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Quanto custa produzir um jogo? Confira o TOP 10 com os games mais caros da história!


1º – GTA V – US$ 265 milhões

Grand Theft Auto – GTA é um jogo de sucesso e com certeza pode ser considerada uma das franquias mais bem sucedidas da história dos games, tendo elevado significativamente os padrões de qualidade e de liberdade dentro do mundo virtual. Com três protagonistas vivendo suas tramas ao mesmo tempo, o jogo tem uma trama instigante e dinâmica, onde as histórias vão aos poucos se mostrando interligadas e provocando nos jogadores a curiosidade em descobrir o que vem pela frente… é um jogaço!

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2º – Star Wars: The Old Republic –  US$ 200 milhões

Confesso que sou uma apaixonada pelo universo de Star Wars, falar sobre The Old Republic é um grande prazer, uma vez que o jogo foi (e ainda é) bastante elogiado. A jogabilidade costuma ser considerada é interessante pelos especialistas na área, o jogo induz o gamer a mergulhar fundo nos eventos que aconteceram praticamente 3.600 anos antes dos acontecimentos dos filmes. Este MMO é uma excelente opção para quem quer encarnar um Sith, um Jedi ou qualquer uma das classes de The Old Republic. Mas é melhor ser Sith. Né? 

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3º – Call of Duty: Modern Warfare 2 – US$ 200 milhões

Imperdível para os fãs de FPS, o game mantém a narrativa semelhante a que se iniciou no primeiro game, com o mundo enfrentando instabilidade política e consegue dividir bem os aspectos offline e online do jogo, fazendo com que sejam praticamente produtos distintos porém reunidos em um só pacote. O game se passa cinco anos depois dos acontecimentos de “Call of Duty 4: Modern Warfare”.

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4º – Final Fantasy VII – US$ 145 milhões

“Final Fantasy VII” foi lançado em 1997 para o Playstation e pode ser considerado um dos RPGs de maior sucesso de todos os tempos, sendo lembrado com muito carinho, foi capaz de resgatar o clima trágico da aventura original além de responder a questões que haviam sido deixadas sem resposta. E eu, mesmo não sendo fã da série, não posso negar sua qualidade e seu merecido sucesso. Tem nosso lugar no nosso top 10 e nos corações de uma incontável legião de fãs. 

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5º – Max Payne 3 – US$ 105 milhões

Rola em São Paulo, onde o protagonista vem dos Estados Unidos para proteger a família de um empresário rico, e sabe como é… se metendo no caminho de traficantes e de uma milícia que controla as favelas da cidade. Nada que a gente não veja todos os dias. Ponto negativo – os personagens Brazucas no jogo não falam como a gente e têm um sotaque forçado passando bem longe do típico paulistano. Ponto positivo – pra quem gosta de passar horas jogando, enfrentando exércitos de bandidos e tendo como personagem principal um cara badass que não compromisso com nada, se joga em Max Payne, você vai curtir!

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6º – GTA IV – US$ 100 milhões

O protagonista é Niko Bellic, ex-soldado de conflitos, vai para a América viver com seu primo Roman na esperança de conseguir uma vida melhor. Chegando em Liberty City, descobre que Roman está envolvido  com o submundo do crime local e acaba forçado a se envolver em trabalhos sujos. O jogo trabalha bem seus personagens, construindo seus históricos, mostrando suas suas motivações além de provocar uma incrível sensação de imersão, a cidade de Liberty City, para todos os efeitos, é uma cidade real.

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7º – Red Dead Redemption – US$ 100 milhões

Embora muita gente tenha achado que Red Dead Redemption seria um GTA com cavalos, a Rockstar surpreendeu trazendo o que pode ser considerado a representação máxima do faroeste nos jogos. A trama se passa no começo do século XX e retratam o fim do Oeste Selvagem e a chegada da civilização moderna. O protagonista  era membro de uma gangue que tocava o terror, porém  o cara muda de lado e tenta deixar o passado para trás e começar uma nova vida com sua família… mas… em meio a todo o caos da mudança, alguns agentes do governo sequestram sua filha e a esposa e caso o ex-bandido não colaborasse, bom, aí vocês imaginam o que rolou. BAM! Vale à pena conferir.

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8º – Tomb Raider – US$ 100 milhões

17 anos depois de sua criação, Tomb Raider retorna das cinzas mostrando com profundidade o sofrimento e crescimento de uma heroína de verdade, Larah não é apenas um rostinho bonito e um belo par de seios, ela é uma guerreira, a maior representante feminina do mundo dos videogames finalmente pode mostrar a sua força. A jovem Lara aparece na sua primeira expedição em uma ilha hostil em busca de ruínas de uma antiga civilização japonesa, porém misteriosamente seu navio naufraga depois de uma tempestade. Isolada de seus amigos, ela se vê lutando intensamente para sobreviver. Lindo, épico, inspirador.

