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Guia Prático de publicação de jogos para Android. Terminou seu primeiro jogo? Saiba como publicá-lo!


Você acaba de terminar seu primeiro projeto de jogo, voltado ao mercado mobile (celulares e tablets), mas não tem ideia de como o disponibilizar para download e ter a possibilidade de gerar renda com seu trabalho? Este guia prático vai te ajudar a concretizar a última etapa do seu planejamento (espero que você tenha feito um), e de fato colocar seu jogo à prova no mercado, se é claro, você não optar por terceirizar esse passo através de uma Publisher, mas vamos admitir aqui, que você é um novato desenvolvedor indie e que precisa “se virar “sozinho, ou com sua pequena equipe.

As plataformas:

Primeiro de tudo, determine com quais plataformas vai trabalhar, existem várias vitrines ou lojas virtuais nas quais você pode disponibilizar seu jogo, porém aqui, vamos nos voltar à Google Play (Android), que conta hoje com o maior número de downloads entre todas disponíveis.

Veja abaixo o passo a passo do que fazer para ter acesso a ela:

Google Play (Android):

  1. Ter o seu jogo em formato APK.
  2. Criar uma conta Google.
  3. Pagar a Taxa de inscrição.
  4. Preencher o formulário de publicação.

Nos baseando nos passos acima, vamos destrinchar agora todo o processo.

Estando com o seu “apk” preparado e após ter criado um conta Google simples (aquela mesma usada para acessar o Gmail ou Google Drive), entre no link https://play.google.com/apps/publish/signup/, assim você estará no Google Play Developer Console, faça o login com essa conta.

Tutorial Publicar Android 1

Imagem: Login do Google Play Developer Console

Leia o contrato de inscrição do Google Play Developer Program (nada de deixar para lá esse contrato), e tenha em mãos um cartão de crédito internacional com o limite equivalente a US$25,00 (vinte e cinco dólares) disponível.  Esse é o valor cobrado pelo Google para disponibilizar sua plataforma para downloads, atente-se que essa taxa é cobrada apenas uma vez e é vitalícia, nada mais é cobrado adicionalmente (exceto porcentagens referente a venda dos jogos/aplicativos ou compras dentro dos mesmos).

Para ter seu app/game publicado no Android você não vai encontrar grande dificuldade nem burocracia (quando comparado ao seu principal concorrente a App Store), todo o processo é bem simplificado , e consistem em preencher um formulário com os dados do jogo, tais como: Título, ícone, descrição, categoria, público alvo e faixa etária,  além das screenshots das versões para celular e tablets separadamente, tudo preenchido só precisará revisar tudo e enviar o apk, upando ele como se enviasse um arquivo qualquer a um serviço de armazenamento na nuvem.

Tutorial Publicar Android 3

Imagens: Preenchendo os dados do jogo para publicação.

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Imagens: Preenchendo os dados do jogo para publicação.

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Imagem: Enviando o APK.

Os servidores irão processar o recebimento, e dentro de algumas horas seu jogo estará disponível para download, note que a expansão do arquivo é periódica e que dependendo da área escolhida para distribuição (que por padrão é mundial), pode demorar para que algumas contas ou pessoas consigam visualizar/baixar, mas esse processo não deve passar de 24h para ser concluído.

O mais legal de trabalhar com uma vitrine como a Google Play são os dados gerados que ajudarão você ou sua equipe de marketing a traçar estratégias para potencializar sua dominação de mercado, ainda mais porque existe dentro do console uma ferramenta automática que gera dicas de otimização para aquele app/jogo especifico, tal como: traduzir a descrição para o mandarim caso você tenha muitas visitas ou visualização na página do aplicativo.

Concluído o tutorial acima você já pode distribuir o link e fazer aquela velha e boa divulgação, e cruzar os dedos para seu jogo se tornar um sucesso e gerar muitos “ouros” que vão tornar sua jornada como desenvolvedor mais gratificante e cheia de achievements. Em breve trarei também um tutorial sobre a publicação na App Store (iOS), esse bem mais complexo e cheio de passos! Até a próxima!


