Category Marketing



Soluções gamificadas em empresas ajudam a aumentar o interesse, comprometimento, performance e muito mais


Dados apontam que dentro das empresas, cerca de 70% dos grandes executivos fazem pausas para jogar e que 33% consideram ser o passatempo preferido. Tendo isso em vista, a Affero Lab, empresa líder no segmento de educação corporativa, utiliza com frequência as soluções gamificadas para o desenvolvimento de programas de treinamento. A estratégia utiliza a criação de jogos como uma ferramenta de aprendizagem com grande potencial de motivar, engajar e inspirar os colaboradores das empresas.

Empresas estão utilizando a gamificação para desenvolver colaboradores, aumentando o interesse, comprometimento, performance, retenção de aprendizado e a criatividade!

tipos-dejogadores-soluções-gamificadas-marketing-gamesSegundo Richard Bartle, referência no segmento, há quatro perfis de jogadores: os conquistadores, estão interessados em se destacar, são orgulhosos de seu status e de como alcançaram os níveis dentro do jogo rapidamente; os exploradores, estão à procura de descobrir o máximo possível sobre o jogo, são curiosos e querem entender o porquê e como cumprir um desafio proposto; os socializadores, querem interagir com os outros jogadores e o jogo é apenas um pano de fundo para se relacionarem e os assassinos, gostam de se impor, mostrar superioridade e de causar ansiedade nos demais jogadores.

conrado-schlochauer-soluções-gamificadas-marketing-games-Affero-LabConrado Schlochauer, diretor da Affero Lab
Antes de se aplicar soluções gamificadas em um programa de T&D (Treinamento e Desenvolvimento) é preciso ter clareza dos resultados de negócio que se pretende atingir e gerenciar o andamento do jogo, fazendo adequações necessárias nesse percurso. Além de determinar o perfil dos participantes é essencial usar a combinação certa de motivadores intrínsecos, que estão relacionados aos interesses e desejos e em que a recompensa é a realização da atividade em si, e extrínsecos, que vem de fora e é inspirada por elementos do jogo como as premiações. 


Guia Prático de publicação de jogos para Android. Terminou seu primeiro jogo? Saiba como publicá-lo!


Você acaba de terminar seu primeiro projeto de jogo, voltado ao mercado mobile (celulares e tablets), mas não tem ideia de como o disponibilizar para download e ter a possibilidade de gerar renda com seu trabalho? Este guia prático vai te ajudar a concretizar a última etapa do seu planejamento (espero que você tenha feito um), e de fato colocar seu jogo à prova no mercado, se é claro, você não optar por terceirizar esse passo através de uma Publisher, mas vamos admitir aqui, que você é um novato desenvolvedor indie e que precisa “se virar “sozinho, ou com sua pequena equipe.

As plataformas:

Primeiro de tudo, determine com quais plataformas vai trabalhar, existem várias vitrines ou lojas virtuais nas quais você pode disponibilizar seu jogo, porém aqui, vamos nos voltar à Google Play (Android), que conta hoje com o maior número de downloads entre todas disponíveis.

Veja abaixo o passo a passo do que fazer para ter acesso a ela:

Google Play (Android):

  1. Ter o seu jogo em formato APK.
  2. Criar uma conta Google.
  3. Pagar a Taxa de inscrição.
  4. Preencher o formulário de publicação.

Nos baseando nos passos acima, vamos destrinchar agora todo o processo.

Estando com o seu “apk” preparado e após ter criado um conta Google simples (aquela mesma usada para acessar o Gmail ou Google Drive), entre no link https://play.google.com/apps/publish/signup/, assim você estará no Google Play Developer Console, faça o login com essa conta.

Tutorial Publicar Android 1

Imagem: Login do Google Play Developer Console

Leia o contrato de inscrição do Google Play Developer Program (nada de deixar para lá esse contrato), e tenha em mãos um cartão de crédito internacional com o limite equivalente a US$25,00 (vinte e cinco dólares) disponível.  Esse é o valor cobrado pelo Google para disponibilizar sua plataforma para downloads, atente-se que essa taxa é cobrada apenas uma vez e é vitalícia, nada mais é cobrado adicionalmente (exceto porcentagens referente a venda dos jogos/aplicativos ou compras dentro dos mesmos).