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9º – Disney Infinity – US$ 100 milhões

Ai gente, adoro! Disney Infinity é um jogo que  faz uso de bonecos reais para serem usados dentro do jogo. Seu funcionamento geral é bem similar ao da série Skylanders, onde você utiliza um pequeno “portal”, que é ligado no console. Os bonecos  são super bem produzidos até nos mínimos detalhes e acaba levando enorme vantagem sobre seus concorrentes direto por uma razão óbvia: os personagens. Os heróis e vilões da Disney são extremamente carismáticos e populares! O jogo é super divertido e viciante, você certamente vai querer colecionar!

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10º – Too Human – 100 milhões

O universo desse game se destaca por ser inspirado na mitologia escandinava, aqui os deuses de Midgard buscam na robótica e na cibernética a imortalidade. Os personagens tem aquele semblante artificial, meio sem vida, o que dificuldade a ligação emocional do jogador com os mesmos, porém o texto é bem desenvolvido e as armas são consideradas um verdadeiro espetáculo à parte – espadas, martelos, pistolas, rifles, lasers e  além de armaduras cibernéticas incríveis tornam o jogo mais vivo e interessante.

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BÔNUS (porque com esse aí eu tive o prazer de trabalhar!) APB: All Points Bulletin – US$ 100 milhões

Totalmente online, com jogabilidade semelhante ao GTA, tem características interessantes – os agentes da lei têm a possibilidade de render e prender os bandidos em vez de simplesmente matá-los, você tem a oportunidade de controlar veículos diversificados e trocar tiros com outros jogadores em perspectiva de terceira pessoa. Seja como oficial da lei ou um bandido, você pode subir de nível através de um sistema de nivelamento por meio do cumprimento de missões. A melhor parte do APB é a zueira, correr, conhecer o cenário e claro, se divertir e perder horas com a personalização.

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Como conquistar o sucesso no mercado brasileiro de Games? A consultoria Gameplan tem as respostas!


crop380w_gameplan_arrowO mercado brasileiro de games parece um labirinto de regras e burocracias que muitas vezes acabam por impedir o sucesso de desenvolvedores talentosos e empresas interessadas em investir, afinal um jogo bom por si só não se vende. É preciso ter a estratégia correta para cada tipo de jogo, de acordo com o comportamento do seu público alvo. Pensando em atender essa demanda surgiu a GamePlan uma consultoria que visa auxiliar empresas estrangeiras conquistar o mercado brasileiro de Games.

PrintA GamePlan inicia suas operações durante a Game Developers Conference (GDC), que ocorre na próxima semana em San Francisco. A GDC é a principal conferência de negócios para profissionais da indústria de games. A consultoria, fundada em São Paulo, tem como missão ajudar companhias estrangeiras de tecnologia, internet e games que querem entrar no mercado brasileiro ou latino-americano, mas não têm ideia por onde começar.

andrefaureAndré Faure, Head of Business da GamePlan.
“Nossa participação já começa em um grande evento como a GDC 2014 e é parte da nossa estratégia de negócios, criada a partir da demanda das próprias empresas estrangeiras que têm entrado em contato conosco individualmente ao longo dos anos. Decidimos unir nossas forças para conseguir entregar o pacote completo de inteligência que nossos clientes precisam para obter sucesso estrutural e financeiro. Queremos ser o guia para empresas estrangeiras que buscam o Brasil e não conseguem entender o mercado local, seja pela questão de impostos ou pela simples falta de informações sobre negócios no País.”
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lucianoLuciano Andrade, Head of Research da GamePlan.
“Seja para montar a estrutura, pesquisar o mercado ou criar uma estratégia de comunicação, estamos prontos para atender os clientes em diversas áreas de conhecimento.”

A GamePlan vai atuar em quatro áreas distintas de consultoria: negócios, para auxiliar empresas a entender e montar uma estratégia eficiente e correta para operar ou entrar nos mercados brasileiro ou latino-americano; pesquisa de mercado, para ajudar a entender quem é o consumidor; localização de produtos, com serviços de tradução e adaptação para o português; e comunicações, para divulgação e criação de conteúdo dos clientes para a imprensa e social media.

imagemUm dos objetivos da GamePlan é dar subsídios aos clientes para tomada de decisões antes da entrada no mercado brasileiro, assim evitando um fenômeno cada vez mais comum, onde empresas investem no mercado interno, e alguns meses depois o deixam, em função de resultados abaixo do esperado e do alto custo de manutenção de uma estrutura local.