Dica – Como cuidar do seu videogame no calor


O Rodrigo Guerra que escreve para o Uol Jogos preparou uma lista de dicas que pode simplesmente salvar seu viodeogame neste verão escaldante no qual nos encontramos. Videogames são caros, quem comprou um console de nova geração sabe que o investimento é bem pesado e que além de gastar uma bela grande,  ainda existe o desafio de manter esse “brinquedo” funcionando em perfeitas condições. Para não sair no prejuízo, confere aí as dicas para manter seu “filho” sempre “saudável”. Hehe…

1. Mantenha o videogame em lugar arejado

Fontes queimadas aparecem em primeiro lugar na lista de problemas técnicos. E a maioria dos usuários são os responsáveis por esse problema, diz o técnico. “Não é difícil ver videogames em lugares confinados, como estantes e racks da sala de estar. Mas apesar de deixar a sala bonita, esses locais são assassinos de videogames”. Por mais arejado que seja, um confinamento do console em um local fechado pode causar problemas de ventilação. Com o aumento de temperatura, mais chances de sobreaquecer as peças do videogame – e a mais afetada nisso tudo é a fonte de alimentação.

“Algumas estantes possuem entradas vazadas que dão a falsa sensação de circulação de ar, mas o melhor local para deixar um videogame é sobre uma superfície aberta, como uma mesa ou ao lado da TV, sem nada cobrindo o aparelho”, explica.

2. Mantenha o videogame limpo

Sabe aquele pozinho que se acumula nas entradas do videogame? Eles também aumentam o calor interno do videogame. “Algumas vezes recebemos videogames que desligam depois de algum tempo, mas ao abrir o aparelho vemos que ele está cheio de pó, principalmente na área de ventilação”, conta. Esse problema pode ser evitado com uma simples limpeza delicada. “Quem tem um aspirador de pó pode usar a escovinha – ela não vai puxar nada de lá de dentro. Quem não tem, pode tirar o pó da área de ventilação com uma escova de dentes seca arrastando os tufos de pó para fora do aparelho e a poeira fina com um pano levemente umedecido”.

3. Use um condicionador de voltagem

“Em algumas regiões do Brasil, a rede de voltagem oscila muito e isso diminui a vida útil do aparelho. Sem falar que estamos no país com a maior incidência de raios e relâmpagos. Isso pode ser resolvido com um no-break ou um bom condicionador de voltagem”. Não se confunda com um estabilizador: é condicionador mesmo.
Segundo o técnico, um estabilizador não fornece uma proteção real para os videogames. “Um estabilizador não o protege em caso de um raio cair na rede elétrica, coisa que tanto um condicionador ou no-break fazem com tranquilidade”, diz Kleber.

Em uma pesquisa rápida na internet você encontra condicionadores de energia por volta de R$ 200 e no-breaks por no mínimo R$ 300.

“O investimento nessas peças pode evitar que você perca seu videogame de forma prematura, pois o modo ‘Stand by’ do PlayStation 4 e do Xbox One os deixam ligados o tempo todo e isso pode ser muito problemático em caso de uma grande oscilação de energia”, diz.

4. Proteja o videogame do Sol

Você pode até não acreditar, mas tem gente que mantém o videogame em locais muito iluminados com luz natural – e isso é péssimo para a máquina. “Está escrito em todo manual, mas sabemos que muita gente nem lê a primeira página que diz em letras garrafais: proteger da luz do Sol. Em minha loja já chegaram vários videogames com a carcaça torrada com a luz solar”, diz Kleber.

Assim como um lugar fechado, a luz do Sol aumenta a temperatura interna do videogame e isso traz problemas. “E proteger não significa colocar um paninho em cima. Tem que tirar mesmo do lugar que está recebendo a luz do sol – sem falar que o paninho também aumenta a temperatura”, diz.

5. Não coma, não beba nem fume perto do videogame (essa é difícil, heim?!)

“Outro dia, chegou um Xbox One em minha oficina com uma colônia de baratas dentro. São sei como, mas tinha até grãos de comida lá”. Nojento, não é? Mas isso é mais comum do que você pensa. Os restos de comida e bebida, podem causar um curto circuito no aparelho, já a fumaça a cinza de cigarros podem levar poeira para dentro do videogame.

6. Manuseie com cuidado

Dica que pode parecer óbvia, mas não é. “Muita gente acha que videogame é duro na queda. Levam o ‘brinquedo’ pra cima e pra baixo, como se fosse um rádio de pilha. Mas esses aparelhos são mais deliciados do que a maioria pensa”, diz Kleber. Isso não quer dizer que você não pode levar seu PS4 para casa da praia ou de um amigo – basta ter cuidado.

“Na hora de tirar e colocar os cabos, não aplique força. Tudo pode ser colocado ou tirado com jeito e delicadeza. Se fizer força, pode ter certeza que os conectores vão se dar mal”.