Para ter seu app/game publicado no Android você não vai encontrar grande dificuldade nem burocracia (quando comparado ao seu principal concorrente a App Store), todo o processo é bem simplificado , e consistem em preencher um formulário com os dados do jogo, tais como: Título, ícone, descrição, categoria, público alvo e faixa etária,  além das screenshots das versões para celular e tablets separadamente, tudo preenchido só precisará revisar tudo e enviar o apk, upando ele como se enviasse um arquivo qualquer a um serviço de armazenamento na nuvem.

Tutorial Publicar Android 3

Imagens: Preenchendo os dados do jogo para publicação.

Tutorial Publicar Android 2

Imagens: Preenchendo os dados do jogo para publicação.

Tutorial Publicar Android 5

Imagem: Enviando o APK.

Os servidores irão processar o recebimento, e dentro de algumas horas seu jogo estará disponível para download, note que a expansão do arquivo é periódica e que dependendo da área escolhida para distribuição (que por padrão é mundial), pode demorar para que algumas contas ou pessoas consigam visualizar/baixar, mas esse processo não deve passar de 24h para ser concluído.

O mais legal de trabalhar com uma vitrine como a Google Play são os dados gerados que ajudarão você ou sua equipe de marketing a traçar estratégias para potencializar sua dominação de mercado, ainda mais porque existe dentro do console uma ferramenta automática que gera dicas de otimização para aquele app/jogo especifico, tal como: traduzir a descrição para o mandarim caso você tenha muitas visitas ou visualização na página do aplicativo.

Concluído o tutorial acima você já pode distribuir o link e fazer aquela velha e boa divulgação, e cruzar os dedos para seu jogo se tornar um sucesso e gerar muitos “ouros” que vão tornar sua jornada como desenvolvedor mais gratificante e cheia de achievements. Em breve trarei também um tutorial sobre a publicação na App Store (iOS), esse bem mais complexo e cheio de passos! Até a próxima!


Universo Gamer e Geek seguem crescendo em plataformas de financiamento coletivo no Brasil


Sabemos que eventos como a Comic Con e a Brasil Game Show atraem milhares de pessoas e movimentam todo esse setor, mas a essência do mercado ainda está nos pequenos empreendedores, que criam jogos, quadrinhos, produtos e que literalmente alimentam sua base de fãs.

Mas se os investimentos e patrocínios já estão com as grandes empresas, como os pequenos criadores conseguem colocar seus projetos em prática?

Kickante.com.br (original) - SiteÉ nesse ponto que entra o financiamento coletivo – Plataformas como a brasileira Kickante vem oferecendo uma forma democrática e praticamente sem riscos para esses empreendedores criarem suas campanhas e arrecadarem a quantia necessária para tirar os projetos do papel. O setor vem investindo tanto no financiamento coletivo, que os dados da Kickante comprovam isso: Em 2015, a categoria Games arrecadou R$677.978,39, e a categoria Quadrinhos R$36.154,61.

Também em 2015, somando as campanhas de games e quadrinhos, foram quase 300 lançadas no período. Se olharmos do ponto de vista dos criadores e empreendedores menores, que buscam investimento para seus produtos/serviços, os números são positivos e relevantes – e mostram como o CF vem mudando esse cenário.

Confiram abaixo, algumas campanhas, lançadas pela Kickante que obtiveram ótimos resultados:

Caçadores da Galaxia
Runicards: Dungeons
Space Cantina Board Game
Heróis & Monstros Cardgame Cooperativo
Aú o Capoeirista e o Fantasma do Farol


Prós e contras no desenvolvimento de apps para Android, iOS e Windows Phone


Desenvolver um aplicativo compatível com cada sistema operacional pode ser demorado, mesmo com as melhores ferramentas de desenvolvimento de apps do mercado. Os desenvolvedores de aplicativos iniciantes podem não ter o tempo para otimizar o seu projeto para cada OS e ao mesmo tempo se ater cuidadosamente a todas as tendências, então cabe a importante decisão sobre qual sistema operacional móvel seria o mais adequado para começar a desenvolver.