Análises de lucros e perdas (P&L), lucratividade com e sem os custos fixos e depreciações (EBITDA e DCM), análises de fortalezas vs desafios e competitividade do mercado frente à um determinado produto ou linha de produtos (SWOT) e testes de aceitação e elasticidade de preços (ABC) são apenas algumas das ferramentas e métricas que podemos utilizar para avaliar uma determinada estratégia de negócios e sua viabilidade em um determinado mercado.

André Faure, Head of Business da GamePlan
“Um dos diferenciais da GamePlan é nosso compromisso de informar nossos clientes independente dos resultados. Nem sempre um mercado está pronto ou em um nível de maturidade adequado para receber um determinado investimento em uma determinada linha de negócios. O que fazemos é informar o melhor possível e continuar com nosso suporte independente das decisões tomadas por nossos clientes, contribuindo para seu sucesso continuado e facilitando os desafios do nosso mercado.”

A companhia recebeu investimentos dos três fundadores: André Faure, Head of Business, Luciano Andrade, Head of Research, e Henrique Martin, Head of Communications da GamePlan. Faure e Andrade estarão na GDC em San Francisco de 17 a 21 de março para falar com potenciais clientes de olho no mercado brasileiro.

saiba mais em: www.gameplan.com.br


Brasil o país da Copa, da Olimpíada, do otimismo e do Canto da Sereia


Começamos o ano de 2014, o ano da Copa do Mundo o ano das eleições e um ano de otimismo, mas vamos analisar com calma esse otimismo em que vivemos ou que pelo menos os meios midiáticos dizem com tanta eloquência que estamos passando.

4609LD1Quase todos os jornais e revistas nos dizem o quanto o país cresceu e o quanto temos espaço para crescer, vejo índices cada vez maiores de crescimento e poucos setores em queda apontados em pesquisas, mas isso é 100% verídico? As empresas e os empresários estão mesmo vendo esse otimismo todo? Ou estamos vivendo um período de euforismo maquiado?

Posso citar minhas experiências, dentro do mercado de tecnologia, começando pelo setor de aplicativos e jogos, é notório que o mundo inteiro tem foco no Brasil e essa percepção foi fortalecida pelos eventos internacionais em que estive e estarei presente para participar. Acontecerá em fevereiro a Macro Rodada de Negócios na Colômbia, em Bogotá, ao qual merece ser dito que é um exemplo a ser seguido de evento voltado ao crescimento de um país. Em Março acontece a E-show em Barcelona, que é um evento de E-Commerce, e logo após, estão previstos outros eventos na Malásia, Dubai, Tunísia e Alemanha.

Claro que todos esses eventos buscam uma coisa só, a oportunidade de fazer negócios no Brasil e também conhecer o mercado brasileiro, o país com mais de 200 milhões de pessoas onde segundo pesquisas, metade da população já tem um smartphone, o que é uma promessa de mercado abundante no setor. Mas a realidade disso tudo pode ser “o canto da sereia”.

sirenO canto da sereia em textos mitológicos em uma explicação bem simples:
Imagine um marinheiro velejando há alguns dias no mar e de repente ele escuta uma linda canção, ele olha no convés do navio e vê uma linda sereia cantando de longe, claro o marinheiro pula no mar e vai de encontro com aquele lindo ser celestial, com voz doce e quando chega perto ela vira um monstro horrível e acaba levando o marinheiro ao fundo do mar. Essa versão não tão poética pode ser um momento ao qual o Brasil está passando.

Apesar das estatísticas de crescimento, a realidade nas empresas pelo que vejo é outra bem diferente. Em dois anos de observação do mercado, vejo se repetir nas empresas de aplicativos e jogos a regra já apontada pelo Sebrae em outros setores, onde muitas empresas que abrem não estão conseguindo completar 01 ano de vida e as heroicas empresas com mais de um ano, estão no mercado porque tem contratos com grandes empresas de telefonia, ou com algum outro segmento que lhes garante a renda mínima de sobrevivência, as poucas empresas de outros países que vem aqui para estudar o mercado, não tem interesse em abrir uma filial e sim uma “representação”, e o motivo é bem claro, tente explicar a um empresário estrangeiro nosso sistema tributário, tente explicar a ele o que é um imposto “simples” ou “lucro presumido”, ou “lucro real”, e pior ainda, explique o que é um SPED e seu funcionamento. Além disso, o tempo médio para a abertura de uma empresa aqui no Brasil é de 30 a 45 dias se tudo estiver correto, o que lá fora leva em média de 03 a 06 dias dependendo do país.

