aumento do tráfego de pessoas andando a pé significa um monte de novos clientes potenciais. Muitos hotéis, bares e varejistas já estão capitalizando em cima do hype esmagador em torno do jogo. Aqui estão algumas idéias para ajudar as empresas locais aproveitar o buzz em torno de Pokémon GO .

Enquanto Pokémon GO não oferece nenhum patrocínios ainda – mas é apenas uma questão de tempo – há amplas oportunidades para pequenos e médios negócios físicos se envolverem.

1. Ofereça promoções Pokémon exclusivas

Restaurantes e varejistas podem acolher os usuários que estão passando pela região através de promoções exclusivas, como um desconto ou um pequeno brinde se mostrar aos funcionários o seu perfil Pokémon GO, ou se realizarem um check-in on-line através do Facebook, Tweet, ou posts no Instagram em sua loja. O exemplo a seguir é uma sacada inteligente de uma loja antenada que apresenta em sua fachada o tema “Pokémon -friendly”  e ao mesmo tempo oferece suas promoções.

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Fonte: Instagram / Hot Topic Jersey Gardens

2. Seja o anfitrião de encontros Pokémon GO

Atualmente, os jogadores só podem lutar entre si pelos PokéGyms – geralmente, marcos ou lugares históricos, se o seu negócio é perto de um, você está com sorte, pois esta é a oportunidade ideal para oferecer brindes com a sua marca ou fornecer estações de carregamento de celular, devido ao jogo utilizar uma tonelada de vida útil da bateria (que está constantemente a transmitir a sua localização via GPS , bem como a utilização da câmera). As pessoas em sua área poderão estar mais propensas a voltar no futuro, uma vez que estão familiarizados com o seu negócio e sabem que você está acomodando os jogadores Pokémon GO.

Pokémon-Go-marketing-games-lure-module3. Utilize o item “Lure Module” sabiamente

Por apenas US $ 10, este produto in-game atrai uma enorme quantidade de Pokémons para a sua área por 30 minutos. Isto também pode resultar em mais tráfego de pessoas em seu negócio. Uma pizzaria em Nova York relatou um aumento de 75 % nos negócios a partir de uma única Lure Module.

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A cada 15 Check-Ins pagantes, Nós iremos lançar um Poké-Stop Module =) *divulguem a mensagem*

Convidar jogadores reunidos em torno de sua loja para voltar em um determinado momento do dia quando um dos módulos for utilizados. Coloque o anúncio em folhetos promocionais no PokéStop ou Gym, assim, aqueles que estiverem na região saberão quando retornar. Você também pode utilizá-lo como parte de um grande evento, comprando um Lure Module para uma venda ou promoção especial, como por exemplo, o Coffee House It’s a Grind na Califórnia publicou a seguinte promoção:

Fonte: Facebook / Eric Chu

4. Mantenha brindes Pokémon para Sorteio

Assim que você tiver jogadores confortáveis e acostumados a visitar sua loja, você poderá realizar sorteios com o tema Pokémon, onde os prêmios poderiam ser créditos no jogo, trading cards, ou um Pokémon Go Plus (um dispositivo que alerta os jogadores eventos no jogo e novos Pokémon para capturar). Você pode pedir para as as pessoas preencher um formulário de inscrição para se registrar, assim você pode coletar endereços de e-mail para acompanhamento e entrega do brindes aos sorteados em uma data posterior.

Pokémon-Go-marketing-games-social-media-engajment-015. Divulgue a mensagem nas Mídias Sociais

É claro que #PokemonGO está nos trending topics do Twitter, portanto entrar em ação twitando a partir de sua conta de negócios sobre o Pokémon ou em torno de sua localização é um bom negócio.

Crystal Pontes, uma galeria de arte em Arkansas , tirou fotos de Pokémon perto de diferentes exposições e escreveu um post sobre isso. Pessoas que podem nunca ter pensado sobre visitar o local podem se mostrar interessadas com base no fascínio sobre Pokémon .

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Fonte: Crystal Bridges

Como pequenos negócios podem se manter no jogo? 

Como Pokémon GO determina quais os edifícios se tornam PokéStops? Jogadores do game de realidade aumentada Ingress, desenvolvido pela pela mesma Niantic, ajudaram a criar uma enorme base de dados com mais de 5 milhões de locais ao redor do globo. De acordo com a Forbes, os desenvolvedores estão inundados com pedidos de empresas para entrar no mapa, sendo que os locais patrocinados devem estar disponíveis em breve – e parece que o McDonald’s quer ser um dos primeiros a patrocinar.

Por enquanto, a sua empresa pode enviar um pedido para se tornar um PokéStop no site dos desenvolvedores, mas fora isso vale muito a pena deixar uma impressão positiva na mente dos potenciais clientes enquanto eles passam pelo seu negócio oferecendo incentivos baseados em Pokémon para fazê-los voltar. 