Cada um dos 3 principais sistemas operacionais, Android, iOS e Windows Phone tem suas vantagens e desvantagens. Vamos dar uma olhada mais de perto:

androidAndroid
Prós:
-Suporte à linguagem Java
-Plataforma de código aberto que permite utilizar ferramentas de terceiros para otimizar os seus apps.
-Acesso ao código-fonte, o que fácilita a integração de aplicativos para o ecossistema Android.
-Maior quota de mercado no mundo na indústria de móveis (+ de 80% dos usuários de smartphones).
-Os mercados emergentes, como a Índia, China, Brasil e África estão adotando os telefones Android mais acessíveis.
-O algoritmo de busca do Google direciona facilmente os usuários para os melhores aplicativos.
-Aplicativos Android são baixados em maior número e freqüência, em comparação com outros sistemas.
-Para publicar no ecossistema Android, os desenvolvedores tem apenas que pagar uma taxa única de US$25.

Contras:
-A natureza de código aberto do Android também permite que uma grande quantidade de malwares.
-Altíssima taxa de fragmentação da indústria por conta do grande número de desenvolvedores.
-Nem todos os usuários do Android estão usando os mesmos telefones ou as mesmas versões do sistema operacional, o que dificulta a otimização do app.
-Receita menor em comparação ao iOS.

SilhouetteiOS
Prós:
-Suporte à linguagem de programação Objective-C, de fácil compreensão para programadores C e C++
-Linguagem Swift da Apple, fácil de aprender e se popularizando rapidamente.
-Sistema operacional fechado, o que faz com que seja muito mais seguro, menos propenso a malwares e fácilita a otimização para vários telefones e versões de SO já que a maioria dos parâmetros são padronizados.
-Usuários mais dispostos a gastar dinheiro do que os usuários de outros SO.
-Lealdade de usuários mundialmente reconhecida.
-Volume de Downloads em crescimento no importante mercado Chinês.

Contras:
-O ecossistema fechado desencoraja o uso de ferramentas de terceiros para a otimização de apps.
-A publicação na App Store custa U$$100 e além disso requer um processo de avaliação rigoroso, que pode levar um mais tempo até a aprovação, em comparação com os outros SO.
-A participação no mercado fora dos Estados Unidos e da Europa é lento.

windows blueWindows Phone
Prós:
-O Windows é uma plataforma extremamente familiar para a maioria dos desenvolvedores.
-Os Devices compatíveis tem uma base de usuários crescente, especialmente na Europa Ocidental e em mercados emergentes.
-Windows oferece uma série de ferramentas e recursos como incentivos a desenvolvedores.
-Menor competição na App Store.

Contras:
-O Marketshare do Windows Phone está em um distante terceiro lugar atrás do Android e iOS, e seu crescimento é quase zero em todo o mundo, o que torna seu futuro incerto.

Resumindo:
O Android é um sistema operacional que cresce sem parar, mas é um tanto difícil de rentabilizar. O iOS ajuda os desenvolvedores a ganhar mais com os seus apps, mas não permite muita liberdade no desenvolvimento de apps e tem uma base de usuários menor que o Android. O Windows é uma alternativa viável por conta da baixíssima concorrência, mas o futuro do Windows Phone é uma dúvida para desenvolvedores e consumidores.


A relação entre o Iron Maiden e os Games


Não é nenhuma novidade que artistas, atletas e afins tentam ganhar novos fãs utilizando as ferramentas da atualidade. Hoje, podemos dizer que essas ferramentas são as mídias sociais e os jogos. No caso da banda de Hevy Metal, Iron Maiden, seu relacionamento com o mundo dos jogos não é nenhuma novidade e desde o dia 5 de Julho esta disponível para os aparelhos Apple e Android, a sua mais nova investida nesse mundo: “Iron Maiden: Legacy Of The Best“.