E claro não podemos esquecer que estamos em um país onde “se cria dificuldade para se vender facilidade”.

Não se preocupe, em poucos minutos explicando isso você vai tirar toda a esperança de uma empresa estrangeira se instalar no Brasil, ou pelo menos, vai deixar essa empresa muito desmotivada.

blownAté mesmo os ótimos apoios e incentivos que o governo vem dando ao longo do tempo, os quais eu mesmo aplaudi de pé e ajudei na inclusão dos mesmos na gestão anterior do Ministério da Cultura, onde foi aprovado a Lei Rouanet para games, encontra sua grande dificuldade.

Estamos com 2 anos de aprovação da lei, e até agora tem sido um trabalho árduo captar recursos junto a empresas para promover seus games, e os motivos que podemos destacar são:

1º) Poucas empresas se interessam pelo setor, e com isso sentem dificuldade em querer investir neste segmento.
2º) Os games estão no artigo 26, onde a empresa é restituída de 70% de seu investimento, os outros 30% ela tem que arcar.
Fica claro que muitas das leis de incentivo ficam valendo para quem muitas vezes menos precisa, como artistas famosos populistas e eventos de entretenimento, pois as empresas escolhem ter seu nome associado a grandes eventos e/ou famosos.

Fora isso outro concurso que merece destaque é o Startup Brasil, do Ministério das Ciências e Tecnologia, uma excelente inciativa para empresas do setor que tiveram seus trabalhos contemplados e possuem dificuldades de serem “aceleradas” ou “investidas” por algumas burocracias desnecessárias.

impostosE, por último, o setor de comércio da área de games no Brasil, que já sofre com a abusiva carga tributária de 72,8% e que no ano de 2013 quase sofreu um colapso, porque a alfandega resolveu barrar toda a entrada de games, colocando-as no “canal cinza”, onde entra o “descaminho e o contrabando”. O mais surpreendente foi que, nem os órgãos responsáveis tinham a explicação adequada para o motivo desse “estado de alerta”. Mas a grande piada vem agora, foram assim classificadas até mesmo empresas que pagam seus impostos e que mantém praticas dentro da legalidade, tudo isso sem maiores explicações.

Gostaria de ser um dos otimistas, quero diante do mercado internacional ter a certeza de dizer:
– Podem investir no Brasil, ele não é apenas o país do futebol e do samba, é também o país da oportunidade na economia criativa, e é um lugar onde vocês não vão se arrepender.
Mas sou adepto a “vérité français” ou a verdade francesa, onde mais vale uma verdade que machuque do que uma mentira que agrade.

Espero de coração que neste ano possamos mudar para melhor, e que em um futuro próximo eu possa fazer um artigo com o tema: «Brasil, o país do futebol, do samba e do investimento com garantia de sucesso!»


UNICEF e Electronic Arts lançam concurso de jogos digitais para crianças


br_eagames_iInspirados na realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, o UNICEF e a Electronic Arts uniram-se para promover um concurso de desenvolvimento de jogos digitais entre estudantes que cursam ensino superior nessa área, na cidade de São Paulo. O tema principal dos jogos deve ser o futebol.

O objetivo do concurso é estimular o desenvolvimento de jogos digitais que fortaleçam competências necessárias à alfabetização e ao raciocínio lógico de crianças de 6 a 8 anos, para que a aprendizagem aconteça de forma divertida, interativa, motivadora e desafiadora.

Os candidatos deverão considerar as competências em Língua Portuguesa e Matemática dos exames nacionais como a Provinha Brasil e a Avaliação Nacional de Alfabetização para o desenvolvimento dos jogos digitais.

parceria-eaO concurso prevê, entre suas etapas, a testagem dos jogos com crianças da rede pública de ensino em alguns dos municípios do Semiárido brasileiro.

Apoiam a iniciativa a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), as Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), a Universidade Anhembi Morumbi, o Senac e a Universidade de São Paulo (ECA-USP).

Inscrições – Estudantes interessados em participar do concurso poderão, em grupos de até sete alunos, realizar sua pré-inscrição entre os dias 10 e 14 de fevereiro. Com isso, estarão convidados a participar do evento de preparação dos projetos de jogos, que será realizado no dia 15 de fevereiro, em São Paulo.

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As inscrições de projetos estarão abertas entre os dias 17 e 21 de fevereiro, exclusivamente pelo e-mail parceriasunicef@gmail.com.