7. Proteja da umidade

Quem mora em praias sabe que a umidade é terrível para os aparelhos eletrônicos. “Recebi um PS4 com as portas USB enferrujadas, sinal claro de umidade”, conta Kleber. Mas como manter o videogame em um lugar como o litoral? “É preciso manter a casa toda sob cuidado, pois a umidade não estraga apenas o videogame, mas também a televisão e outros eletrônicos. Verifique se o local onde fica o videogame tem infiltrações ou manchas de mofo, isso vai indicar que é necessária uma reforma ou pintura na casa”.

Se nenhum desses sinais estiverem presentes, a umidade do ar pode ser a vilã – aí não tem muito jeito. “Quando for casos assim, mantenha o videogame na caixa quando não for usar por longos períodos e coloque junto um produto antimofo”, explica.

Parecem dicas simples, mas pode ser a diferença entre manter seu videogame e perder todos o seu investimento. Força na peruca aí galera, o inverno está chegando…  ou não. 😉


Super Mario vira brinde do McDonalds no Brasil!


Mario, Luigi, Yoshi e Toad estarão entre as atrações do McLanche Feliz em novembro! Depois de babar em brindes incríveis de McDonalds de Adventure Time e Pokemon lançados no Japão, agora é a nossa vez de enganar o caixa dizendo que o Mc Lanche feliz é pro nosso irmãozinho! VIVAAA! 

A promoção é válida enquanto durarem os estoques e acredito que não devem durar muito. A venda será iniciada a partir do dia 12 de novembro, mas vale ficar de olho pois algumas lojas podem disponibilizar os brindes com antecedência. No total, são nove itens colecionáveis: Supercogumelo, Super Mario, Toad, Princesa Peach, Mario comemorando, Luigi, Yoshi, Mario e a moeda flutuante e Donkey Kong – confere aí:

Donkey Kong

Mario e moeda

Yoshi

Luigi

Mario Comemorando

Princesa Peach

Toad

Super Mario

Supercogumelo

 

É pra glorificar de pé minha gente!

Quem deu a boa notícia foi o Garotas Geeks

Atualmente os Games são considerados produtos ou serviços?


Oi pessoal, eu sou a Paula e esse é meu post de estreia. 🙂 Jogo desde que me entendo por gente e sou profissional de marketing digital, com ênfase na indústria do entretenimento (leia-se, especialmente games). Sou Gerente de Marketing da Nuuvem, primeira loja e plataforma online de distribuição de jogos digitais do Brasil. Chega de introdução, espero que gostem do meu primeiro post, cuja intenção é abordar um assunto básico, mas pouco comentado didaticamente.

produtos-vs-serviços-M&G-01Há alguns anos, poucos poderiam imaginar que estaríamos fazendo essa pergunta. Jogos são produtos, claro, afinal o processo de desenvolvimento tem início, meio e fim e depois de terminado o game, ele é lançado. Certo? Sim, talvez isso fosse verdade há 10 anos.

Cada vez mais o mercado está migrando para uma “serviçalização” (me perdoem o neologismo) e isso não é verdade só para jogos, ou até para a indústria do entretenimento como um todo, e sim para diversos outros mercados. O SaaS (Software as a Service) chegou pesado e muitas das ferramentas que utilizamos hoje seguem esse modelo, especialmente no mundo do marketing.

Distribuição Digital
Tradicionalmente, os jogos eram desenvolvidos para console ou computador, colocados em caixinhas e enviados para os varejistas. Hoje, com o advento de lojas como Steam e a Nuuvem e de serviços como PSN, WiiWare e XBLA, a distribuição digital ganhou muito espaço e hoje tem um share significante, especialmente no que tange jogos para computador.

Produto vs Serviço
Independente do tipo da distribuição (digital ou física), se o jogo é comprado de uma só vez e pronto, ele é um produto. Tradicionalmente, neste caso a publisher quase não tem contato com o jogador. Ela distribui, o jogador compra e pronto. Não se inicia um relacionamento. Até hoje, a maior parte dos jogos AAA são assim, são os Call of Duty, The Sims, Assassin’s Creed da vida.