Com mencionei, essa não é a primeira vez que o Iron se relaciona com os games, seja para atrair novos adeptos, seja para ficar atualizado com o seu público. Na verdade, a sua estreia no mundo virtual, aconteceu em 1999 com o jogo, para a plataforma PC, Iron Maiden: Ed Hunter. A internet era uma novidade na época e a estratégia por trás do jogo era atrair os jovens por meio de uma votação para a escolha das 20 melhores músicas da banda. Lembro que alguns dos meus parentes queriam saber como votar, perguntavam coisas do tipo: “o que é isso de home page?” e “(…) em qual revista saiu isso?”.

IM_DW7 anos depois, para divulgar o lançamento do álbum “A Matter of Life and Death”, mais uma vez o Iron se aventurou no mundo dos jogos. Desta vez a estratégia utilizada foi um jogo de plataforma em 2D com o tema do single “Different World”. O conteúdo do jogo era simples no estilo Contra do NES, infelizmente, o jogo não está mais online. Entretanto foi possível perceber algumas características de gameficação nele, como por exemplo compartilhar a sua pontuação com os outros jogadores e verificar a sua posição em um rank.

Neste ano de 2016 tivemos três ações do Iron com relação aos games para a divulgação do álbum “The Book of Souls”. A primeira foi o lançamento do clipe “Speed Of Light” que é uma clássica homenagem aos vídeo-games. Ao longo dos seus mais de 5 minutos, o mascote da banda, Eddie, enfrenta vilões em cenários de games que vão desde os 8 bits até jogos em primeira pessoa com gráficos mais realista. A segunda ação foi, assim como aconteceu com Different World, foi lançamento do jogo Speed Of Light que esta disponível nesse link. A terceira e última ação, foi mencionada no começo do texto: o lançamento do jogo Iron Maiden: The Legacy of The Beast.

IM_LoBDe todos os jogos mencionados, não tem como não negar que Legacy of the Beast é o mais ambicioso. Ele é um clássico RPG com batalhas em turno, cuja história esta diretamente relacionada a elementos da banda, como personagens, músicas etc. Com relação a campanha de marketing do jogo, a maior parte foi feita no canal oficial da banda no Youtube. Nos vídeos divulgados nos foi apresentado a equipe por trás do jogo, as etapas da produção, explicações de como seria o jogo, por fim o teaser e o lançamento.

Pois bem, a saga do Iron começou em 1999 e até hoje esta relação esta ativa. Legacy of the Beast é um jogo interessante, tem os seus defeitos, mas serve como um bom passatempo.


Run Gringo Run! Game brinca com todos os clichés que a “Cidade Maravilhosa” tem para oferecer!


run-gringo-run

Nosso famoso estereótipo do “Gringo”

Run Gringo Run foi desenvolvido pela Orla Interactive, um grupo formado por três brasileiros que visam criar jogos mobile com elementos regionais do Brasil, porém de apelo global. Em época de olimpíadas, o game foi destaque em sites como, Washington Post e The Independent, no jogo é possível notar muitos estereótipos que todos nós conhecemos, porém sempre de maneira cômica e divertida.

A chamada do game diz: Se você imaginou que o Gringo teria as férias dos sonhos, assistindo as Olimpíadas 2016 tranquilamente, enganou-se.

No game você deve ajudar o Gringo a fugir dos bandidos, salte obstáculos, desvie de obras inacabadas e pessoas no caminho, suba em favelas e atravesse túneis. Tudo isso em um ritmo vibrante e um cenário praiano paradisíaco.

Em Run Gringo Run você controla seus movimentos correndo, utilizando um longboard ou nas alturas com um parapente são algumas opções eletrizantes no seu caminho para elevar sua pontuação, coletando águas de cocos para adquirir diversos power ups ou customizar o seu Gringo!

Disponível gratuitamente para Android, Run Gringo Run chega não com intenção de ofender ninguém, e sim de conscientizar e mostrar os problemas do Brasil de um modo divertido e engraçado fazendo com que você se identifique e viva aventuras que só nós brasileiros conhecemos!


World Of Final Fantasy – Novas Imagens Reveladas


O site oficial da Square Enix japonesa lançou hoje (ontem para nós ocidentais) imagens dos novos personagens do jogo World of Final Fantasy de Playstation 4 e Playstation Vita. São eles:

Bartz

Herói de Final Fantasy V. Lutava por uma causa que nem ele mesmo conhecia.