Fonte: www.6smarketing.com


Mythological Gamers é a campanha da Agência WE para divisão de games da HyperX


Pra quem ainda acha que os Games não são coisa séria, deem só uma olhada na campanha Mythological Gamers desenvolvida pela Agência WE para a HyperX, divisão da Kingston Techonology que fabrica produtos para gamers e entusiastas de tecnologia – como componentes e acessórios –, tem criação de Ricardo Sarno, Fernando Silva e direção de criação de Guy Costa.

Fabio Bottallo, gerente de marketing da Kingston Brasil
“HyperX é uma linha de produtos de alta performance, por isso uma campanha forte e visceral é fundamental para se destacar dentro do universo gamers” 

As peças da campanha Mythological Gamers são realistas e demonstram poder e ação, fazendo uma analogia aos Centauros. As imagens foram produzidas pelo Studio Carioca da Romênia, sendo este seu primeiro trabalho no Brasil.

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Guy Costa VP de Criação da Agência WE
“Todo gamer é um guerreiro, mas só os fortes se tornam mitos. A força, agilidade e movimento fazem com que a campanha Mythological Gamers se torne única”, diz Guy Costa.


Fanta leva batalha de sabores para o Universo dos Games


A Fanta criou um desafio entre sabores para definir qual deles continuará a ser vendido. Em uma ação digital, a marca de refrigerantes colocou um hotsite no ar, no qual os consumidores podem escolher entre maçã verde e maracujá. Os participantes concorrem a brindes e poderão faturar uma mesada no valor de R$ 250,00 durante um ano. Para atrair os consumidores para a competição Fanta vs Fanta, a marca está investindo em canais de games online. Os sites Baixaki Jogos, do Grupo NZN, e o KoGaMa, hospedado no Brasil pelo Click Jogos, promovem ação exclusiva para divulgar a nova promoção da Fanta, que traz a temática “Escolha seu sabor”.

Baixaki-Gameplays-FantavsFanta-2A primeira fase conta com o patrocínio de quatro Gameplays, programa do Baixaki Jogos, exibido de segunda a sexta, às 18:00, no YouTube. Os episódios começaram nesta última sexta-feira, dia 29, e continuarão nos dias 10 e 23 de Junho. Durante a programação, os apresentadores Gabriel Soto Bello e Guilherme Dias utilizarão fones de ouvido com a caracterização da Fanta e beberão o refrigerante para atrair os usuários a participarem da votação que selecionará o sabor favorito. Além disso, a marca disponibilizou duas camisetas que representam o time Maçã Verde e Maracujá para que os apresentadores simulem a batalha da promoção.

uolbigA ação ainda conta com um universo criado em Kogama, que tem como proposta trazer a competição dos novos sabores de Fanta para uma experiência lúdica, aventureira e divertida. Os participantes escolherão o sabor de Fanta favorito dentro do jogo e farão parte da equipe representando a Fanta Maracujá ou Maçã Verde. A partir disso, os usuários vão enfrentar uma série de desafios, confrontar monstros e conquistar pontos para sua equipe.

E ai leitores, Fanta Maracujá ou Fanta Maçã Verde? Vote aqui!

Via: www.mundodomarketing.com.br


Campanha: Deixe-nos reciclar seu PS3! Pode ser um tiro no pé da Microsoft


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Parece que aquela rasgação de seda que presenciamos a algum tempo durante os lançamentos de Xbox One e PlayStation 4 (com os tweets de congratulações comerciais da Microsoft e da Sony) Chegou ao fim… A Microsoft cansou dessa brincadeira e partiu para o ataque!

Em e-mails promocionais, a gigante anunciou a campanha: “Visite nossa loja, deixe-nos reciclar seu PS3 e ganhe US$100 em créditos na loja para comprar um Xbox One”. Este processo de trade-in só está disponível em lojas de varejo da Microsoft nos EUA e Canadá.

O anúncio informa que os PS3 devem estar completos, funcionando e sem senhas de proteção. A campanha vai até o fim de fevereiro ou até quando durarem os estoques. É possível também realizar esta troca entregando seu antigo Xbox 360 e receber o mesmo valor, porém a imagem anexada dá destaque à troca por um PS3.

ignore-microsoftA promoção reduz em US$100 o valor de diferença entre os consoles, e com isso o preço do o Xbox One alcança os mesmos US$399 do PS4. Como um modelo básico de PS3 é vendido nos EUA por cerca de US$200, aqueles que cogitam mudar de time, e possuem um PS3, acaba não sendo uma má ideia realizar esta troca para entrar na nova geração de consoles. No entanto, esta campanha pode acabar sendo um tiro no pé, pois como não se trata de uma redução nos preços dos consoles da Microsoft, e sim um crédito, caso os usuários de PS3 não se sintam tentados a trocar de franquia, poderão se manter adeptos da Sony pelos mesmos US$399 e adquirir um PS4, o que tornaria a Campanha um fracasso! 

Inclusive já começaram a surgir paródias sobre a campanha da Microsoft, como você pode conferir acima.

Se a campanha será um sucesso ou não, só o tempo dirá, mas que é extremamente ousada isso ninguém pode negar!

E você  trocaria de console se essa campanha fosse no Brasil?