Aqui o modelo de negócios é razoavelmente simples:

modelo-de-negócios-jogo-produto-produtos-vs-serviços-M&G-02O grande volume de vendas ocorre principalmente no dia do lançamento e na semana subsequente. Os primeiros 3 meses pós-lançamento ainda são relevantes para as vendas, mas depois a curva cai (e a receita também). A imagem abaixo mostra a curva de vendas de um jogo-produto típico.

curva-de-lançamento-produtos-vs-serviços-M&G-03

Há um grande investimento de marketing (milhões de dólares) concentrado no pré-lançamento e em canais mais tradicionais (TV, eventos, ações de branding na rua)

Já aqueles games “sem fim”, continuamente atualizados, onde a desenvolvedora está sempre lançando novas fases, mundos, itens, são um serviço. Eles mantém o jogador engajado, voltando regularmente, pois não se zera um jogo-serviço. E, com isso, criam um relacionamento constante e duradouro com o jogador. Comumente, esses games são hospedados em um servidor (cloud gaming), como é o caso com os jogos Free to Play (ex: Candy Crush) e muitos outros jogos sociais (ex: Farmville), MMOs de browser (como RuneScape), entre outros.

Aqui o modelo de negócios não é tão simples:


Games as a Service Diagrama

Não há um grande lançamento de gala envolvido, então o fato do jogo vir a ser bem sucedido ou não, não é medido no primeiro dia de lançamento e sim ao longo de meses. Como podem ver na imagem abaixo, a receita do jogo-serviço entra não-linearmente, ao longo de meses, e não numa curva típica de cauda longa, como no jogo-produto.

curva-de-receita-free-to-play-produtos-vs-serviços-M&G-05 O investimento de marketing é bem menor que a do jogo-produto e diluído ao longo do ciclo de vida do jogo, com o uso de canais mais digitais (mídias sociais, blogs, Adwords, e-mail marketing).

E porque isso é importante?
Bom, se você é um desenvolvedor com uma excelente ideia para um jogo, você deverá ter uma noção clara de qual modelo quer seguir antes de começar o desenvolvimento. O design, mecânicas, marketing e distribuição do seu jogo irão variar muito dependendo do modelo que escolher. Começar a fazer o game e só depois se decidir é um tiro no pé, pois mudar o modelo no meio do caminho pode significar mudar todo o jogo, atirando no lixo meses de desenvolvimento.

Para o profissional de marketing, entender isso também é muito importante. O marketing para o jogo-produto é uma coisa e para jogo-serviço é algo totalmente diferente. 

Tabela Marketing jogo-produto vs jogo-serviço

Essa diferença é bem fácil de perceber ao se observar o papel de um game marketer: ele é mais focado em branding e em PR? Marketeiro de game-produto. Ele é focado em análise de dados, é amigo dos números e valoriza a comunidade? Marketeiro de game-serviço.

DLC-produtos-vs-serviços-M&G-06Um Meio Termo?
As DLCs acabam representando o deslocamento do jogo-produto para jogo-serviço, um meio termo. A publisher lança o jogo e “esquece” dele por um tempinho, mas não para sempre. Ao lançar uma DLC alguns meses depois, ela faz com que os jogadores que não estão mais engajados com o game (seja porque já zeraram ou encheram o saco dele), voltem a querer jogá-lo. Muitos jogos AAA já são lançados com toda uma pipeline de DLCs previstas.

Outros games encontram o meio termo de uma forma diferente que através de DLCs: eles mesclam modelos. Esse é o caso de muitas desenvolvedoras de jogos mobile, que escolhem vender o seu game (a $1,99, $3,99) e, além disso, lançam novos recursos com frequência e monetizam ainda mais os jogadores através de IAPs (in-app purchases).

Conclusão
Estamos vivendo uma mudança de paradigma: há os que defendem fervorosamente o jogo-produto e os que são fãs do jogo-serviço. Mas o que se observa na verdade é que as empresas que buscam ativamente um meio termo, acabam tendo um retorno muito maior sobre seus investimentos de marketing.


Assassins Creed e The Legend of Zelda serão lançados em versões temáticas de Monopoly


A empresa USAopoly, que cria versões especiais do jogo de tabuleiro monopoly (o famoso “Banco Imobiliário”) vai lançar versão temática de Assassin’s Creed, autorizada pela Hasbro. Por enquanto, o jogo só está sendo lançado na Europa, onde alguns varejistas já estão aceitando pedidos antecipados.

O jogo leva em conta o chapéu, carro, ferro, e outras peças simbólicas que representam jogadores na versão normal do MonopolyAssassins Creed Monopoly permite que você escolha entre os diferentes protagonistas da série. Você pode jogar como Altair, Ezio, Connor Kenway, seu avô Edward Kenway, Aveline, ou o protagonista da próxima Assassins Creed Unity, Arno Dorian.

Outras peças do jogo também devem ser alteradas para combinar o tema Assassin’s Creed. O dinheiro será transformado em créditos Abstergo e o imobiliário habitual serão trocados por locais históricos de destaque na série. Abstergo Industries e Abstergo Entertainment vão substituir propriedades originais do jogo, Boardwalk e Park Place.