Terra

A heroína de Final Fantasy VI. Pobre coitada, mantiveram ela sob cativeiro por tanto tempo. #xatiado

Bahamut

O que dizer da invocação mais forte de todas? Nada, apenas que neste game, é chamado de Mirage.

Acho

Outro Mirage. Esse é mais fofuxento e é especialista em contra ataques e magias baseadas no elemento água.

e a Queen Acho.

Rainha dos Mirage fofuxos chamados Acho. Mora no fundo do oceano (Aquaman, é você?) e ainda não se sabe a procedência dela, inimiga ou aliada.

O lançamento do game está marcado para 25 de outubro na América do Norte, 27 de outubro no Japão e 28 do mesmo mês na Europa.

Fontes: Gematsu e PSXBrasil


Mitos sobre “Gamification” e dicas práticas para melhorar o seu engajamento


No inglês gamification, a gamificação nos concede várias oportunidades para incrementarmos as participações e aumentarmos os engajamentos em situações que não são vistas apenas como diversão e lazer. Por meio  de utilizações de elementos comuns nos jogos para estimular e incentivar o alcance de determinados objetivos tais como: Competições, Cooperações, Resolução de problemas, Pontuações e Premiações.

gamification-marketing-games

Gamificação nas empresas

Várias pessoas confundem os processos e os resultados para se aplicar algum processo gamificado a uma determinada empresa/equipe. Abaixo apresento alguns mitos sobre a gamificação baseados na em pesquisa feita pela Technology Advice:

  • O todo, o processo e o produto final é um jogo,;
  • É exclusiva para públicos jovens;
  • Exige um grande investimento de tempo e financeiro;
  • Deve ser utilizada apenas em negócios relacionados ao lazer;
  • É uma estratégia que só funciona por um período de tempo curto;
  • Não tem grande fundamentação e baixo retorno motivacional.

Abaixo apresento algumas dicas práticas para engajar o seu público utilizando Gamification:

1- Pontuação e Medalhas:

Em uma empresa crie medalhas personalizadas de acordo com a identidade que a empresa possui  ou o assunto utilizado e entregue para os participantes do processo na medida em que eles  forem realizando suas tarefas.

2- Fazer do momento de workshop  em um desafio interativo:

Pode se dividir a plateia em equipes de acordo com o posicionamento das cadeiras do ambiente e faça alguma interação entre os participantes ou algo que exija deles a colaboração e interação.

3- Utilizar as redes sociais com ações:

Uma boa dica de ação que pode ser feita na gamificação é o desenvolvimento de campanhas utilizando as hashtags (#). Faça com que  a plateia compartilhe suas opiniões e dúvidas sobre o assunto abordado por meio das redes sociais definidas e responda a esses comentários e interações em tempo real.

gamification-marketing-games-2

4- Entrega  de brindes e prêmios aos envolvidos:

Essa  técnica também pode ser empregada como opção para atrair a atenção dos participantes. Existe a possibilidade de fazer um sorteio que premiará apenas alguns participantes da gamificação ou até presentear com  brindes a todos os envolvidos. Uma ação  muito usada como exemplo seria criar um pequeno desafio em torno da premiação, podendo se  fazer algumas perguntas referentes ao assunto apresentado.

5- Ranking por desempenho

Finalizando podemos complementar o processo dentro de uma gamificação realizando uma espécie de ranking, documentando as pontuações alcançadas por cada um dos participantes e premiando aquelas que conseguiram um maior número de medalhas ou pontos.