O resultado será divulgado no dia 6 de junho de 2014 no site do UNICEF e na página www.facebook.com/unicefjogosdigitais. Os vencedores serão premiados com uma viagem à sede da Electronic Arts em Vancouver, no Canadá.

[Para acessar o edital clique aqui]

Fonte: www.unicef.org


Nova Publisher B9 promete trazer o mundo para sua ideia – Entrevista Exclusiva


campus-party-daniel-vekonyApós a excelente repercussão de nossa matéria sobre a Publisher B9 (caso não tenha lido clique aqui para ler) fomos convidados gentilmente pelo próprio Moacyr Alves Jr. para participarmos como moderador do debate da B9 na Campus Party. Ficamos honrados pelo convite, pois também carregávamos muitas dúvidas sobre o projeto em questão, a palestra na íntegra você confere no final do post e como poderão perceber o debate acabou sendo curto, portanto tivemos que transmitir pessoalmente algumas das principais dúvidas que nossos seguidores nos encaminharam, o resultado você confere abaixo:

Dúvida: Quem está por trás da B9 Corp?

B9: Temos profissionais de diversas áreas, pois temos que abranger um grande número de diferentes expertises para que possamos oferecer ações globais para nossos clientes.

Fazem parte do quadro de parceiros e mentores da empresa, ex presidente de empresas privadas, gestor de fundos de investimentos (com passagens em importantes bancos internacionais), executivo de multinacional da área de software, o atual Presidente da Associação Comercial, Industrial e Cultural de Videogames do Brasil – ACIGAMES, profissionais da área de TI e desenvolvedores.

A empresa tem capital 100% brasileiro. Ela tem uma pessoa jurídica aqui no Brasil, com seu respectivo CNPJ e uma nos Estados Unidos, com o registro de EIN no Estado da Flórida.

Dúvida: Como surgiu a ideia de criar um empreendimento desse tipo?

B9: Pela identificação de uma demanda de mercado. Temos excelentes desenvolvedores, designers, ilustradores, sonoplastas, que atuam no mercado brasileiro de aplicativos e games.

São extremamente criativos e fazem com paixão.

Infelizmente sabemos que para a confecção de um game, há diversos outros pontos a se considerar como análise de viabilidade (técnica, comercial e de potencial), elaboração de um plano de negócios e planilhas financeiras, que possam demonstrar receitas futuras, estratégias de marketing para uma campanha de lançamento, não tem projeções de como penetrar e se localizar em outros países (multi plataformas e multi idiomas).

E em sua grande maioria (para não exagerar em quase sua totalidade), não se preocupa com contratos jurídicos, parcerias internacionais de distribuição com Publishers de outros continentes.

Enfim, sabemos que a realidade dos desenvolvedores brasileiros é complicada, na maioria das vezes não se tem recursos nem sequer para a manutenção da equipe, o que dirá então contratar advogados, agências de publicidade, consultores financeiros, entre outros prestadores de serviços importantes que auxiliem no processo de profissionalização e comercialização deste produto.

Por isso a ideia de se apresentar e se disponibilizar com todos estes prestadores no entorno do desenvolvimento.

Dúvida: Qual será o papel da empresa?

B9: A proposta concreta da B9 Corp é oferecer esta “Cross Solution” para os desenvolvedores brasileiros, quer sejam apenas com ideias, projetos iniciados ou até mesmo games já finalizados.

Uma vez que identifiquemos as necessidades de cada projeto, acionamos o lado Facilitadora da B9, que realizará a aplicação efetiva destas necessidades ao projeto em questão, incluindo também neste caso aportes de capital de risco (através de capital próprio ou dos parceiros de Venture Capital e Privaty Equity).

Dúvida:  Ela é a “primeira publicadora de jogos 100%” brasileira. O que isso quer dizer? Porque a sede dela é nos Estados Unidos?

B9: Aqui há um pequeno equívoco… Não estamos nos considerando a primeira publicadora de jogos do Brasil, mas sim estamos trazendo um novo conceito e um novo projeto ao mercado brasileiro de desenvolvedores. A escolha de estarmos nos Estados Unidos é para um favorecimento no momento de distribuição internacional.

Dúvida: Como ela vai ajudar os desenvolvedores brasileiros?

foto-02B9: De diversas maneiras… Mas veja bem, aqui, quem tem o nervo central do negócio é a equipe de desenvolvedores, a produtora digital, os estúdios. Eles que idealizaram o game, estudaram sua usabilidade, sua mecânica. O que a B9 vai oferecer é justamente o que está ao redor desta ideia, para que ela se torne em um produto inovador e com enorme potencial.