USAopoly não disse quando ou se o jogo será lançado em outros territórios, mas liberou todos os seus outros jogos modificados para América do Norte também.

Assassins Creed Monopoly não é o único jogo de tabuleiro baseado na série. Em fevereiro, aUbisoft lançou Assassins Creed: Arena, um jogo de mesa 2-4 jogador criado em parceria comCryptozoic Entertainment.

Na semana passada, ficamos sabendo que USAopoly vai lançar uma versão Legend Zelda-temático do jogo de tabuleiro em 15 de setembro, de acordo com uma lista no site da GameStop.

Assassins Creed Unity lança 28 de outubro para Xbox One, PlayStation 4 e PCAssassins Creed Rogue lança em 11 de novembro para Xbox 360 e PS3.

(baseado e traduzido de GameSpot)

Via :Craft Studios


McDonald’s muda pela 1ª vez o design da embalagem de Batata Frita para dar acesso a novo Game!


O McDonald’s está apostando pesado no sucesso da Copa do Mundo 2014 e, pela primeira vez na história, promoveu a mudança do design da caixa de um dos seus itens mais vendidos em todo o mundo para homenagear o evento esportivo que está sendo realizado no Brasil. Agora, ao invés do tradicional vermelho, as caixinhas de batatas fritas da companhia vêm com um desenho comemorativo ao mundial futebolístico e que pode ser utilizado em um jogo de futebol de realidade aumentada. 

Para brincar, o jogador precisa baixar o app para smartphones e tablets na página oficial da campanha, instalá-lo no dispositivo móvel e mirar a câmera para a caixa comemorativa de batatas fritas. O app se encarrega de transformá-la em uma trave e a mesa no gramado de um campo de futebol. 

Pela primeira vez na história a rede de fast food alterou o design das tradicionais caixinhas vermelhas para desenhos em comemoração ao mundial futebolístico. Com ele, caixas podem ser usadas como traves em jogo de realidade aumentada

Pela primeira vez na história a rede de fast food alterou o design das tradicionais caixinhas vermelhas para desenhos em comemoração ao mundial futebolístico. Com ele, caixas podem ser usadas como traves em jogo de realidade aumentada (Imagem: Reprodução) 

O jogo é simples e apresenta uma bola virtual que deve ser chutada para o gol. A cada gol feito, no entanto, objetos virtuais vão aparecendo na tela e desafiando o jogador a fazer chutes cada vez mais mirabolantes para alcançar o objetivo. Outros objetos reais também se transformam em elementos virtuais no jogo de realidade aumentada. 

O game foi feito em conjunto com dezenas de artistas, que também participaram do projeto de redesign das caixinhas da guloseima. Para a companhia, o momento da Copa do Mundo não poderia ser mais propício. “Estamos animados com essa iniciativa de engajamento e interação dos nossos consumidores com nossa mundialmente famosa batata frita”, disse Steve Easterbrook, vice-presidente e diretor global do McDonald’s em um comunicado à imprensa. 

Já para Natasha Weinstein, diretora de contas da agência Trigger, a criadora do game, o app é uma “ferramenta poderosa de marketing para a empresa”, chegando a superar comerciais televisivos e publicidade em mídias impressas. 

Muito embora o game exija que uma caixinha de batatas fritas personalizada seja utilizada, Weinstein garantiu que isso se modificará quando o evento futebolístico chegar ao fim. “Colocaremos novas caixinhas que poderão ser utilizadas como gol em circulação quando a Copa acabar. Portanto todos poderão se divertir”, disse a executiva. 

Para o McDonald’s, o grande atrativo do game é a possibilidade de inventar chutes utilizando os objetos virtuais que estão na tela. Tabelinhas com paredes, blocos, latas de lixo e coisas do tipo têm inspirado pessoas a criarem as mais diversas formas de alcançar o objetivo final, que é fazer o gol. “A recepção pelo público tem sido muito boa até aqui”, disse Weinstein em nome da rede de restaurantes. “Uma vez acostumado com o estilo do jogo, você poderá criar chutes realmente interessantes”, finalizou. 

