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BGS na visão de uma não Gamer – Observações de um mundo desconhecido!


A BSG acabou já faz um tempo é bem verdade e como acontece todos os anos houve várias atrações interessantes, mas desta vez a BGS foi um pouco diferente para mim. Pela primeira vez fui a passeio e não a trabalho, logo tive tempo para observar as atrações com mais detalhes.

Justamente por estar lá, sem preocupação, resolvi levar a minha namorada, que não entende nada de videogame, com a intenção de observá-la nesse mundo que tanto lhe é desconhecido. Alguns elementos que conversamos eu já conhecia das edições passadas e foi muito interessante ser questionado com perguntas que nem sempre fazemos, justamente, por estarmos dentro desse mundo.

bgsA primeira coisa que chamou a sua atenção foi o fato da BGS possuir muitos cadeirantes auxiliando a entrada dos visitantes e dentro do evento informando as pessoas com dúvidas sobre onde se localizava determinado stand, a praça de alimentação e banheiros. Comentei que sempre vi a organização do evento ter essa linda iniciativa desde quando comecei a frequentá-lo, ou seja, a partir de 2012.

Quando, enfim, entramos no local e começamos a andar, reparei o quão impressionada ela ficou com relação o espaço interno. Os corredores eram largos, o que facilitava a locomoção. Esse foi o primeiro elogio que ela comentou comigo sobre a feira: a possibilidade de se locomover sem dificuldades.

Com relação aos stands das empresas, ela não deu tanta importância, afinal ela não conhecia nada ou quase nada. Sabendo disso fiz questão de levá-la para o stand do Playstation, X-Box, Ubisoft, Warner/FIFA e CD Red Project. Em todos os stands seus comentários giraram em relação aos jogos que “eram muito parecidos”, como por exemplo os “jogos de futebol”. Para ela era tudo a mesma coisa, nesse momento tive que explicar um pouco a diferença entra PES e FIFA.

capa_bgsApesar das similaridades entre os jogos, Just Dance e Gwent foram o que chamaram a sua atenção, principalmente pela curiosidade. Afinal ela ficou surpresa com um “jogo de dança” e me questionou dizendo: “mas desde quando nerd sabe dançar?”. Já o Gwent sua surpresa foi o fato de ser um jogo de carta e como tinha muita gente jogando, então expliquei que o Gwent é um jogo dentro de outro jogo, no caso estava me referindo ao The Witcher 3, que fez bastante sucesso e então resolveram lança-lo em uma versão solo. Também resumi o quanto vem crescendo os jogos de cartas digitais como Hearthstone.

Agora entre todos os jogos que lá estavam sendo exibidos o que mais a deixou interessada e quis saber mais, quase ao ponto de jogar o demo, foi Horizon: Zero Dawn. E o motivo foi muito simples: O fato do protagonista ser uma mulher. Nesse comento, ela estava realmente interessada em conversar sobre jogos, mais especificamente sobre um jogo ter uma mulher como personagem principal. Ela abordou a questão da representatividade feminina no mundo dos games, que é praticamente dominado pelos homens.

Para resumir essa minha (mini) pesquisa por observação, é interessante destacar dois pontos: 1) Que a BGS consegue surpreender pessoas que não estão relacionadas ao mundo dos games e 2) O fato de nem todos os jogos se resumem a futebol, tiro e explosão. Como citei, a Laura, minha namorada ficou surpresa ao encontrar um jogo de dança e de carta.

Agora só preciso esperar a próxima edição da BGS e conhecer as novas atrações.


Representatividade nos Jogos Digitais: as minorias gritam por atenção!


Antes de começar essa discussão informo a todos que me acompanham que propus fazer uma sequência de temas necessários ao meio, mas a cada semana com muitas novidades, existem algumas precisam ser discutidas no calor do momento. Sendo assim abordarei os temas já levantados em futuros próximos e deixarei junto o link do artigo anterior para não ficarem perdidos. Dito isso vamos ao grande destaque da última semana: Brasil Game Show.

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Segundo o site da Brasil Game Show a Feira é o local escolhido para a realização de mais de 80% dos anúncios e lançamentos da América Latina. Além disso, conta com presença das principais empresas do segmento de games. Em 2015, o evento contou com a presença de cerca de 180 marcas, que tiveram a oportunidade de atingir e interagir com as 300.138 pessoas que circularam pela feira.