Finalizo por aqui mais este artigo e espero que tenham gostado! Um abraço e até a próxima! 😉


Twitch adquire companhia líder global de multimídia e tecnologia com foco em criar conteúdos para Gamers


O Twitch assinou hoje um acordo para adquirir a Curse, fundada em 2006, a Curse é a casa de alguns dos mais populares websites de games do mundo, dando aos jogadores a expertise e ferramentas – notícias, guias e base de dados – para ajudá-los a otimizar seu jogo. Atualmente, mais de 30 milhões de pessoas visitam o website da Curse, seus canais de vídeo e de mídias sociais e seu aplicativo para computadores por mês.

emmet-shear-marketing-games-twitchEmmett Shear, CEO da Twitch
“Há muito tempo somos fãs da Curse, que é uma empresa inovadora na indústria de games com uma forte cultura construída em torno de suas ofertas – do Curse Voice e Curse Client ao Gamepedia. Por enquanto ainda é cedo tanto para a Twitch e para a Curse, porém temos almas semelhantes em muitos aspectos e estamos ansiosos para trabalhar em conjunto para melhorar a experiência de jogo dos nossos usuários”.


YUIgcxo7Hubert Thieblot, CEO da Curse
“Nós da Curse somos ávidos jogadores e usuários da Twitch por muito tempo, por isso estamos muito contentes de ser parte desta família. Estou muito animado para levar os serviços da Curse à rede da Twitch e proporcionar uma experiência inigualável tanto aos usuários da Curse quanto aos da Twitch. Isso será fantástico para os milhões de jogadores que utilizam a Curse e para a comunidade gamer”.


Gamificação e Jogos que falam sério de forma divertida


Domingo último participei de uma reunião do JogaJF, grupo atuante na zona da mata mineira e dedicado a promover encontros onde entusiastas dos Board Games e projetos de gamificação (uso de técnicas, mecânicas e artefatos de game design nos mais variados contextos) tem a chance de trocar ideias e testar algumas novidades do mercado, além de outras que ainda estão no protótipo.

José Noce Bones de Souza-gamificação

José Noce – Macunaíma Games

No evento tive a oportunidade de conhecer um pouco do trabalho de José Noce, game designer da Macunaíma Games, através dos excelentes “Pirâmide do Poder” e “Golpe de Estado”. O primeiro, embalado em uma descrição narrativa que nos remete às grandes teorias conspiratórias e a um mundo sob o domínio de sociedades secretas, que valem-se de métodos sutis para manipular a verdade, impondo sua visão distorcida de utopia e exercendo o controle social, apresenta-se na verdade como um rápido jogo de dados com mecânica extremamente simples e que gera uma experiência leve e divertida.

Já em “Golpe de Estado”, deparei-me com um rico sistema de regras e cartas que estabelece um diálogo entre o lúdico e a análise crítica de nosso contexto sociopolítico, levando os jogadores a refletir acerca de partidos políticos, sindicatos, mídia, forças armadas e muitas outras dentre as questões que compõem uma estrutura governista (em uma extensão do jogo, pede-se até mesmo que os jogadores assumam uma postura de direita, esquerda ou centro para dispor de certos recursos ao longo da partida).

Golpe de Estado- gamificaçãoFoi inédito, para mim, ver a política como tema de discussão em uma mesa de bar sem que houvesse troca de ofensas pessoais ou qualquer manifestação de sentimento hostil entre os envolvidos, um verdadeiro alívio das agressões gratuitas e infundadas tão comuns nas redes sociais, o que me levou a refletir sobre o valor dos jogos e projetos de gamificação enquanto espaços de debate e desenvolvimento do pesamento crítico. Afinal, o “círculo mágico”, dimensão lúdica para a qual somos transportados quando imersos na narrativa de um jogo, definido por Johan Huizinga em seu livro Homo Ludens, é um lugar de entretenimento, mas também de aprendizado, além de uma poderosa ferramenta, quando em mãos hábeis, de onde extraem-se experiências ricas em significância e que pode ser utilizada na construção de conceitos e valores, como o fomento ao exercício da cidadania, por exemplo.

Comprovadamente eficiente e amplamente adotada, tanto em empresas como em instituições educacionais, a gamificação já é uma realidade consolidada, mas é sempre gratificante ver que esse intercâmbio com o lúdico funciona também no sentido oposto e que é possível trazer questões sérias para a mesa de jogos, reafirmando-os como obras artísticas capazes de gerar experiências que estendem-se muito além da estética, e que é possível sim, através dos jogos, falar de coisas sérias sem abrir mão da diversão.