O aplicativo GOL! de realidade aumentada é gratuito e pode ser baixado tanto para dispositivos iOS quanto Android no site oficial da campanha


Via: Canaltech 


Como a Ubisoft vendeu 1,4 milhão de livros com a ajuda do Facebook


A produtora de games Ubisoft é conhecida pela série Assassin’s Creed, que conta a história do herói Desmond Miles, da ordem dos Assassinos, que volta a épocas como o Renascimento e a Revolução Americana para impedir que os Templários imponham uma nova ordem mundial. A rebuscada trama, no Brasil desde 2010, conta com 2 milhões de cópias vendidas em seis volumes dos jogos — o que faz do país um dos principais mercados para a empresa. Além do sucesso com os games, a companhia francesa também conseguiu impulsionar a venda dos livros baseados na série. Com a ajuda do Facebook, a soma no Brasil já supera o volume total mundial.

A previsão inicial era tímida: apenas 20.000 exemplares para o primeiro livro da série, lançado em 2011. Em apenas 2 meses, no entanto, a empresa atingiu a marca das 30.000 unidades.

Bertrand Chaverot, diretor-geral da Ubisoft Brasil
“Percebemos que era por conta do Facebook, porque sempre quisemos fazer conteúdo específico para os livros no mercado local”

assassinsRecorde de vendas

Nos dois anos seguintes, foram vendidas 1,4 milhão de cópias contra 1,2 milhão comercializadas mundialmente em cinco anos. Nos Estados Unidos, o segundo país onde a empresa mais vende livros, os números são bem mais modestos: 250.000 exemplares em cinco anos.
É compreensível a surpresa da empresa com os bons números relativos aos livros. O mercado brasileiro de games é o quarto do mundo, mas o editorial ocupa a nona posição com crescimento em queda desde 2009, segundo a International Publishers Association.

A força dos admiradores dos games da Ubisoft inicialmente se refletiu na página da empresa no país, criada em 2011. São 3,5 milhões de fãs contra 2 milhões da página global. Além do Brasil, apenas México e Canadá contam com páginas próprias. Para aproveitar essa base tão grande, a empresa desenhou uma estratégia para cada nova edição da série de livros de Assassin’s Creed.

Bom conteúdo e divulgação correta

Um mês antes do lançamento oficial, a Ubisoft divulga o título do novo livro. Quinze dias antes, a capa é publicada na página. Uma semana antes, os fãs tem a possibilidade de ler o primeiro capítulo gratuitamente. No dia do lançamento, a empresa promove um concurso cultural, em que os fãs têm de criar um diálogo para uma parte da história. O autor do mais criativo ganha um exemplar de graça.

Bertrand Chaverot, diretor-geral da Ubisoft Brasil
“Já encontrei vários adultos que liam os livros, mas nem sabiam da existência dos jogos”

Sem Título-4Para obter um maior alcance deste conteúdo, a empresa utiliza produtos do Facebook como Histórias Patrocinadas e Anúncios de foto em publicação de página, com links de parceiros de comércio eletrônico para que os fãs comprem seus exemplares. A empresa foca em anúncios no Feed de Notícias para desktop e celulares.

A febre de Assassin’s Creed só deve crescer. Além dos produtos derivados — como livros, bonecos, quadrinhos, pôsteres, camisetas e jogos de tabuleiros — em 2015, a franquia terá um filme com o ator Michael Fassbender no papel principal e na produção.

Bertrand Chaverot, diretor-geral da Ubisoft Brasil
“Proporcionalmente, o Brasil é o país em que a Ubisoft mais investe na plataforma. O Facebook e todas as inovações que ele permite são os pilares de nossa estratégia de comunicação e de vendas.”

Fonte: www.facebook.com/business


Todos os Jogos “Remakes” merecem um Replay?


Com o advento da geração passada de consoles vieram novos jogos para as novas plataformas, apresentando o potencial e proposta singular desses produtos. Em paralelo a isso, também houveram jogos que foram trazidos de plataformas passadas para serem apreciados nesta geração que se passou, sendo remasterizados e chamados de “Remakes” ou “versão em HD”, que pela terminologia determina são vídeos em alta definição. Partindo dessa proposta, é possível entender uma tendência da indústria e estratégia das empresas vindo de seus títulos que tiveram uma boa aceitação no passado.

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A exemplo desses títulos,vimos jogos como Devil May Cry, Hitman, Resident Evil, Shadow of The Colossus e ICO sendo lançados em suas versões remasterizadas para geração passada. A receptividade desses títulos, assim como a maioria dos que foram remasterizados, tem agradado os que compraram e investiram seu dinheiro nos títulos. Por mais que o conteúdo seja basicamente o que já foi visto em plataformas anteriores, os simples detalhes de áudio, gráfico, dublagem podem fazer um diferencial enorme para o jogador que está interagindo com o game.