Nesse ano não foi diferente. Com grandes lançamentos e em um novo local a feira foi sinônimo de sucesso tanto para o público como para produtores. Dentre os produtores destaco os indies que superaram as expectativas tanto em qualidade como em quantidade. Em três dias de evento conversando e jogando observei um aumento significativo na qualidade em relação ao último ano; mecânicas diferentes, gráficos trabalhados, histórias desenvolvidas.

Por outro lado os problemas persistem: equipes despreparadas para vender seu produto, jogos muito bonitos, mas pouco criativos; histórias clichês e o mais interessante para nós que estamos começando nossa aventura nesse meio: minorias gritando por atenção. E quem são essas minorias? Vamos aos números.

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“Os homossexuais representam 18 milhões de pessoas no Brasil, com um potencial de consumo de mais de R$ 150 bilhões por ano, de acordo com a Associação Brasileira de Turismo para Gays, Lésbicas e Simpatizantes (Abrat-GLS).”(fonte)

Diante da sociedade, deficientes e familiares atravessam obstáculos

 

 

“Dados do IBGE revelam que 6,2% da população brasileira tem algum tipo de deficiência. A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) considerou quatro tipos de deficiências: auditiva, visual, física e intelectual. “ (fonte)

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Segundo o IBGE, os negros (pretos e pardos) eram a maioria da população brasileira em 2014, representando 53,6% da população. Os brasileiros que se declaravam brancos eram 45,5%. (fonte)

 

 

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“A atual população indígena brasileira, segundo dados do Censo Demográfico realizado pelo IBGE em 2010, é de 896,9 mil indígenas.“ (fonte)

 

 

Olhando esses dados não é necessário dizer muito não é mesmo? 18 milhões de possíveis jogadores que não se sentem representados por não possuírem a mesma orientação sexual que a maioria da sociedade. 6,2% de possíveis jogadores de uma população de mais de 204 milhões de brasileiros que sofrem com a falta de acessibilidade aos jogos nas mais diversas plataformas. E por aí vai!

Mas lembre-se que isso é uma PEQUENA PARTE de um grupo composto por diversas minorias que não se encaixam ao padrão cultural imposto, mas trabalham e possuem renda para gastar com algo que traduzam um pouco de sua história. É hora de ser menos preconceituoso, conhecer novos públicos, explorar novas culturas e produzir material para quem busca ao menos existir em uma sociedade injusta e desigual, mesmo que tudo comece em um ambiente imaginário e virtual. Concordam? Acreditam em públicos em potencial? Vamos discutir :]


Se você gosta de jogar ou sonha em ser desenvolvedor, a BGS é para você!


Estamos na semana da Brasil Game Show (BGS)! Um momento de grande euforia para todos os jogadores brasileiros. O que muitos esquecem é que este é também um grande momento para os desenvolvedores de jogos.

brasil-game-show-bgs-marketing-gamesSabemos que o foco fica sempre em torno dos grandes títulos e das grandes empresas. Vamos para o evento jogar Horizon Zero Dawn, For Honor, Forza Horizon 3, Final Fantasy e muitos outros. Vamos para celebrar a cultura nerd sem preconceitos, dividindo com outros aficionados o amor por este universo.

O que muitos esquecem é que este é também um momento super importante para os desenvolvedores independentes de jogos. O público alvo destas empresas está, de maneira exclusiva ao longo dessa semana, com a atenção voltada para a BGS e, consequentemente, para os jogos da feira.

Todos querem algo a mais

A dinâmica é simples. O público entra na feira afoito pelas novidades mundiais. Eles passam horas em filas e tem a oportunidade de experimentar estes títulos. A grande sacada está aqui. Fazer um jogo para um grande público é um trabalho de repetição. Pouco pode ser mudado, ou o jogo passa a ser muito arriscado para a empresa.

É por isso que vemos tantos títulos sendo lançados praticamente iguais ano após ano. Eles estão calculando os riscos e jogando seguro. Por isso, depois de algum tempo, o jogador teve tudo o que queria, mas ele sente falta de algo. De uma melhoria, de uma inovação: de algo que seja diferente.

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A Reviravolta Indie

É exatamente neste momento que o pavilhão indie começa a brilhar. Este espaço fica muito vazio no começo da feira, mas gradativamente ele vai somando público.  Somando gente e atenção. O que era antes uma corrida pelos jogos mais famosos passa a ser uma busca por algo capaz de tirar do lugar comum.

Por isso, faço um convite. Teste os jogos do pavilhão indie. Teste aqueles que você acha legal e teste os que você acha chato. A experiência vai se tornar uma caça ao ouro extremamente recompensadora. Será exatemente o que um jogo deve ser: divertido!