Além disso, estamos apoiando o IDPB – Instituto de Desenvolvimento do Povo Brasileiro, na criação de um clube digital que será lançado agora em Fevereiro, chamado de Web-Mobile-Game Master Club, onde haverá espaço para aproximação de desenvolvedores de todo o país, fomentando troca de informações, capacitações, conhecimentos, discussões.

Esta nova comunidade não é nossa, e não realizamos investimento nela, trata-se realmente de um Instituto com verba própria, mas que estamos apoiando a iniciativa e queremos utilizá-los como um núcleo de identificação de novos talentos.

Dúvida: Vai oferecer serviços para desenvolvedores estrangeiros?

B9: Não… Há talento de sobra por aqui!

Dúvida: Vocês vão trabalhar com “webs, redes sociais ou aplicativos móveis”. Plataformas como consoles ou PC não estão nos planos? Nem mesmo o mercado digital dessas plataformas (PSN, Steam, XBLA)?

B9: Aqui também há um pequeno equívoco… Não iremos ser exclusivos para plataformas móveis. A única diferença é que consoles, jogos multi usuários, desktop, demandam um estudo de viabilidade ligeiramente diferenciado, seus investimentos normalmente tem cifras mais elevadas, mas isso não quer dizer que não iremos receber ou analisar estes projetos.

Dúvida: Entre os serviços prestados estão o licenciamento e a distribuição internacional. O que isso quer dizer?

B9: Existem diversos projetos que tem grande potencial se lançados e explorados em outros continentes. Basta verificarmos o valor médio adquirido de aplicativos móveis por parte dos brasileiros – geramos um enorme volume de downloads, mas com valor baixo de aquisição. Países asiáticos como Coréia, Japão e Tailândia, o volume de gasto médio por usuário é no mínimo oito vezes maior do que o nosso.

Analisaremos com cada parceiro os melhores mercados para se localizar, e lançar os produtos.

Dúvida: Como vai funcionar esse licenciamento? A B9 vai ter os direitos do jogo e ficar com parte da receita? (mais detalhes nessa parte, sobre o que acarreta ao desenvolvedor)

B9: Aqui é óbvio que a B9 Corp trabalhará por percentuais em cada projeto. Não existe uma tabela fixa, cada projeto é tratado como único. É óbvio que projetos ainda na fase de ideia ou recém iniciados serão mais diluídos do que projetos já finalizados, devido ao envolvimento de uma quantidade maior de profissionais.

Mas a matemática é muito simples, caberá aos desenvolvedor escolher entre manter 100% de 1.000 ou almejar ter 30% de 500.000 (exemplo meramente hipotético).

Os direitos da propriedade intelectual permanecem com seu idealizador e desenvolvedor, nós teremos apenas o direto de comercialização por um período estipulado de tempo, ficando totalmente facultativo ao time de desenvolvedores a continuidade ou a interrupção dos serviços prestados ao término do mesmo.

Dúvida: Haverá uma equipe de desenvolvimento ou a empresa apenas publicará jogos?

logo-b9-publisherB9: Em hipótese alguma! A B9 Corp nunca será uma desenvolvedora, não entrará em concorrência com seus parceiros e clientes. Não queremos prestar serviços para terceiros em desenvolvimento. Ao contrário, também acho muito mais prudente, após a apresentação de uma ideia como foi dito, caso ela seja muito interessante e viável, nós procurarmos os estúdios e produtoras para desenvolverem este projeto, evitando uma morosidade maior, que ocorrerá caso uma nova equipe precise ser formada, integrada, treinada, capacitada…

E neste caso o estúdio poderá escolher entre três opções – cobrar um valor pelo projeto, produzir e receber; cobrar valores menores do que os praticados em sua tabela de preços e participar com quotas no projeto; ou ainda aventurar-se conosco no desafio do projeto e aumentar sua participação acionária no produto lançado em troca do desenvolvimento.

Dúvida: Como será o processo de avaliação para selecionar os projetos abraçados? Há algum pré-requisito?

B9: Os processo em sua grande maioria serão ágeis, até porque nosso modelo de negócio não contempla nenhum tipo de pagamento por parte dos desenvolvedores, produtoras e estúdios; todo o pagamento se dará em troca de percentuais e será ad êxito, portanto o risco todo é nosso! Qualquer um pode participar.

Dúvida: Explique esse “sistema inovador de investimento que se auto alimenta”.

B9: Aqui lhe confesso que há um erro nesta frase. Ela está mal formulada. O que existe, como em qualquer fundo que administra capital de risco, é um reinvestimento de marketing (percentual pré estabelecido), para que os projetos mais consagrados auxiliem os projetos que ainda não atingiram um número satisfatório de downloads ou vendas.