É questionado sobre necessidade dessas remasterizações, a exemplo da segunda versão em HD do título Resident Evil 4, trazendo algumas modificações, mas não tão grandiosas assim. A partir disso, indaga-se do interesse apenas de lucro ou de conteúdo também por parte das empresas responsáveis. Porém, antes de questionar sobre a necessidade dessa estratégia, é importante ter por conhecimento alguns tópicos relacionados ao produto em si.

Em Marketing, tem-se por conhecimento e objetivo estudar de que forma o produto entra e sai do mercado e os efeitos que o mesmo causa junto às suas possibilidades de reintegração dentro do mercado. Partindo disso, temos etapas que caracterizam o produto dentro deste processo, são essas:

– Desenvolvimento do produto: Onde tem-se a ideia do produto, o seu conceito e os investimentos são crescentes.

– Introdução: Possui o custo para lançar o produto, seu retorno ainda é baixo, em consequência do início das vendas e do conhecimento dos prospects (consumidores em potencial)

– Crescimento: Nesta fase, o produto começa a vender em proporções que geram lucros para a empresa e tem uma aceitação do consumidor em questão.

– Maturidade: O consumo do produto começa a se estabilizar, tomando proporções que se atinge a média já estabelecida e também há um declínio de vendas, visto que nesta etapa já haverá produtos novos do concorrente e também semelhantes ao que foi lançado.

– Declínio: é a fase onde as vendas começam a cair, consequentemente os lucros não conseguem superar o investimento feito no produto e na sua distribuição.

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Partindo disso, é pertinente perceber a estratégia que o mercado utiliza para realavancar ou manter o seu produto no mercado. Como a movimentação do mercado de games é muito grande, rapidamente haverá novos títulos mensalmente, numa quantidade as vezes muito grande. Os jogos, como produto, possuem um fator chamado replay, que possibilita ao jogador consumidor manter um contato duradouro com o jogo, porém quando se há uma nova geração, a tendência é que os consoles antigos fiquem pra trás, pela falta de produção de novos títulos e transferência de franquias para a nova geração.

O mercado mundial sofre de uma Mega Tendência de coisas antigas, onde há uma super valorização por coisas vintages e antigas em geral. Na indústria de games isso não é diferente, partindo da valorização de jogos antigos, onde há demonstração de afeto pelas gerações passadas de consoles e seus jogos que fizeram sucesso. Dessa forma, as empresas enxergam esse cenário atual e fazem com que os jogadores saudosistas e novos tenham contato com jogos clássicos (ou nem tão clássicos assim) em consoles atuais. Isso faz com que o produto que estava numa etapa final consiga render lucros para as empresas e prepare os jogadores para os futuros jogos das franquias.

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Em suma, diante de todas essas questões, é possível perceber que essa é uma tendência que ainda vai perdurar nessa nova geração, mesmo não se sabendo de que forma vai ser a abordagem a ser usada, mas é algo que provavelmente vá acontecer, visto que já há jogos da geração passada  nos novos consoles. O importante é que as empresas tenham por noção de que os jogadores e os consumidores nem sempre aceitam poucas modificações ou pequenos detalhes adicionais por um preço de um jogo atual; é necessário que haja uma intenção em trazer conteúdos adicionais e modificações realmente pertinentes para o lançamento de jogos antigos.

Respeitando e levando em conta todo o processo de produção e adição de detalhes dentro do jogo, é importante preservar o seu produto e o lucro do mesmo, mas é importante cativar os jogadores com conteúdos que possam adicionar à experiência, principalmente quando se trata de jogadores saudosistas e antigos que querem ver mais do que apenas pequenos detalhes adicionais. Sendo assim, é importante o relançamento desses jogos, mas que tragam benefícios além dos já vistos antes para estimular a venda e melhorar a experiência do jogador.


Pikachu é o novo mascote da seleção japonesa de futebol para a copa de 2014!


img_photo9Um dos maiores eventos esportivos de 2014 será a Copa do Mundo aqui no Brasil, que vai atrair um público de milhões de fãs de todo o mundo. Isso significa, naturalmente, amplas oportunidades para a publicidade!

Tendo isso em mente a “Adidas”, patrocinadora e responsável pelo material esportivo da seleção japonesa de futebol, anunciou através de um evento oficial sua nova parceria com a Nintendo para trazer Pikachu e seus amigos para uma promoção especial. 

Os monstrinhos são muito famosos aqui no Brasil, e com essa estratégia os japoneses pretendem atrair mais mídia até a Copa do Mundo, tornando o Pikachu o “garoto-propaganda” oficial da seleção até o Mundial. 