Produtoras independentes brasileiras terão cinco vezes mais espaço na Brasil Game Show 2015


As produtoras brasileiras de jogos terão grande destaque na edição 2015 da Brasil Game Show (BGS). Durante o evento, que acontece entre os dias 8 (para imprensa e negócios) e 12 de outubro, no Expo Center Norte – SP, 36 estandes ocuparão o Pavilhão Indie, em uma área cinco vezes maior do que em 2014. Além dos estúdios brasileiros, haverá também um indie norte-americano convidado, o Data Realms.

Pela primeira vez na BGS, os estúdios participarão da área Indie Meeting, um espaço com plateia onde cada expositor independente terá 45 minutos para apresentar seus projetos e atender o público. Serão cinco palestras por dia com 30 minutos de apresentação, 15 de perguntas e respostas, sob a coordenação de Esteban Clua, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e vice-diretor do Instituto de Computação da UFF. Clua também é um dos fundadores do SBGames (Simpósio Brasileiro de Games e Entretenimento Digital) e foi presidente da Comissão Especial de Jogos da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) entre 2010 e 2014.

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Jogo criado pela 2D Verse.

Marcelo Tavares, idealizador e CEO da BGS, diz que a feira sempre estimulou a participação dos indies e que a presença tem aumentado ano a ano, acompanhando o crescimento da própria indústria nacional.

“Há cada vez mais empresas produzindo jogos no Brasil e é papel da BGS, principal evento do setor no país e no continente, apoiar quem está dando os primeiros passos, principalmente considerando que as produtoras independentes brasileiras evoluíram bastante e muitas não deixam nada a desejar em relação às principais empresas internacionais”, diz Tavares. Segundo ele, a popularização dos dispositivos móveis abriu muitas frentes para a criação de aplicativos e games e, atualmente, também há maior facilidade para desenvolver títulos para os consoles de última geração.

É o caso, por exemplo, da Duaik Entretenimento, que esteve no Pavilhão Indie da BGS em 2014 e retorna em 2015 com o agora já famoso jogo, lançado recentemente para XBOX One e que ganhou prêmios no Brasil e reconhecimento internacional, e da Void Studios, que apresentará seu primeiro game comercial, Eternity: The Last Unicorn, disponível em 2016 para PlayStation 4.

Luiz Ricardo, Diretor da Void
“Participar de um evento como a BGS é a melhor forma de aparecermos para o público e nos tornarmos conhecidos também para grandes nomes da indústria.”

A expectativa de ter contato com pessoas chave da indústria e com os jogadores também motivou a 2Dverse a participar da BGS e mostrar o mobile game A Treta dos Irmãos Piologo.

Wallace Delfino, gerente e programador da 2Dverse.
“Achamos muito importante ter uma relação mais próxima com os nossos clientes e estar na BGS pela primeira vez será uma ótima oportunidade para interagir e conversar com todos.”

Mesma situação da Requiém Studios, que faz sua primeira aparição pública na BGS.

Alessandro Nascimento, diretor, game designer e roteirista da Requiém Studios
“A BGS será uma ótima oportunidade de entender o mercado, os nossos consumidores, fazer a nossa apresentação nesse começo de jornada e mostrar Lumen um jogo de plataforma inteiramente feito em 2D.”

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Empresa estará no evento.

As expectativas positivas têm fundamento: além das produtoras brasileiras independentes, as principais empresas do mundo dos games estarão na BGS 2015, como Activision, Com2us, DxRacer, EA, HyperX, MadCatz, Nvidia, PlayStation, Razer, Rimo, TP-Link, Ubisoft, Xbox e Warner, assim como grandes redes varejistas como Saraiva, Lojas Americanas e Americanas.com. Quanto ao público, são esperadas 300 mil pessoas, 20% a mais do que em 2014.

Confira, abaixo, destaques de outras produtoras brasileiras independentes, além da convidada norte-americana, que estarão no Pavilhão Indie da BGS 2015:

Data Realms – A empresa norte-americana mostrará o game Planetoid Pioneers, criado para PC, Mac e Linux. Um jogo 2D de ação e aventura com um sistema de física apurado. Inspirado por clássicos da década de 1980 como Blaster Master e Exile. Após cair em um planeta e ter sua nave destruída, será necessário reunir recursos para criar meios de transportes para explorar o local. Os jogadores também podem criar níveis por meio de um robusto editor de fases.