Dúvida: Existe alguma empresa que faz isso aqui no Brasil, ainda que não seja 100% brasileira?

B9: Com este modelo de negócios que estamos apresentando hoje ao mercado, não.

Dúvida: Dá para publicar jogos nas redes sociais e no mobile, por exemplo, sem uma publisher. O que o trabalho da B9 faria de diferente numa questão dessa?

B9: Recorro novamente aquela brincadeira matemática que realizei em pergunta anterior – o desenvolvedor pode escolher entre manter 100% de 1.000 ou almejar ter 30% de 500.000 (exemplo meramente hipotético).

Ou seja, hoje quando ele publica sozinho, que alcance ele tem? Convidar os amigos do Facebook para jogar? Quanto lhe sobrou de dinheiro para aplicar em campanhas de marketing? Um bom projeto, merece uma boa quantia aplicada em marketing, o que favorece e muito a possibilidade maior de sucesso (e maiores receitas).

Dúvida: Já há algum projeto em andamento? Qual?

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Mario Aguilar, Giovane Gávio, Daniel Vekony e Moacyr Alves

B9: Sim, no total são cinco. Dois jogos móveis, um de espaçonave e outro de voleibol. 

Dois aplicativos profissionais para empresas prestadoras de serviços, um na área de logística e outro na área jurídica. E o quinto projeto iremos assinar no próximo dia 04, e por uma cláusula de confidencialidade (assinada no primeiro acordo de intenções) ainda não posso divulgar.

 

Dúvida: Quais são as expectativas para esse primeiro ano de atuação?

B9: Auxiliar o mercado como um todo a ser visto com uma maior credibilidade e profissionalismo, queremos que o mercado seja reconhecido como um grande segmento da indústria, comércio e serviço; queremos aproximar mais investidores para este mercado (que atualmente temem dispor de seus investimentos em “joguinhos”), estes são nossos principais objetivos.

Tentamos com essa entrevista sanar as principais dúvidas, o pessoal da B9 foi super receptivo e informaram que estão a disposição de TODOS para esclarecimento de dúvidas, os interessados devem contatá-los através do e-mail contact@b9corp.com

Confira abaixo a Palestra na íntegra!

Fonte: www.blogs.estadao.com.br


Kickante – Uma opção diferenciada e segura de Crowdfunding no Brasil!


Desenvolvedores, designers e produtores independentes de games que buscam apoio em sites estrangeiros de crowdfunding (financiamento coletivo) para lançar seus projetos já podem contar com uma opção confiável e diferenciada no Brasil.

Kickante.com.br (original) - SiteA KICKANTE, nova plataforma que acaba de estrear no país, oferece vantagens para alavancar campanhas colaborativas na área de games. Recém-lançado, o site traz mais de 20 campanhas simultâneas, com foco em projetos nas áreas de cultura, artes, empreendedorismo e inovação (start-ups).

Além de ser a única no Brasil a aceitar doações parceladas, o que amplia a possibilidade de resultados mais expressivos, ela oferece dois modelos de campanha: flexível e ‘tudo ou nada’. Ou seja: mesmo que o volume não seja alcançado, o dono da ideia recebe os recursos doados. Há ainda descontos para quem fizer mais de uma campanha (repeat campaings).  A nova plataforma aposta também fortemente em marketing e promoção para alavancar as campanhas.

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Candice Pascoal – Co-fundadora do Kickante
“Crowdfunding é mais que arrecadação de fundos para o mundo Gaming e de desenvolvimento de software. É também um teste de mercado e a possibilidade de uma pré-venda do seu produto a um custo muito baixo, assim como também possibilita aos desenvolvedores chamar a atenção para o seu produto antes mesmo do lançamento, o que gera uma visibilidade maior e, certamente, atenção de investidores, incubadores e aceladores.”

Segundo ela, muitos brasileiros ligados ao gaming e tech já foram lá fora buscar uma solução para o crowdfunding, em sites como Kickstarter e Indiegogo.  “A Kickante é uma plataforma no mesmo nível dessas ferramentas com time em três países e soluções 100% brasileiras, como contribuições parceladas e crescimento de um grupo de contribuidores nacionais”, ressalta.

A KICKANTE surge com a premissa de oferecer um sistema de Crowdfunding simples, tanto para quem arrecada, como para quem doa e conta com a vantagem de estar localizado no Brasil, o que facilita e muito as transações, agora é apenas uma questão de tempo para a rede se popularizar e contribuir com aqueles que precisão de um empurrãozinho.

acigames_fundo_brancoSaiba mais: www.kickante.com.br


Brinquedos em guerra! Vem aí o Microwars!