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Até o momento tudo o que vem sendo mostrado são imagens promocionais mostrando vários Pokémons vestidos com a famosa camisa azul do Japão, mas ainda não há como dizer até onde irá essa relação, mas é claro que já se pode prever uma série de roupas envolvendo a marca Pokémon, itens de merchandising entre outros produtos temáticos.

Mas resta saber ainda se esta parceria irá resultar em algum tipo de jogo “tie-in” (técnica para unir o produto e a marca à trama de um mesmo jogo) algo como um Pokémon Soccer by Adidas… só o tempo dirá!

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Fonte: www.nintendolife.com


Nova estratégia da SEGA poderá reviver a franquia Sonic?


Depois de uma recepção morna de Sonic Lost Words, parece que o nosso querido ouriço azul e seus amigos não estão pensando em abandonar o barco no mercado de games, e mais do que isso eles estão voltando de uma maneira reformulada, com visuais novos e outras novas propostas. Mas será que o ouriço conseguirá nos surpreender e voltar ao seu posto no mercado de games?

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Pois bem, no dia 6 de fevereiro foram anunciadas várias informações acerca do novo título do ouriço: Sonic Boom. Fugindo da linha dos outros jogos, este veio com uma proposta diferente, pois Sonic e seus amigos irão vir com o design reformulado, com novas aparências, roupas e movimentos. A versão de Wii U será Produzida pela Big Red Button (composta por ex-funcionários da Naughty Dog), enquanto a versão do 3DS serpa feita pelo estúdio Sanzaru.

Carregado por opiniões diferentes, o trailer que foi lançado nos apresenta uma proposta diferente dos jogos antes vistos, porém é perceptível a preocupação em manter os elementos que fizeram da série o grande sucesso que ela se tornou. De cara é um susto ver os personagens de uma forma diferente do que foi proposto em todos esses anos, fato contribuído pelas diversas opiniões sobre o trailer que foi lançado. Um dos pontos importantes serem analisado sobre essa nova proposta é a inovação e o esforço de produção para alavancar as vendas dos jogos do Sonic.

Saindo um pouco da linha de jogos também será lançado uma série animada do ouriço em relação com o próprio jogo e ainda mais uma série de brinquedos e acessórios licenciados. Dessa forma, essas informações nos fazem perceber o esforço da SEGA em lançar produtos em  mídias diferentes, fazendo com que a relação do consumidor não se limite apenas ao jogo, mas que o mesmo possa ter um contato mais íntimo com o Sonic e seus amigos, cabendo ressaltar o foco em conquistar os novos jogadores, mais jovens e que irão ter contato inicial com o Sonic agora.

É chamada de Narrativa Transmídia a relação de um produto através de várias mídias. Diferente do Crossmedia, que possui um conceito semelhante, na Narrativa Transmídia todos os elementos e mídias terão relações diferentes, mas sempre mantendo a mesma forma de abordagem dentro do universo que o produto está inserido.

Observando as informações que foram divulgadas até o momento, é claramente perceptível a utilização dessa narrativa com a série do ouriço azul, onde é possível perceber que  haverá a relação dos jogos com a série animada e também com os acessórios e brinquedos que serão produzidos.Esse tipo de estratégia é muito comum, porém é preciso respeitar todas mídias e sua forma de comunicação.

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Então de que forma isso deverá se estabelecer? Bem, por mais que estejamos tratando do mesmo produto e de um público que teoricamente vai seguir uma linha padronizada, na Narrativa Transmídia é essencial que a mesma se traduza perfeitamente e adequadamente para cada mídia que será utilizada; no caso o próprio seriado, jogos e acessórios. Não é suficiente apenas lançar produtos que tenham a mesma temática e o mesmo discurso, mas é primordial que cada um tenha sua forma de narrativa, contendo elementos particulares pra cada mídia em que está sendo lançado, pois em cada uma a relação é feita de maneira diferente e é necessário uma forma diferente de abordagem.

Partindo todas essas informações, nos resta torcer para que seja feito um trabalho de qualidade para a franquia Sonic, pois este merece reacender todo o seu merecido sucesso. Haverão jogadores que irão ficar incomodados com as novas propostas, visuais e haverá aqueles que irão gostar, mas é importante que apoiemos a iniciativa para vermos o resultado final, pois essa é uma nova oportunidade para que o tão aclamado ouriço consiga retornar com grande estilo.

Mas nos diga, o que você acha dessa nova iniciativa para a franquia Sonic e quais suas expectativas?