Digi Ten Studio – Em 2013, dois jovens mineiros participaram da BGS como visitantes. Voltaram em 2014, dessa vez como fundadores do Digi Ten e expositores, e retornam em 2015 no Pavilhão Indie com Dig a Way, jogo de puzzle/ação para smartphones e tablets que já está disponível para dispositivos com iOS e, na BGS 2015, terá seu lançamento mundial para Android.

DNAe Studios – apresenta Libertatem, jogo de investigação e suspense para PC, inspirado em quadrinhos estilo noir, em que o protagonista, Peter, um detetive particular, investiga o caso do suposto desaparecimento de seu irmão.

Flux Game Studio – Produtora de jogos como Escravo, nem Pensar e V de Vinagre, destaca para a BGS 2015 Futepop, um quiz gratuito de futebol com mais de duas mil perguntas, além de atualizações a cada rodada. O jogador pode desafiar os amigos do Facebook ou alguém da comunidade Futepop. Quem acertar mais perguntas em menos tempo vence.

G2E – Desde 2010, o Grupo de Educação e Entretenimento do curso de design da Universidade Federal de Santa Catarina discute e projeta opções de entretenimento com foco educativo e, ou, comercial, por meio de games, animações, entre outros. Na BGS, apresenta The Rotfather, um jogo para PC de plataforma sidescroll que se passa nos esgotos da cidade de Nova York, onde o protagonista Kane, um rato mafioso, deve descobrir o que causou sua ruína e como recuperar o poder.

Garage 227 Studios – Criado em 2014 por três instrutores de um curso livre de desenvolvimento de games, apresenta o game Shiny, criado com Unreal Engine 4 com lançamento previsto para Steam (PC, MAC e Linux) e Xbox One. Jogo conta a história do robô Kramer227, habitante de um mundo com oferta limitada de energia e onde, para sobreviver, é preciso gastar energia de maneira inteligente.

Maxlab Studios – Glauber e Camila, que já eram apaixonados por games antes de se conhecerem e criarem a Maxlab, reservaram para a BGS o lançamento doMax Quiz, jogo em ambiente 3D que simula um palco de game show com perguntas sobre Diversão Geek, Cinema & TV, Esporte, Conhecimentos Gerais e Ciência. Gratuito, será lançado para Android, iPhone/iPad, Windows Phone e Windows 10.

Messier Games & Animations – Resultado do sonho de amigos de trabalhar com games, em seu primeiro ano de atuação já foi beneficiado pela Lei Rouanet para a criação Kriaturaz, o guardião das lendas, que celebra a cultura nacional de forma inédita. O objetivo é resgatar as lendas e a mitologia tipicamente brasileira, além de incentivar, por meio de geolocalização, a visita física e presencial dos jogadores a locais públicos e privados, de interesse cultural, tais como museus, exposições e qualquer outra atividade geradora de cultura.

Odin Game Studio – Com um portfólio de 20 advergames e apps em geral, participa da BGS pela primeira vez para buscar parceiros e reconhecimento e mostrar AereA, game para PC e Mac e em que a música tem papel fundamental. O jogador deve ajudar os heróis do jogo a reconquistarem partituras que foram roubadas das salas de concerto e devolverem o equilíbrio e a estabilidade do mundo de AereA.

Overlord Game Studio – Criar jogos com alma e paixão e participar da BGS são objetivos da produtora carioca, que irá apresentar Tiny Little Bastards, um jogo de plataforma em 2D desenvolvido para PC, Mac e Linux que conta a história de um taverneiro Viking em um mundo fantasioso povoado por personagens inspirados em diversas culturas e mitologias (África, China, Celtas, Vikings

 Reload Game Studio – Produtora de jogos de São Paulo criada em 2011 iráapresentar pela primeira vez na BGS 2015 o gameplay de Da Wolves, que aposta em um gênero clássico – os “jogos de navinha”. Mostra também Get Over Her, no estilo pick and play, em que até quatro jogadores batalham em um reality show no qual só o mais habilidoso sobrevive. O game já está disponível para PC via Steam e ganhará versões para Xbox One e PS4.

Samaritan Studios – Produtora de Campinas (SP) estreia na BGS com o lançamento de Rise of Keepers, game do gênero tower defense, com elementos de RPG e Moba (multiplayer online battle arena). Os jogadores precisam defender sua base contra ataques inimigos, escolhendo um herói – entre os disponíveis –cada um com habilidades distintas. Há vários modos de jogo, contemplando de um até cinco jogadores. Inicialmente via Steam, Rise of Keepers também ganhará versões para Xbox One e PlayStation 4 em 2016.