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Após um ano de desenvolvimento e com investimento estimado em 5 milhões de dólares, a Softnyx (desenvolvera do famoso Gunbound) anuncia o lançamento do MicroWars – o mais novo game do gênero MMOTPS (jogo multijogador massivo em terceira pessoa) em estilo cartoon que permite a total customização dos personagens, oferecendo mais de 100 combinações possíveis. 

O jogo é baseado no filme Toy Story, onde brinquedos ganham vida e entram em guerra para manterem suas baterias carregadas. É no estilo Freemium, ou seja, é de graça mas existe a possibilidade de o jogador comprar alguns itens premiums para melhorar a experiência do jogo.

 

André Chiape – Gerente de Marketing da Softnyx, “O MicroWars oferece uma experiência única. O jogo apresenta um sistema impressionante de armas. O jogador começa com acesso aos 8 tipos de armas diferentes, da ligeira Arma Branca ao destrutivo Lançador de Granadas. As armas podem ser melhoradas a cada nível conquistado, assim como a customização dos personagens.” 

O MicroWars também é muito conhecido por outro nome no serviço internacional; MicroVolts e no japonês como Toy Wars. 

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O lançamento ainda traz dez modos diferentes de combate e o mais divertido, segundo André, é a batalha zumbi. “O jogador deve evitar a qualquer custo ser infectado. Ou se ainda preferir, pode jogar do lado infectado e transformar em zumbis todos os outros jogadores que encontrar”, completa. 

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O jogo será lançado oficialmente no final de novembro.

Nós da M&G já testamos. A diversão é garantida para os saudosistas do Counter Strike. Vale a pena conferir!

Mais informações: www.softnyxbrasil.com


Comerciais de Games da nova Geração! Quem ganha essa batalha?


Não é de hoje que as grandes marcas investem pesado em comerciais cinematográficos, com excelente produção e roteirização. Os games são a bola da vez, porém nós consumidores estamos cada vez mais críticos com o tipo de conteúdo que é transmitido a nós, obrigando com que cada anunciante se supere a cada dia! 

Acompanhando essa tendência, duas das principais concorrentes do setor, Sony e Microsoft estão investindo pesado para divulgar suas respectivas gerações de novos consoles, a fim de agradar seus fãs e conquistar novos seguidores!

Xbox One – Invitation

 

PS4 – Perfect Day

Como podem perceber a temática de ambos é bem semelhante, o convite para que o jogador faça parte do jogo é mais do que evidente até mesmo porque games e interatividade sempre andaram juntos, então com certeza o caminho escolhido é assertivo!

Agora basta escolher, qual deles agrada mais você?


GTA V – O jogo mais caro de todos os tempos!


A Rockstar Games, fabricante de clássicas franquias como o Grand Theft Auto, Red Dead Redemption e Midnight Club, definitivamente se superou com a campanha de divulgação de seu mais novo lançamento GTA V.

Com o objetivo de gerar buzz através de múltiplas plataformas, a campanha de GTA V incluiu comerciais de TV, vídeos online, e um site ágil.

Através da criação de uma comunicação integrada eficiente, a divulgação tratou de entregar apenas pequenos Teasers (conteúdo curto com informações enigmáticas)  aos seus fãs, com pequenas demostrações do jogo, os fãs aguçados pela curiosidade passaram a pesquisar incessantemente por mais informações sobre o game e sabiamente liberavam quantidades ideais de conteúdo gerando ainda mais emoção com cada pedaço de informação descoberto.

ReproduçãoEntre desenvolvimento e marketing foram gastos cerca de US$ 265 milhões, investimento alto que pode muito bem ser comparado com grandes Blockbusters do Cinema como Avatar e Piratas do Caribe, mas tudo muito bem planejado pois a produtora espera arrecadar US$ 1,56 bilhões com as vendas do jogo. 

Com sua iniciativa de marketing a Rockstar obteve mais de 3 milhões de pré-encomendas do jogo antes do seu lançamento e já em sua estréia no dia 17 de setembro GTA V quebrou o recorde de maior lançamento da história dos games ao atingir 800 milhões de dólares em vendas, consequentemente 3 dias depois já arrecadou mais de US$ 1 bilhão, ou seja, os custos de produção e marketing já forma pagos, em breve as metas da Rockstar serão atingidas e o que vier… é lucro!

Gta V atendeu as suas expectativas? Você contribuiu para esta façanha?

Saiba mais em:
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