Smyowl – O estúdio de games de Sorocaba (SP) fará sua estreia na BGS, onde apresentará o game mobile Neymar Jr. Quest, primeiro jogo do personagem Neymar Jr desenhando por Mauricio de Sousa. Outro destaque será o lançamento do Super Button Soccer, game de futebol de botão estratégico, com torneios, eventos e jogabilidade multiplayer.

 Streamy – Criada em 2013, também estreia sua participação na BGS e mostra, em primeira mão, o jogo Bloodstone: The Ancient Curse, MMORPG para PCS, inteiramente 2D.

 Tree of Dreams – Em sua primeira BGS, a produtora amazonense acredita que a feira é a grande oportunidade para apresentar os seus projetos, entre eles The Cannon Man Adventure, um jogo quebra-cabeças no qual o usuário precisa guiar um homem-bala por canhões espalhados pelas fases, passando por obstáculos e acumulando pontos. O jogo está disponível para celulares Android e iOS.

Too Nerd to Die – Criado para desenvolver jogos autorais de qualidade, inovadores e divertidos, o estúdio mostra seu primeiro jogo comercial: Lupy Quest. Com storyboards animados, traz personagens como uma raposa que éaprendiz de pescador mas morre de medo de água e outra que desfila um colar de pérolas. O jogador poderá colecionar itens obtidos nos cenários e reunir as pérolas do colar da raposa. O game tem 5 fases que poderão ser jogadas em dispositivos móveis que estarão no estande da BGS.

Unique Entretenimento Digital – Do mundo da fantasia, das lendas e do folclore brasileiros para a BGS, a empresa mostra o jogo Guerreiros Folclóricos, em que o jogador precisa ajudar um protetor da floresta e dos animais a livrar o mundo das lendas do Saci e de sua horda de zumbis. Além de enfrentar criaturas monstruosas que tentarão impedir o guerreiro de atingir o objetivo, o jogador precisará fazer alianças com personagens que tenham habilidades distintas, entre eles, o Caipora, a Iara, Matinta Perera etc

A lista de expositores já confirmados para a BGS 2015 está disponível e inclui nomes como: Xbox, PlayStation, Warner Bros Games, EA, Ubisoft, Activision, Razer, Mad Catz, Capcom, NVIDIA, DXRacer, TP-LINK, RIMO Entertainment, HyperX, EVGA, Saraiva, Lojas Americanas, americanas.com, Com2us, Galápagos Jogos, Game7, Gunnar, Copag, Gargulla, Red Nose, Incomm, Forgame, Taiwan Excellence, Rixty, Grupo Editorial Record, Garage 227 Studios, Data Realms, Digi Ten Studio, Duaik Entretenimento, Odin Game Studio, VOID Studios, Overlord Game Studio, Reload Game Studio, Streamy, Messier, DNAe Studios, Samaritan Studios, Unique, SuperGeeks, Planeta De Agostini, GamerTag, Piticas, Requiém Studio, Like Kits, 2Dverse, G2E, Flux Game Studio, Maxlab Studios, Tree of Dreams, Pain Gaming, Smyowl, Too Nerd to Die, entre outros.


Últimos dias para garantir ingressos com desconto de até 35% para a Brasil Game Show


A Brasil Game Show (BGS) encerrará no próximo dia 15 o 4º lote de ingressos para a oitava edição do Evento. Até esta data, os fãs de jogos para PC, Console e Mobile podem garantir suas entradas com até 35% de desconto e adquirir o ingresso individual para um dia de Feira, meia-entrada, por apenas R$55,00, ou o ingresso Premium, que garante acesso a todos os dias de Evento, inclusive o dia 08, exclusivo para Imprensa e Business, por R$299,00.

Recargo-del-35-Por-CientoO benefício da meia-entrada é garantido a todos que doarem 1kg de alimento não-perecível na entrada do Evento, além de estudantes, portadores de necessidades especiais, idosos com idade a partir de 60 anos e professores, todos mediante apresentação de comprovação.

SERVIÇO – VENDA DE INGRESSOS BGS 2015
 
Ingresso Individual: Ingresso para 01 (um) dia de Feira – 09, 10, 11 ou 12 de outubro – R$55,00 (meia-entrada)
Passaporte: Dá direito a todos os dias de Feira abertos ao público – 09, 10, 11 e 12 de outubro – R$220,00 (meia-entrada)
Ingresso Premium: Dá direito a todos os dias de Feira, inclusive o dia exclusivo para Imprensa e Business – 08, 09, 10, 11 e 12 de outubro – R$299,00
Formas de Pagamento: Boleto Bancário ou Cartões Visa e Master